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《Minha Cobra de Sangue Azul》Capítulo 7

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Ele soltou minha mão com desolação, sentindo-se completamente perdido.

Era como se tivesse acabado de perder algo de valor inestimável.

Mas, por mais que tentasse correr atrás, ele jamais conseguiria capturar aqueles momentos que um dia ignorou.

Depois de muito tempo, ele finalmente cobriu o rosto e chorou amargamente.

14

Dante olhava para mim com uma expressão séria.

"Você quer que eu use isso? De jeito nenhum".

Aumentei um pouco o tom de voz: "Tem certeza?".

"Absoluta".

Abanei a mão com indiferença: "Está bem, não vou te forçar".

"Vou ligar para o Enzo então. Tenho certeza de que ele ficaria encantado em vestir isso para mim".

Observei sua reação pelo canto do olho.

Enquanto isso, fingi estar pensativa. "Pensando bem... a cauda dele é tão felpuda, e eu ainda não a toquei. Deve ter um toque maravilhoso!".

Ao ouvir isso, a expressão de Dante mudou instantaneamente.

Ele sabia muito bem que Enzo estivera em minha casa da última vez.

Ele o vira usando aquela roupa de mordomo diante de mim e, com um misto de desprezo e ciúme, o rotulou como uma "raposa irritante".

Ao me ouvir falar aquilo...

Ele rangeu os dentes.

Agarrou o conjunto de luxo da roupa de mordomo que estava sobre a cama e, sem dizer uma palavra, marchou para o banheiro.

Eu o provocava do lado de fora da porta.

"Para que tanta cerimônia? Nem me deixa ver você se trocando. Afinal, mais cedo ou mais tarde, teremos que ser totalmente francos um com o outro...".

No segundo seguinte.

Dante saiu do banheiro vestindo o traje de mordomo.

Quase tive um sangramento nasal.

O que era aquela raposa perto disso? Ele era uma tentação em forma humana!!

Com um sorriso frio, ele deu um passo em minha direção.

Acabei caindo sem querer no sofá, e ele prendeu minhas pernas inquietas, apoiando-as em sua cintura. Sua voz soou grave e rouca: "Minha pequena, agora é a sua vez".

15

O dia da festa de noivado.

Grandes personalidades da cidade se reuniram para nos parabenizar e trazer presentes.

Ele já havia completado sua transformação com sucesso.

Vestindo um terno sob medida, seu físico exalava uma presença tão poderosa que deixava qualquer um em brasas.

Muitas mulheres da alta sociedade se aproximavam, medindo-o de cima a baixo sem qualquer discrição.

Algumas até pegavam o celular, com olhares ardentes, pedindo seu contato.

Dante, porém, recusava cada uma com um sorriso polido.

E logo tratava de se esconder ao meu lado.

Fiz um bico de insatisfação e, ficando na ponta dos pés, dei-lhe um beijo estalado e possessivo na bochecha.

"Que droga, se eu soubesse, não teria deixado você ficar tão bonito assim".

Os lábios de Dante curvaram-se levemente. Uma risada baixa escapou de sua garganta.

"Com ciúmes?"

Eu me virei, ficando de costas para ele.

Fiquei em silêncio, fingindo ignorá-lo.

Dante encostou a cabeça na lateral do meu pescoço e disse com um tom sugestivo:

"Não fique brava. Algumas coisas... eu só visto para você ver".

Senti meu rosto queimar.

Rapidamente, dei um beliscão em sua cintura e o encarei:

"Não diga bobagens! Tem um monte de gente olhando!"

Ele baixou a cabeça, sorrindo sem dizer nada.

Seguiu-me obedientemente, logo atrás de mim.

Não ouvi absolutamente nada do que foi dito nos votos.

Só conseguia sentir que os olhos de Dante estavam fixos apenas em mim. Ele envolveu minha cintura com uma das mãos e, com a outra, entrelaçou seus dedos nos meus.

O calor de nossas palmas se fundiu.

Seu olhar era profundo e intenso.

"Alice, nós, homens-serpente, só reconhecemos um parceiro em toda a vida. Uma vez selado o contrato com um humano, jamais haverá traição, até a morte".

O anel de noivado deslizou suavemente pelo meu dedo anelar.

"Alice, eu te amo".

FIM

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