localização atual: Novela Mágica 18+ Moderno Obcecado por Ela: Domando a Fera Capítulo 23: Sendo Lambida Diante do Namorado

《Obcecado por Ela: Domando a Fera》Capítulo 23: Sendo Lambida Diante do Namorado

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Ao lado, Lucas, firmemente amarrado, ouviu a movimentação vindo de trás. A fúria e a dor distorceram seu rosto instantaneamente.

Ele lutava loucamente, as cordas afundando em seus pulsos e esfolando sua pele; o sangue escorria lentamente por seus braços, mas ele sequer sentia.

— Murilo! Seu animal, solta a Nina! Se você ousar machucá-la, eu não vou te perdoar nem depois de morto!

Lucas rugia a plenos pulmões, com os olhos quase saltando das órbitas, cada grito carregado de um ódio infinito.

Ele estava mergulhado em arrependimento, odiando-se por não ter protegido Nina a tempo, deixando-a cair novamente nas mãos desse demônio.

Naquele momento, Lucas só podia ouvir o que acontecia atrás dele, impotente, uma sensação de agonia como se milhares de formigas estivessem devorando seu interior.

Murilo ignorava os xingamentos de Lucas, totalmente imerso em seu próprio mundo...

Seus beijos desceram lentamente dos lábios de Nina para o pescoço, deixando marcas suaves, porém possessivas.

— Nininha, você não sabe o quanto senti sua falta nestes seis meses — murmurou Murilo entre beijos.

Em seguida, sua mão levantou o vestido de Nina.

O movimento parecia gentil, mas carregava uma rigidez que não aceitava resistência.

No quartinho escuro, Nina estava com as mãos amarradas e suspensas, conseguindo apenas tocar o chão com as pontas dos pés para se sustentar.

Os lábios ardentes de Murilo desceram para a raiz das coxas dela e, com a ponta da língua, ele começou a lambê-la sobre a calcinha, bem no lugar mais íntimo...

Cada lambida trazia um calor febril que percorria o corpo de Nina como uma corrente elétrica...

Nina arfava, com a cabeça jogada para trás e os olhos cerrados; seus dedos tentavam agarrar algo em vão, debatendo-se no ar... Seu corpo tremia levemente sob o estímulo intenso...

— O que vocês estão fazendo?! Murilo, solta ela! — Lucas, de costas para eles, mantinha o corpo rígido, tentando ignorar os sons ambíguos vindos de trás.

Agachado, Murilo ergueu a cabeça entre as pernas de Nina.

Com a polpa do dedo áspero, cutucou o tecido úmido e afundado da lingerie, dizendo com voz rouca: — Nininha, você está molhada. Isso prova que você também sentiu minha falta, não é?

Com os movimentos de Murilo, ondas de um prazer indescritível atingiram Nina, arrastando-a para um turbilhão de desejo...

— Ah... uh... Murilo... não... para de lamber... para... — gemidos quebrados escapavam de sua boca, em um tom de delírio e entrega.

Mas Murilo não parou.

Ajoelhado no chão, ele afastou cuidadosamente o tecido encharcado e, como se implorasse o perdão de uma santa, estendeu a língua.

Com os polegares, abriu as pétalas e lambeu repetidamente a carne sensível que tremia ao contato com o ar...

Sob aquele estímulo extremo, o mel transbordava mais do que o normal, escorrendo para dentro da boca dele.

A consciência de Nina começou a nublar...

— Não... não suga...

Finalmente, em um tremor intenso, Nina atingiu o orgasmo...

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Seu corpo liberou-se como fogos de artifício, afundando naquela paixão avassaladora; a confusão em seu coração havia sido lançada para longe...

Naquele momento, restava apenas prazer e satisfação...

Os sons ambíguos ecoavam no quartinho e chegavam aos ouvidos de Lucas, fazendo-o cerrar os punhos: — Murilo, seu bastardo, solta a minha namorada!

Do outro lado, Murilo não ouvia.

Ele ergueu o rosto de entre as pernas de Nina, com a face molhada, coberta pelo mel da jovem.

Observando Nina com o rosto febril e o olhar perdido, sua glote se moveu e sua voz saiu tão rouca quanto lixa:

— Nininha, me perdoe... ao te ver com outro... eu não consigo me controlar... eu quero você...

Enquanto murmurava o pedido de desculpas, ele desabotoava o cinto com as mãos trêmulas. O som da fivela de metal batendo ecoou nitidamente no silêncio do quartinho.

 

Nina mordia o lábio, com a respiração curta e desordenada; seu íntimo estava cheio de resistência e medo.

O Murilo à sua frente já lhe trouxera um terror infinito, e a experiência do abuso passado era uma sombra constante.

Mas agora, com a aproximação dele, ela sentia uma estranheza indescritível; o calor febril de Murilo parecia prestes a derretê-la...

