localização atual: Novela Mágica 18+ Moderno Obcecado por Ela: Domando a Fera Capítulo 14: O Excesso de Brutalidade Aoeceu a Coitada

《Obcecado por Ela: Domando a Fera》Capítulo 14: O Excesso de Brutalidade Aoeceu a Coitada

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Após o fim da competição, todos embarcaram no voo de volta.

O avião decolou suavemente e a cabine mergulhou em silêncio, com a maioria das pessoas descansando de olhos fechados.

Nina, sentada em sua poltrona, ficava cada vez mais pálida, e o suor frio voltava a brotar em sua testa...

De repente, uma dor abdominal aguda a atingiu como uma onda avassaladora. Ela agarrou o ventre com força, encolhendo o corpo com uma expressão de agonia extrema...

A visão de Nina escureceu e ela desmaiou subitamente em seu assento!

— Nina! — Murilo, que estava ao lado, percebeu a anomalia imediatamente e gritou o nome dela.

Em pânico, ele desabotoou o colarinho dela para facilitar a respiração e deu tapinhas leves em sua bochecha:

— Nina, acorda!

Os passageiros ao redor despertaram com o susto e lançaram olhares preocupados.

Os comissários de bordo chegaram rapidamente e Murilo explicou a situação com ansiedade.

Seguindo as orientações da tripulação, ele buscou medicamentos para dor no kit de primeiros socorros, amparou Nina com cuidado e a ajudou a ingerir o remédio com alguns goles de água.

As mãos de Murilo tremiam levemente, e seu olhar transbordava preocupação e culpa.

Ele sabia: foi naquela noite. Ele exagerou demais!

Assim que o avião pousou, Murilo carregou Nina nos braços e saiu apressado, correndo em direção aos veículos que aguardavam fora do aeroporto.

Ele a colocou delicadamente no banco de trás, sentou-se ao lado dela e gritou para o motorista: — Rápido, para o hospital mais próximo!

Ao chegarem, Murilo entrou correndo na emergência com ela no colo.

Devido ao poder e à influência da família de Murilo na região, os médicos abriram imediatamente uma "via verde" para Nina, organizando exames completos.

Quando os resultados saíram, o médico chamou Murilo de lado com um semblante sério:

— Como você cuida das pessoas, rapaz? Ela está com uma gastroenterite severa. A alimentação irregular prolongada, somada ao cansaço extremo, deixou o corpo dela no limite da exaustão. Vocês jovens não podem negligenciar a saúde desse jeito.

Murilo ouvia as queixas do médico com o rosto alternando entre o vermelho e o pálido.

Ele baixou a cabeça e murmurou:

— Doutor, foi uma falha minha. Vou prestar atenção de agora em diante.

Na realidade, ele sabia muito bem que o estado de Nina era, em grande parte, resultado de sua impulsividade naquela noite!

**

Durante os dias em que Nina esteve internada, Murilo fingia tranquilidade por fora, mas por dentro estava em constante tensão, sem ousar se afastar do hospital.

Todas as manhãs, assim que o primeiro brilho da aurora surgia no horizonte, ele saía silenciosamente para buscar comida em uma loja famosa por seus caldos de arroz perto dali.

Murilo voltava ao quarto com o café da manhã, aproximava-se da cama e colocava as sacolas sobre a mesa de cabeceira.

Limpou a garganta e disse: — Nina, hora de comer. Você sempre foi forte, uma doencinha dessas não vai te derrubar.

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Nina, que descansava de olhos fechados, franziu a testa ao ouvir a voz dele. Ela abriu os olhos, lançou-lhe um olhar gélido e voltou a fechá-los, recusando-se a responder.

Murilo não se irritou; sentou-se à beira da cama e suavizou o tom:

— Você precisa comer para se recuperar rápido. Vem, eu te ajudo.

Quando ele estendeu a mão para ajudá-la a sentar, Nina esquivou-se como se tivesse levado um choque, encarando-o com raiva:

— Não toque em mim!

