localização atual: Novela Mágica 18+ Moderno Obcecado por Ela: Domando a Fera Capítulo 9: Duelista de Palavras e Desejos

《Obcecado por Ela: Domando a Fera》Capítulo 9: Duelista de Palavras e Desejos

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Após a partida de Lucas, o quarto mergulhou em um silêncio mortal.

Nina, de costas para Murilo, encolheu-se na cama com as lágrimas ainda nos olhos, o coração transbordando preocupação por Lucas e desespero por sua própria situação.

Murilo permaneceu imóvel, observando as costas trêmulas de Nina, enquanto aquela emoção inexplicável em seu peito se tornava cada vez mais intensa...

Momentos depois, ele respirou fundo, esforçando-se para recuperar sua habitual frieza e arrogância.

Tirou do bolso um frasco requintado de uma excelente loção medicinal para hematomas.

Ele avançou e jogou o frasco com força ao lado de Nina, dizendo friamente:

— Use o remédio. Não quero que meus pais percebam nada e acabem sobrando problemas para mim por causa da sua estupidez.

Nina estremeceu ao ouvir a voz, mas continuou sem se virar, ignorando as palavras dele.

Seu coração estava repleto de aversão e ódio; ela jamais obedeceria às ordens dele.

Ao ver que Nina não reagia, a fúria de Murilo reacendeu. Ele agarrou o ombro dela, virando-a à força para encará-lo.

— Estou falando com você, ficou surda? Use o remédio agora!

Nina foi forçada a encarar Murilo, com os olhos cheios de raiva e indignação:

— Com que direito você quer me dar ordens? Depois do que fez comigo ontem, vem agora com essa falsa gentileza oferecer remédio? Acha que eu vou agradecer? — A voz de Nina estava embargada, repleta de mágoa.

Enfurecido pelas palavras dela e sem argumentos para rebater, Murilo, tomado pelo ódio e pelo constrangimento, estendeu a mão para desabotoar a calça de Nina, resmungando:

— Se não vai passar sozinha, eu mesmo passo!

— O que você está fazendo? Me solta!

— Nina gritou aterrorizada, lutando desesperadamente e golpeando as mãos de Murilo.

Seu rosto estava vermelho e a vergonha a afogava como uma maré...

Os ferimentos nas nádegas estavam em uma zona íntima; ela não podia permitir que ele a invadisse repetidamente dessa forma.

No entanto, a força de Murilo era esmagadora.

Em poucos movimentos, ele abriu a calça dela, deixando a parte inferior de seu corpo exposta ao ar...

Ao ver as nádegas inchadas de Nina, o coração de Murilo deu um solavanco, percebendo que pesou a mão na noite anterior.

Mas seu orgulho não permitia demonstrar remorso, então ele apenas bufou:

— Foram só uns tapas e já faz todo esse drama? Agora sente dor? Por que não se conteve ontem quando estava seduzindo o Lucas?

Nina estava envergonhada e furiosa, as lágrimas jorrando:

— Murilo! Seu canalha! Você é um monstro!

Ela contorcia o corpo, tentando evitar o olhar e o toque dele.

Murilo ignorou os insultos, abriu o frasco, derramou um pouco da loção nas mãos e as esfregou até aquecerem, aplicando o remédio sobre as feridas dela.

No instante em que o líquido tocou os hematomas, Nina estremeceu de dor, deixando escapar um gemido baixo e involuntário.

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— Ah... uh... dói... dói... vai devagar...

Aquele som assemelhava-se tanto aos gemidos de um momento de luxúria que a vergonha a atingiu instantaneamente.

Nina ficou com as bochechas ardendo e mordeu o lábio inferior às pressas, tentando engolir qualquer som que pudesse escapar.

Murilo hesitou por um segundo, mas depois acelerou o processo, embora a força em suas mãos tenha se tornado muito mais leve. Ele continuou dizendo:

— Aguente firme. Se continuar gemendo assim, não serei gentil.

Na verdade, ele sabia muito bem que essa suposta falta de "gentileza" era apenas um disfarce para esconder seu próprio nervosismo.

Durante a aplicação, Nina manteve os olhos bem fechados e as lágrimas não paravam de cair.

O toque das palmas ásperas de Murilo massageando suas nádegas a deixava mortificada de vergonha.

Entretanto, uma reação fisiológica inconfessável surgiu de forma inoportuna: ela sentiu-se molhada novamente...

Isso a fazia sentir que sua dignidade estava sendo pisoteada repetidamente por Murilo...

E ele, observando aquela pele marcada por hematomas, sentia sentimentos cada vez mais complexos; ele desfrutava do controle absoluto sobre ela, mas ao mesmo tempo sentia uma pontada de culpa pelos ferimentos causados.

Ao observar as nádegas de Nina por tanto tempo, Murilo percebeu que tivera uma reação fisiológica incontrolável. Ele ficou excitado, apenas de olhar para ela.

