localização atual: Novela Mágica 18+ Moderno Obcecado por Ela: Domando a Fera Capítulo 13: Uma Noite de Luxúria Cruel

《Obcecado por Ela: Domando a Fera》Capítulo 13: Uma Noite de Luxúria Cruel

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Nina estava com o rosto transbordando terror, lutando desesperadamente.

Seus pulsos torciam-se nas mãos de Murilo, deixando a pele avermelhada pelo atrito.

Ela resistia entre soluços:

— Não... uh... Murilo... me deixe em paz, eu te imploro...

Murilo soltou uma risada fria:

— Deixar você em paz? É tarde demais!

Ele não tinha a intenção de parar, maltratando Nina sobre a cama macia sem qualquer restrição...

As roupas dela foram reduzidas a farrapos, e suas pernas foram abertas à força no limite máximo.

O membro arroxeado de Murilo, como uma lâmina afiada, pressionava a entrada da fenda delicada e, sem qualquer piedade, ele empurrou para dentro...

O choro de Nina tornou-se lancinante. Suas bochechas ardiam com uma vergonha indescritível e as lágrimas rolavam sem controle.

Sabendo que não havia escapatória, ela tentou se proteger da forma mais humilde possível. Tremendo, ela implorou com uma voz quase inaudível:

— Murilo... por favor... use... use preservativo...

Ela desejava que o chão se abrisse após dizer aquilo, mas naquelas circunstâncias, não teve escolha.

Murilo reagiu como se ouvisse uma piada absurda, exibindo um sorriso de escárnio:

— Usar o quê? Engravidar de um herdeiro meu é a sua sorte, não seja ingrata!

Tomado pela luxúria, Murilo ignorava os apelos de Nina, mergulhado em sua própria loucura e cego para o desespero dela.

Ele posicionou as pernas longas da jovem sobre seus ombros e inclinou-se, pressionando-a com força.

Sob o peso, o corpo dela quase dobrava ao meio em uma postura erótica e agonizante.

O membro ardente invadia a fenda úmida, enquanto a carne sensível tentava, com esforço, envolver a invasão.

Os movimentos rítmicos de estocadas profundas atingiam a mente de Nina como ondas de choque.

— Ah... uh... tira... Murilo... não faz assim... uh... use proteção... seu louco maldito...

Entretanto, aquilo era apenas o começo.

Após a cama, Murilo ainda não estava satisfeito. Seus braços robustos envolveram a cintura de Nina como algemas de ferro, arrancando seu corpo nu da cama e arrastando-a até a enorme janela de vidro do hotel.

Murilo a prensou contra o vidro gélido sem qualquer delicadeza; o som do impacto abafado ecoou pelo quarto.

O corpo de Nina, sem qualquer proteção, colava-se ao vidro frio, e o gelo parecia penetrar até seus ossos.

Ela implorou em desespero:

— Não faça mais isso, Murilo, por favor... alguém lá fora pode ver, eu estou sem nada...

A jovem batia as mãos impotente contra o vidro, chutando o ar e contorcendo o corpo, mas era incapaz de se libertar.

Em vez de parar, Murilo usou uma das mãos para apertar brutalmente o queixo dela, forçando-a a olhar para fora:

— E se virem? Que todos vejam que você não passa de um brinquedo meu, sem valor nenhum.

Nina retrucou chorando: — Murilo, você não pode me tratar assim...

Mas ele apenas riu: — Eu posso tudo. Você não tem direito a resistir. Se as pessoas lá embaixo te vissem agora, pensariam que você não passa de uma meretriz de rua.

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Dizendo isso, ele iniciou uma nova rodada de tortura frenética...

Os seios de Nina estavam prensados contra o vidro gelado enquanto suas costas sentiam o peito febril de Murilo.

Entre o gelo e o fogo, ele separou as nádegas alvas dela e, de pé, invadiu seu corpo por trás sem qualquer cerimônia...

— Murilo... não nessa posição... vão ver lá embaixo... ah... devagar... para... eu te imploro... eu errei... Murilo...

— Nininha, agora é tarde para pedir perdão — disse ele, segurando a cintura dela para que ela baixasse o tronco e empinasse as nádegas. — Relaxe e me deixe te comer. Se eu ficar satisfeito, eu te solto.

Após centenas de movimentos, Nina sentiu o membro tremer dentro dela. Percebendo que ele iria gozar, ela tentou se desvencilhar em pânico:

— Murilo, tira... não goza dentro... eu vou engravidar... não... tira...

Mas foi em vão. Uma torrente de calor inundou as profundezas de sua intimidade; Murilo gozou dentro dela.

Nina estava com o rosto febril, o corpo tremendo e as pernas fracas demais para se sustentar.

