localização atual: Novela Mágica 18+ Moderno Obcecado por Ela: Domando a Fera Capítulo 11: Prazer Perverso nas Alturas

《Obcecado por Ela: Domando a Fera》Capítulo 11: Prazer Perverso nas Alturas

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Logo, o dia da Competição de Tecnologia de IA se aproximou.

Como o local do evento era em outra cidade, a escola organizou o transporte de todos em um voo fretado.

No saguão de embarque, os alunos se dividiam em pequenos grupos, conversando animadamente; a empolgação era visível em cada rosto.

Nina sentava-se sozinha em um canto, observando os arredores com cautela, como um pequeno animal acuado.

Murilo, com as mãos nos bolsos, sentou-se ao lado dela de repente, apoiando o braço no encosto da cadeira de Nina com uma ousadia difícil de recusar.

O corpo de Nina ficou tenso instantaneamente, mas ela foi forçada a manter a calma.

— Ora, sentada sozinha?

— Murilo aproximou-se, com um sorriso leve e um tom de voz provocante.

Nina desviou o rosto e permaneceu em silêncio, mas seu coração batia descompassado como um coelho assustado.

Após o embarque, Nina encontrou seu assento e, mal relaxou, viu Murilo ocupar a poltrona ao lado.

Seu coração disparou novamente.

Ela queria apenas usar o status dele para obter proteção na escola; no fundo, não desejava qualquer envolvimento real com ele.

Depois da decolagem, a cabine mergulhou em silêncio, restando apenas o zumbido dos motores...

As mãos de Murilo começaram a ficar inquietas.

Primeiro, ele agarrou a mão de Nina bruscamente; o toque era como uma serpente fria deslizando sobre sua pele...

Nina tentou recuar por instinto, mas não conseguiu se soltar.

— O que você está fazendo?

— sussurrou ela, encarando-o, tentando recuperar a mão.

— Nina, você não saiu espalhando por aí que eu sou seu namorado?

Então, durante esta viagem, temos que aproveitar para ficarmos bem próximos.

Murilo falava baixo, com um sorriso malicioso, sem diminuir a força do aperto.

Logo, sua mão alcançou o seio de Nina, começando a massageá-lo sem pudor...

Simultaneamente, a outra mão já levantava a saia dela, com os dedos deslizando lentamente pela parte interna da coxa em uma carícia que faria qualquer um corar...

— Nina, este avião... um lugar apertado e privado, não é excitante? — sussurrou Murilo no ouvido dela, em um tom carregado de segundas intenções.

Nina arregalou os olhos. Queria empurrá-lo imediatamente, mas lembrou-se de que todos acreditavam que eles estavam namorando.

Se resistisse agora, a fachada que tanto se esforçou para construir ruiria instantaneamente.

Ela mordeu o lábio inferior com tanta força que quase o feriu, cravando as unhas na palma da mão para conter o nojo.

Suportando as lágrimas, ela permitiu que as mãos de Murilo percorressem seu corpo, embora não conseguisse parar de tremer como uma folha ao vento.

Murilo não parecia satisfeito apenas com carícias no assento.

Com um olhar de loucura, ele se levantou bruscamente, agarrou o pulso de Nina e, ignorando a resistência dela, arrastou-a em direção ao banheiro do avião.

Nina estava aterrorizada; quis gritar por socorro, mas o medo de que seu plano fosse arruinado a fez emitir apenas protestos fracos.

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Dentro do banheiro, Murilo trancou a porta rapidamente e a prensou contra a parede.

Antes que ela pudesse reagir, os lábios dele caíram sobre os dela como uma tempestade, beijando-a freneticamente.

Após dias de reflexão, ele chegara a uma conclusão: não importava se ela não fosse virgem, ele desejava o corpo de Nina.

Suas mãos começaram a percorrer o corpo dela com urgência, puxando suas roupas de forma bruta e tentando desabotoar sua blusa.

Nina balançava a cabeça desesperadamente para evitar o beijo, empurrando o peito dele:

— Murilo, me solta, estamos num avião...

Inabalável, Murilo segurou os ombros dela com força e desceu a outra mão, rindo friamente:

— Ora, você finge ser minha namorada lá fora... já que é assim, deve me dar algum pagamento.

Nina sentia uma mistura de pressa e raiva; as lágrimas transbordavam e seu coração estava repleto de desespero.

— Uh... Murilo, não... estamos no avião, os professores e alunos vão ouvir...

 

— Do que tem medo? É tão covarde assim? Mesmo que ouçam algo, eles não terão coragem de perguntar.

Murilo deu um sorriso leve e guiou a mão de Nina para baixo, até o volume evidente em sua calça, conduzindo os dedos dela para abrir o zíper de metal.