Murilo torceu os lábios, fingindo desdém:

— Que ingrata. Só estou fazendo isso porque não quero que você demore a melhorar e acabe perdendo o meu tempo.

Contudo, o lampejo de decepção em seus olhos revelava seu verdadeiro sentimento.

Ele pegou a colher, serviu um pouco do caldo e levou à boca dela: — Abre a boca, só uma colherada.

Nina manteve os lábios cerrados e virou o rosto.

A paciência de Murilo começou a se esgotar:

— Você vai comer ou não? Não me force a... ser persuasivo de outro jeito.

Nina rangeu os dentes e sibilou:

— Eu não vou comer. Saia daqui.

Murilo a encarou frustrado e suspirou baixo:

— Tudo bem, se você ficar com fome, não me culpe.

Nesse momento, a porta do quarto foi aberta suavemente...

 

A porta se abriu e os pais de Murilo entraram. Sr. Augusto, em seu terno impecável, exalava a autoridade de um homem de alto escalão, enquanto Dona Helena caminhou direto para a cama de Nina com o rosto cheio de compaixão.

— Nina, querida, como está se sentindo? — perguntou Dona Helena docemente.

Nina esforçou-se para sorrir: — Tia, estou melhor. Desculpe por preocupá-los.

Sr. Augusto assentiu levemente: — A saúde é o nosso bem mais precioso, você precisa se cuidar de agora em diante. — Ele então olhou para Murilo com desaprovação: — E você, não teve cuidado nenhum. Como deixou a Nina chegar a esse ponto de exaustão?

Murilo baixou a cabeça: — Pai, eu errei.

Nina olhou para Sr. Augusto e, após hesitar, tomou coragem:

— Sr. Augusto, tenho um pedido. Gostaria de visitar meu pai na prisão. Faz muito tempo que não o vejo e estou muito preocupada.

Sr. Augusto franziu a testa com uma expressão difícil: — Nina, não é que eu não queira ajudar, mas a situação dele é delicada. Uma visita repentina pode causar um abalo emocional nele. 

 Ele pensou por um momento e continuou: — Mas, como você insiste tanto, posso organizar isso. Tente não se emocionar demais lá.

Nina agradeceu profundamente.

Em seguida, apertando nervosamente os lençóis, ela continuou:

— Sr. Augusto, tenho mais um favor a pedir. Sempre fui apaixonada por tecnologia de IA e sei que a Inglaterra lidera as pesquisas nessa área. Eu gostaria muito de estudar lá para aprender o que há de mais avançado e voltar para ajudar o desenvolvimento do nosso país. Mas os custos são muito altos e... eu gostaria de pedir o patrocínio do senhor e da Dona Helena. Prometo me esforçar ao máximo.

Sr. Augusto mostrou um brilho de admiração:

— Ter ambição é excelente, Nina. Murilo me contou que você ganhou o primeiro lugar na competição nacional. Com esse talento, seu futuro será brilhante. Vou discutir isso seriamente com Helena para ver como organizar tudo. Mas um intercâmbio exige planejamento em todos os aspectos.

Murilo ouvia tudo em silêncio, fixando os olhos em Nina. Seu coração era um turbilhão de sentimentos contraditórios.

Ele abriu a boca para intervir, mas ao ver a seriedade de seus pais, engoliu as palavras com dificuldade, cerrando os punhos com força.

**

Quando os pais saíram, restaram apenas Nina e Murilo no quarto.

Ele se aproximou, cruzando os braços com um ar de deboche: — Ora, você soube escolher o momento certo para pedir favores. Mas não pense que ir para a Inglaterra será fácil. Eu não vou deixar você sair do meu campo de visão tão facilmente. Se você fugir, onde eu vou encontrar uma "parceira de cama" tão do meu agrado?

Ele enfatizou as palavras "parceira de cama" com um sorriso provocador.

Nina franziu o cenho e virou o rosto com desprezo, recusando-se a olhar para ele.

Na cama, ela apertava a barra da roupa, sentindo seu nojo por ele aumentar e decidida a usar essa oportunidade para se livrar daquele homem e buscar a vida que desejava.

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