Quando ele se retirou, o fluido esbranquiçado transbordou da fenda inchada e escorreu por suas coxas, pingando no chão do hotel.

Nina, com os olhos vermelhos, soluçava: — Murilo... seu perverso... eu te odeio...

Aquela era sua primeira vez, e em seus sonhos deveria ter sido com alguém que amasse, não uma entrega forçada a um demônio. Toda a sua inocência foi estilhaçada.

As luzes da cidade através do vidro iluminavam o desespero e a dor de Nina.

Para o último ato, Murilo a carregou como uma boneca sem vida até o banheiro.

A banheira estava cheia de água morna, com o vapor preenchendo o espaço estreito.

Ele a jogou na água com um estrondo.

Nina resistia fracamente: — Chega... eu não aguento mais... dói muito lá embaixo...

Murilo continuou indiferente, despindo-se enquanto zombava:

— Você acha que tem o direito de reclamar de dor?

— Nina, agora você é minha escrava sexual. Vai me servir até eu ficar satisfeito, entendeu?

Pelo resto da noite, ignorando a exaustão dela, ele continuou a maltratá-la naquele espaço úmido.

Seus movimentos eram carregados de uma fúria bruta, como se quisesse quebrá-la.

— Murilo... para... devagar... eu vou chegar lá de novo... uh... tira... eu te imploro...

A água da banheira transbordava e molhava o chão, acompanhando o som da luta e da tortura.

Murilo segurou o queixo dela e lambeu seu pescoço, murmurando com voz sombria:

— Escrava, hoje você vai me chamar de senhor.

Após uma noite inteira de "disciplina", o corpo de Nina estava extremamente sensível, e marcas avermelhadas logo cobriram seu pescoço.

— Senhor...

— Muito bem, continue.

— Senhor... eu... ah... eu vou chegar lá...

— Então aguente. — Ele a prendeu em seus braços dentro da água, mordendo o pescoço dela como um vampiro insaciável.

— Sem a minha ordem, a escrava não tem permissão para atingir o orgasmo.

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No quarto do hotel, o choro abafado de Nina e a respiração pesada de Murilo cessaram, dando lugar a um silêncio arrepiante.

Nina jazia nua na cama, coberta pelas marcas da violência de Murilo: beijos e mordidas roxas espalhavam-se pelo pescoço e ombros como pegadas de uma fera.

Em sua cintura e nádegas, as marcas dos dedos de Murilo contavam a história do abuso que acabara de sofrer.

Nina havia desmaiado pelo trauma físico e emocional, deitada ali como uma flor destruída pela tempestade.

Quando tudo terminou, Murilo a envolveu por trás na cama, como se quisesse fundir o corpo dela ao seu.

— Nininha, você é minha, sempre será! — sussurrou ele.

— Mesmo que me odeie, não pense em me deixar!

Ele observava as marcas que deixou nela como se fossem troféus de propriedade, exibindo um sorriso doentio de satisfação.

Mal sabia ele que, muitos anos depois, estaria ajoelhado em prantos implorando pelo perdão dela, percebendo o quão terrível foi o seu erro.

No segundo dia da competição, Nina sentia-se em outro mundo.

O pesadelo da noite anterior não saía de sua cabeça e cada passo fazia suas pernas tremerem sob um peso invisível.

Ela estava pálida, com suor frio escorrendo por sua testa.

O Professor Lucas notou sua condição e aproximou-se preocupado:

— Nina, você está péssima. Está doente? Se não conseguir, não se force, haverá outra chance no ano que vem.

Nina forçou um sorriso, com a voz rouca mas determinada:

— Professor, eu estou bem. Já cheguei até aqui e quero continuar. Não se preocupe.

Ela cerrou os punhos para se encorajar. Quando o sinal da prova tocou, ela caminhou até o equipamento e, ao tocar o teclado, suas mãos pararam de tremer.

Seus dedos voavam pelas teclas, inserindo códigos complexos com foco absoluto, apesar das dores abdominais que a faziam franzir a testa.

Os outros competidores olhavam admirados para a força e a aura de concentração que aquela garota frágil emanava.

Quando os resultados apareceram confirmando que ela completara todas as tarefas, ela relaxou e quase caiu da cadeira.

Na cerimônia de premiação, Nina subiu ao palco com passos vacilantes, mas segurou firmemente o troféu de primeiro lugar.

Sob os aplausos, seu rosto não mostrava alegria, apenas um olhar vazio.

Murilo aproximou-se e disse suavemente: — Parabéns, Nina. Você realmente tem talento.

Nina virou-se para ele com um sorriso que parecia tímido e respondeu: — Obrigada.

Contudo, por trás desse sorriso, seu coração estava gélido.

Ela sabia exatamente o que ele fizera e estava mais decidida do que nunca a usá-lo; aquele agradecimento era apenas parte de sua encenação.

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