Talvez pelo espaço ser tão reduzido, o coração de Nina batia tão forte que ela sentia o som do zíper superar o ruído dos motores.

Murilo era alto e, com os corpos colados, o rosto de Nina ficava enterrado no peito dele.

Ela sentia, sob o uniforme escolar, os músculos firmes e a temperatura febril, o que deixava suas bochechas rubras.

A cena, à primeira vista, parecia que ela estava se jogando nos braços dele.

Ao abrir o zíper, Murilo libertou seu membro já ereto e pulsante, que atingiu a palma da mão de Nina.

Ela tentou recolher a mão imediatamente, mas ele a segurou pelo pulso, forçando-a a massagear seu desejo.

— Por que está fugindo?

Com a outra mão, Murilo envolveu a cintura da jovem, puxando-a para mais perto, até que não houvesse mais espaço entre eles.

— Se fugir de novo, eu te possuo aqui mesmo.

Nina sabia que Murilo era um louco completo e que cumpria o que prometia.

Se resistisse violentamente, atrairia a atenção de todos ou enfureceria Murilo — dois resultados que ela queria evitar.

Seguindo seu "Plano Dois", ela precisava usar as conexões dele; pensando nisso, Nina desistiu da resistência.

Murilo era obsessivo com limpeza e certamente não gostaria de ter relações em um lugar assim; se fosse apenas usar a mão para satisfazê-lo, ela poderia... suportar...

Murilo guiou a mão de Nina sobre o membro ardente, ordenando que ela abrisse os dedos para envolvê-lo e fizesse movimentos de subida e descida...

— Isso, assim mesmo. Precisa técnica para me dar prazer — elogiou ele.

Nina revirou os olhos internamente: — ...

Ela sentia a palma da mão escorregadia; aquele membro arroxeado parecia crescer e esquentar a cada segundo, pulsando ocasionalmente, o que a assustava.

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Era o primeiro contato de Nina com um órgão masculino; as ilustrações dos livros de biologia tornaram-se realidade, e a complexidade de sentimentos a dominava.

Com o rosto vermelho como sangue e os olhos fechados, ela só desejava que aquilo acabasse logo...

De repente, seu queixo foi apertado e ela foi forçada a erguer o rosto.

Toda a sua vergonha ficou exposta aos olhos de Murilo.

O olhar dele era predatório, fixo na face rosada da jovem, e sua voz era sedutora:

— Nina, me diga... você gosta disso?

— ...

Nina tinha vontade de esmagar aquilo que segurava!

Mas, sendo pragmática, ela assentiu levemente, fingindo gostar.

Murilo, observando o canto dos olhos avermelhados e o brilho úmido do olhar dela, achou-a adorável.

Ele levantou o queixo dela mais um pouco e deu um beijo rápido em seus lábios.

— Vamos, diga as palavras, uma por uma.

— ...

Ele era realmente doente, pensou Nina, xingando-o mentalmente de todas as formas possíveis.

Percebendo a hesitação dela, Murilo enfiou a mão por dentro do uniforme, afastou o sutiã e apertou o mamilo dela com malícia, puxando-o para fora...

Nina soltou um grito baixo; seu mamilo delicado, nunca estimulado assim, endureceu instantaneamente.

— Se não for obediente, eu te desnudo aqui mesmo para todos verem! — ameaçou ele.

Louco!

Nina mordeu o lábio e fechou os olhos, com os cílios tremendo.

Ela esforçou-se para acalmar suas emoções.

Ao abrir os olhos novamente, seu olhar estava límpido.

— Eu gosto — disse ela com a voz doce e mentirosa.

— É tão grande... só de tocar eu já fico com vergonha...

Murilo finalmente ficou satisfeito.

Ao atingir o limite, ele envolveu a mão de Nina com a sua, acelerando os movimentos até que finalmente gozou...

A palma da mão de Nina ficou coberta por um líquido viscoso.

Ela franziu a testa, escondendo o nojo, e cumpriu seu papel:

— Murilo, você é incrível...

Após o clímax, Murilo encostou-se na parede, ofegante, saboreando o momento com um olhar profundo sobre Nina.

Mesmo que ela estivesse fingindo, ele gostava daquele jogo.

Ao lavar as mãos, Murilo foi estranhamente gentil, ajudando Nina a se limpar; com os dedos entrelaçados, pareciam um casal real.

Apenas Nina sabia o quão cruel era o homem que a envolvia com sua estatura imponente por trás.

Ele mordeu a ponta da orelha dela e sussurrou:

— Nininha, da próxima vez, eu quero gozar dentro de você, pode ser?

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