 

Com o desejo despertado, ele buscou um travesseiro e o colocou sob o ventre de Nina.

Como ela estava deitada de bruços para receber o remédio, esse movimento elevou as nádegas dela para o alto.

Agora, Murilo podia olhar diretamente para a fenda úmida da jovem.

Os grandes lábios estavam inchados, deixando apenas uma fenda estreita entre eles.

A região pubiana estava limpa e aparada, manchada por um líquido melífluo que brilhava como o orvalho da manhã.

Nina soltou um grito de surpresa e tentou se cobrir com as mãos:

— Seu pervertido... uh... não olha... quem te deu permissão para olhar...

Rápido, Murilo capturou as duas mãos de Nina com uma só mão, prendendo-as atrás da cintura dela.

Agora, Nina parecia um peixe fora d'água sobre uma tábua de cortar carne, incapaz de se mover. Desesperada, ela gritou:

— Me solta... se não soltar eu vou gritar por socorro!

— Grite, se não se importar que os empregados te vejam assim

— respondeu Murilo, aparentemente calmo, enquanto sua mão suja de pomada massageava as nádegas inchadas da jovem e deslizava para baixo...

Seus dedos tocaram a fenda dela; ela estremeceu por inteiro, soltando um gemido envergonhado, e cerrou os dentes para impedir que o som escapasse.

Mesmo inchada, a intimidade de Nina ainda era bela, num tom rosado e delicado.

Ao toque dos dedos de Murilo, a pele imediatamente se cobria de um suco transparente.

Ontem, Murilo focou apenas na "disciplina" e não olhou seriamente para aquela parte dela.

Agora, observando de perto, seus olhos ficaram vidrados.

Ele já vira filmes e fora levado pelo primo mais velho a locais de entretenimento adulto, mas nunca sentira interesse pelo corpo de outras mulheres.

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Chegava a achar sujo. No entanto, pensando nisso, ele usou dois dedos para separar as pétalas inchadas e avermelhadas, revelando a carne macia e escarlate lá dentro...

Enquanto Nina murmurava sons baixos, a carne sensível e nunca tocada tremia ao contato com o ar, parecendo digna de pena.

O coração de Murilo ardia de desejo. Impulsionado por uma força mágica, ele segurou os quadris de Nina com as duas mãos, elevando-os à força...

Então, ele se inclinou e aproximou o rosto da intimidade dela...

Nina teve as mãos soltas, mas seus braços estavam dormentes.

Antes que pudesse gritar diante da loucura dele, sentiu Murilo sugando-a completamente...

Sim, sugando. Não era apenas lamber.

A boca de Murilo envolveu a fenda de Nina, e sua língua penetrou naquele pequeno orifício, trabalhando em conjunto com os lábios e dentes...

Como se estivesse saboreando uma gelatina de frutas, ele sugava o mel que transbordava para dentro de sua boca...

Ele não esperava que ela fosse tão doce...

Murilo sugava com afinco, e Nina sentia sucessivas correntes elétricas percorrendo seu corpo, deixando-a paralisada de prazer, com os dedos dos pés contraídos...

— Sai daí... ah... uh... Murilo... seu canalha... não toca aí... a língua não...

Após sugar, a língua de Murilo deslizava de um lado para o outro, fazendo o ventre de Nina contrair-se repetidamente.

Após um grito baixo, ela liberou uma torrente de líquido transparente... Ela foi levada ao orgasmo apenas pela língua dele...

Ainda sob o efeito do clímax, Nina sentia o corpo em brasa e o rosto queimando, escondendo a face no travesseiro, deixando apenas as orelhas vermelhas como sangue à mostra. Sua voz saiu abafada:

— Mu... Murilo... seu infeliz... quem deixou você lamber ali... sai... sai daqui agora...

Somente após o orgasmo de Nina é que Murilo voltou a si.

Ele próprio ficou assustado com sua ação; ele realmente servira a Nina voluntariamente? Era inacreditável!

O volume rígido e pulsante em sua calça lembrava a Murilo que, naquele momento, ele desejava loucamente possuir aquela garota, entrar e sair de sua fenda delicada sem parar...

Não importava se ela era virgem ou não...

Ele descobriu, milagrosamente, que seu nojo crônico não se aplicava a Nina...

No entanto, vendo que Nina estava extremamente resistente e que toda a região estava inchada, ele decidiu que precisava de tempo para organizar seus pensamentos...

Assim, Murilo engoliu em seco, reprimindo o olhar complexo, e disse com a voz rouca:

— Não tenha mais nenhum contato com o Lucas, ou da próxima vez não será tão simples.

Dito isso, ele subiu a calça de Nina e saiu do quarto rapidamente, deixando-a sozinha na cama, imersa em humilhação e timidez.

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