《Um Amor Proibido: A Noiva que Esqueceu o Seu Dono》Capítulo 19

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"Trim —"

Uma notificação surgiu no canto superior direito da tela do computador: o usuário publicou uma nova atualização.

Heitor clicou rapidamente com o mouse, entrando na conta vinculada à de Aurora.

O secretário deu uma olhada na tela e não pôde deixar de suspirar internamente; o Sr. Heitor estava novamente usando aquele método para moni... entender a Srta. Aurora.

Enquanto Aurora continuasse a usar aquela conta vinculada, Heitor seria capaz de acompanhar as informações dela.

Heitor abriu o novo conteúdo: era uma foto de um cachorrinho amarelado recém-tirada para o álbum.

No entanto, a metade do corpo de um homem aparecia de forma abrupta na imagem, como se tivesse sido capturado por acidente.

Heitor pegou o celular, sentindo um desejo incontrolável de ligar para Aurora e perguntar o que ela estava fazendo.

Mas, ao abrir a agenda, percebeu que simplesmente não tinha o novo número dela.

Ele bloqueou o celular com irritação, reprimindo as emoções negativas que surgiram de repente. Heitor levou a mão às têmporas e levantou-se da cama do hospital.

— Sr. Heitor, onde o senhor vai?

O secretário apressou-se a segui-lo, zelando por ele com dedicação: — O médico disse que o senhor ainda não pode receber alta. Precisa de mais três ou quatro dias de observação até ter certeza de que os pontos não vão se abrir.

— Três ou quatro dias é muito tempo... — Heitor tentou tirar a roupa de hospital e, ao se mexer, acabou puxando a ferida nas costas: — Sss... eu vou receber alta agora mesmo.

Na Pousada

— Mimi, venha cá.

Aurora usava um brinquedo para cães que Lucas lhe dera para atrair Mimi. Absorta na brincadeira, ela não percebeu que havia alguém atrás dela e acabou esbarrando na pessoa.

— Desculpe. — Aurora olhou para trás e descobriu que Heitor, que deveria estar no quarto do hospital, estava parado ali. As sobrancelhas de Heitor franziram-se levemente, com uma expressão amarga. A dor em seu peito era avassaladora, como se estivesse prestes a soterrar seu coração por inteiro.

— Tio? — O olhar de Aurora percorreu o ferimento nas costas dele: — O senhor não deveria estar no hospital...

— Acabei de receber alta. — Heitor lançou um olhar gélido para Lucas, que permanecia em silêncio como uma estátua decorativa, e disse: — Ainda não tomei o café da manhã. Aurora, pode me acompanhar?

— Tem na cozinha lá embaixo. Ela ainda quer brincar com o cachorro — Lucas interrompeu. Ele estava encostado na parede, com as mãos nos bolsos e uma expressão indiferente.

Heitor olhou para Lucas com um brilho de irritação: — Peço que nos dê licença por um momento. Tenho algo a tratar com a Aurora. Lucas olhou pensativo para Aurora, deu um sorriso leve e saiu do quarto.

Heitor lembrou-se do que ouvira repetidamente de diferentes médicos na noite anterior e, finalmente, perguntou com a voz pesada: — Aurora, você já pensou em voltar para o tratamento conservador e não fazer a cirurgia cerebral?

Se ela não fizesse a cirurgia, ele poderia cuidar dela pelo resto da vida. Aurora franziu levemente a testa; Heitor já sabia sobre os riscos do procedimento.

— Eu consultei muitos médicos. Embora a cirurgia possa curar o câncer, o risco de morte é altíssimo. É como se cada dia que antecede a operação fosse uma contagem regressiva para a sua vida. Heitor engoliu em seco, sua voz tornando-se cada vez mais rouca: — Mas, se voltar para o tratamento conservador, sua vida durará pelo menos um ou dois anos. Talvez nesse tempo surja um novo medicamento ou uma cirurgia mais segura e com menos riscos...

— Tio. — Aurora interrompeu a fala dele. — Eu já tomei minha decisão sobre a cirurgia.

Ela não permitiria que ninguém mudasse sua decisão, nem mesmo Heitor; ela queria ser dona de seu próprio destino.

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