Quando a mão de Murilo tocou sua cintura, removendo sua última defesa, o corpo de Nina estremeceu por instinto.

Imagens dos abusos passados brilharam em sua mente e ela quis fugir, mas parecia presa por uma força misteriosa.

Por que... por que estava acontecendo isso?

Nina questionava-se internamente, mas as reações de seu corpo tornavam-se cada vez mais honestas.

Suas pernas separaram-se levemente de forma involuntária, e um prazer desconhecido começou a se espalhar.

Ela percebeu, horrorizada, que seu corpo ansiava pelas carícias de Murilo.

Aquela memória de intimidade forçada ressurgiu agora como um fantasma, dando-lhe uma ideia que ela própria considerava perversa...

Ela queria, novamente, uma conexão profunda com ele.

— Nininha, eu senti tanto a sua falta. Sem você, eu sinto que vou enlouquecer.

Murilo pegou Nina no colo, fazendo com que as pernas dela envolvessem sua cintura.

Ele sussurrava em seu ouvido palavras cheias de uma saudade e desejo reprimidos há muito tempo.

Ele ajustou a posição lentamente e, no momento da entrada, pediu desculpas em voz baixa mais uma vez: — Perdão, Nininha... eu não me controlo... eu quero você... quero você como um louco...

Com a entrada de Murilo, Nina soltou um grito baixo, o corpo ficando tenso com a sensação repentina de preenchimento.

Mas logo essa tensão foi substituída por um prazer ao mesmo tempo estranho e familiar.

Suas mãos envolveram o pescoço de Murilo por instinto, as unhas cravando-se nas costas dele.

— Ah... Murilo... — sua voz era chorosa, entre a dor e a alegria. — Não... não entre tão fundo...

Ao lado, Lucas enterrou o rosto entre os braços, o corpo tremendo sem parar.

Ele ouvia claramente cada respiração, cada som de pele contra pele... Aqueles sons eram como lâminas cravadas em seu coração!

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— Nina! Nina! Não aceite ele! Eu sou seu namorado! Nina... — Lucas chamava em silêncio dentro de si, as lágrimas escorrendo pelo chão frio... Ele odiava sua própria impotência, odiava a prepotência de Murilo e, mais ainda, a aceitação relutante de Nina. Mas, mesmo assim, ele não conseguia parar de amá-la.

Do outro lado, Murilo começou a se movimentar ritmicamente.

No início, os movimentos eram contidos, mas tornaram-se cada vez mais intensos... Ele a prensou contra a parede e sussurrou: — Nininha, eu te amo, eu te amo... me perdoe... eu fui um canalha... eu vou mudar...

— Ah... Mu... Murilo... essa posição é estranha... dói...

Nina foi submersa pela luxúria, sua razão balançava. No fundo, ainda restava resistência, mas seu corpo ansiava por mais...

Aquela sensação inconfessável do passado voltou com força, e Nina desistiu totalmente da resistência, acompanhando os movimentos dele com gemidos quebrados.

— Murilo... eu não aguento... ah... devagar... está batendo muito fundo... ah...

Em seguida, Murilo usou as mãos para desamarrar Nina e a deitou no chão, com movimentos urgentes, porém cuidadosos.

Ele segurou os tornozelos dela, com as palmas febris, elevando as pernas dela lentamente...

— Nininha, não tenha medo, eu te amo — sua voz era profunda e rouca, ecoando no quarto. — Desta vez, serei muito gentil.

Nina estava com o rosto rubro, mordendo o lábio em silêncio. Sentia vergonha pela reação de seu corpo, mas esperava pelos próximos movimentos de Murilo...

Então, ele iniciou as estocadas que faziam o rosto arder, cada uma carregada de um desejo extremo, atingindo as profundezas...

Mudando de posição novamente, Murilo fez Nina sentar-se sobre ele, segurando a cintura dela com mãos firmes.

— Nininha, siga o meu ritmo, eu vou te dar prazer — sussurrou ele, com uma sedução irresistível.

Nina apoiou as mãos no peito dele, sentindo o calor febril e os batimentos cardíacos fortes.

Sob a orientação de Murilo, os movimentos dos dois tornaram-se sincronizados, e a última barreira no coração de Nina desmoronou completamente sob as investidas dele...

Naquele pequeno quarto escuro, o ar estava saturado de desejo...

Murilo e Nina afundaram totalmente no turbilhão da paixão, como se o mundo fosse apenas os dois.

Enquanto isso, Lucas sofria em desespero, murmurando para si mesmo:

— Por que isso está acontecendo? Eu dei tanto de mim! Nina! Como você pode fazer isso comigo!

Eram três pessoas e três estados de espírito diferentes, entrelaçados em uma cena de puro conflito e sofrimento...

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