localização atual: Novela Mágica 18+ Moderno Obcecado por Ela: Domando a Fera Capítulo 7: Se For Virgem…

《Obcecado por Ela: Domando a Fera》Capítulo 7: Se For Virgem…

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Aquela voz parecia carregar uma autoridade real e assustadora.

A empregada estremeceu, quase deixando cair os lençóis; ela assentiu freneticamente e recuou em pânico, fechando a porta às pressas.

Nina, agarrando-se à última esperança, gritou em prantos:

— Me ajude! Por favor, chame o Sr. Augusto ou a Dona Helena...

No entanto, a empregada agiu como se não tivesse ouvido, apressando o passo e desaparecendo rapidamente no fim do corredor.

Na mente daquela mulher, Nina era apenas a filha de um corrupto, enquanto Murilo era o jovem mestre daquela casa; ofender Murilo significava colocar seu emprego em risco.

Por isso, ela escolheu ignorar o pedido de socorro de Nina.

Do lado de fora do quarto, o som contínuo de tapas atraiu cada vez mais servos.

Elas se reuniram, cochichando entre si com olhares repletos de malícia contra Nina.

— Essa garota parece tão sonsa, mas quem diria que é tão sedutora a ponto de deixar o patrãozinho nesse estado — disse uma governanta mais velha, torcendo o nariz com desprezo.

— Hunf, o pai dela roubou tanto dinheiro e prejudicou tanta gente, ela não pode ser boa coisa. Isso é carma — concordou outra empregada mais jovem, com o rosto transbordando aversão.

— Exatamente. Ainda vive aqui na nossa casa de graça... Por mim, já deviam ter expulsado ela, só serve para manchar o nome da família.

— Se quer saber, o patrãozinho tem o coração mole demais. Ele tem mais é que dar uma lição nela para ela entender o lugar dela.

Essas discussões atravessavam a porta e chegavam aos ouvidos de Nina, fazendo-a chorar ainda mais desesperada.

Murilo, ao ouvir aquelas vozes, não parou; pelo contrário, seus golpes ficaram ainda mais pesados, como se quisesse apagar completamente qualquer vestígio de rebeldia nela.

Ele sussurrou no ouvido de Nina:

— Ouviu isso? Todo mundo acha que você merece. Você é só uma garota má que ninguém quer!

— De agora em diante, você só servirá para ser montada por mim, para ser comida por mim. Será a minha cadela!

Nina só conseguia soluçar impotente.

Sob essa dupla humilhação e tortura, uma umidade surgiu em sua intimidade; gotas de mel molhavam os pelos esparsos, prestes a cair...

Ela estava molhada...

Nina apertou as pernas com força, tentando esconder sua reação do demônio...

O olhar de Murilo escureceu.

Ele pegou uma régua comprida que estava sobre a escrivaninha de Nina e a descarregou nas nádegas dela, que já estavam vermelhas pelos tapas.

Ouviu-se um estalo seco e, entre as marcas de mãos, surgiu um vergão vermelho e linear.

— Murilo... seu perverso... você é louco... espero que você morra...

Nina balançava a cabeça sem aguentar mais, suas mãos tateavam a mesa desordenadamente até que ela sentiu uma caneta esferográfica.

Ela a agarrou e tentou perfurar Murilo em um movimento para trás.

Devido ao ângulo, a ponta da caneta desviou da trajetória e atingiu o braço de Murilo.

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Como ele treinava constantemente, seus músculos eram firmes e seu braço saiu ileso.

Com um estondo, a caneta foi arremessada longe.

Ela caiu aos pés de Murilo, que a esmagou com violência, quebrando o plástico transparente com um pisão.

Parecendo não esperar que Nina tentasse algo assim, Murilo franziu o cenho e, com a mão direita, levantou uma das pernas dela.

Essa posição deslocou o centro de gravidade de Nina, fazendo-a quase cair; ela tentou resistir, mas Murilo a pressionava por trás com tanta força que ela não conseguia se mexer.

— Me solta... seu lixo... escória... AAAAARGH!!

Nina lutava, e seu grito atingiu um tom agudo e repentino porque Murilo usou a régua para golpear duramente a sua fenda.

— A boca é rebelde, mas o corpo é bem honesto. Escorrendo tanto mel assim... no fundo você está gostando, não é?

Murilo posicionou a régua verticalmente e começou a raspar a vulva de Nina.

Logo, o líquido viscoso que transbordava de seu interior manchou a superfície da régua.

Nina ficou com o rosto rubro de humilhação, tentando a todo custo fechar as pernas, mas a força de Murilo era esmagadora; ela não conseguia se soltar.

— Eu te aconselho a ficar quieta e poupar energia — disse Murilo enquanto batia levemente de novo na intimidade dela, de forma pausada.

— Você já fez isso com o Lucas? Você é virgem?

Nina o encarou, apertando os lábios em silêncio.

Murilo usou a ponta da régua para cutucar a entrada delicada, sinalizando para que ela respondesse.

Nina tinha pavor de que aquele louco realmente enfiasse a régua nela; por dentro estava aterrorizada, mas por fora fingia calma, deixando escapar algumas palavras por entre os dentes:

— Se eu sou virgem ou não, o que isso tem a ver com você?

Murilo, vendo tamanha teimosia pela primeira vez, soltou uma risada baixa.

Ele se inclinou e mordeu a nuca branca e frágil da jovem, murmurando com uma voz carregada de perigo:

— Se for virgem, eu te como.

— Se não for, eu te torturo.

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