《A Obsessão das Criaturas: Desejos no Laboratório》Capítulo 7

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A resistência de um polvo é realmente impressionante.

Até que, no meio da madrugada, eu não aguentei mais e implorei para ele parar.

Ele afastou os fios de cabelo grudados pelo suor na minha testa e disse, de forma sedutora:

— Implore para mim, mestra.

Eu realmente não conseguia mais suportar as provocações de seus oito tentáculos, então não tive escolha a não ser dizer:

— Eu... imploro.

Enzo deu um sorriso satisfeito, finalmente concordou e soltou minhas mãos que estavam presas.

Sentei-me rapidamente, querendo me afastar daquele polvo hipnotizante.

Mas não sei o que acabei tocando sem querer.

Enzo soltou um gemido baixo.

No segundo seguinte, fui envolvida firmemente por seus tentáculos e puxada de volta para seus braços. Eu queria chorar, mas não tinha mais lágrimas: ...

— Você não disse que ia parar?!

Ele fez uma expressão de inocência e respondeu:

— Mestra, você sabe que eu tenho nove cérebros, e eles não me obedecem.

Os tentáculos sob meu corpo continuavam a se mover e girar sem parar.

— ... —

Se eu acreditar nas mentiras dele de novo, eu serei uma completa idiota!

【Epílogo】

Enzo levantou o olhar para mim e baixou a cabeça, pedindo desculpas como um bom menino.

— Mestra, eu prometo que nunca mais farei isso... —

Eu soltei um riso sarcástico: — Nunca mais? Como foi que você garantiu da última vez! E agora você ainda instiga os seus dois irmãos a virem comigo ao mesmo tempo...!

Segurando aquelas palavras vulgares, eu explodi:

— Acreditar em você?! Sem chance!

Ao ouvir isso, seus tentáculos silenciosamente ergueram o tanque e a divisória, colocando-os diante de mim: — Mestra, a chance está bem aqui.

Droga!

Eu perdi a paciência: — Coloque isso de volta no lugar agora mesmo!

Ele fez um biquinho e, com seus tentáculos poderosos, colocou tudo obedientemente no lugar original.

— Enzo, eu estou realmente brava. Não quero falar com você nos próximos dias.

Deixei essa frase no ar e o ignorei por vários dias seguidos.

Mesmo quando saíamos para caminhar, eu não dava a mínima para ele, tratando-o como se fosse invisível.

Ele me seguia silenciosamente.

Quando voltamos para casa.

Ele disse com a voz rouca:

— Mestra, por favor, não me ignore, está bem?

— Veja, esta é a minha prova de sinceridade.

Eu olhei. Seus nove tentáculos estavam estendidos, e cada um segurava uma caixinha preta.

Abri as caixas curiosa e descobri que em cada uma delas havia um anel!

Lembrei-me subitamente.

Com razão ele não queria sair daquela vitrine naquele dia, ficando parado lá observando por um longo tempo.

Eu achei que ele estivesse sendo atraído pela doceria ao lado.

Mas eram os anéis.

Lembrei-me de que, há muito tempo, eu comentei casualmente que, quando ficasse rica, usaria anéis em todos os dez dedos.

Não esperava que ele levasse isso tão a sério.

Pensando nisso, minha raiva já havia desaparecido.

Mas eu ainda fingi que estava brava e perguntei: — De onde veio o dinheiro?

Enzo hesitou por um momento: — Bem... eu fui até alguns navios naufragados no mar, peguei algumas coisas e vendi por dinheiro.

Até que ele foi honesto.

Peguei os anéis, sentindo-me um pouco comovida.

— Está bem, eu te perdoo desta vez.

— Que não se repita.

Fim

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