《Um Amor Proibido: A Noiva que Esqueceu o Seu Dono》Capítulo 18

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Aurora voltou para a pousada, jantou e, seguindo o seu cronograma, tomou o remédio às oito da noite e adormeceu logo em seguida.

Ao acordar na manhã seguinte, ela deslizou o dedo pela tela do celular e percebeu que a conexão Wi-Fi havia caído.

Ao tentar acessar uma página, surgiu o aviso de problema na rede e a necessidade de um diagnóstico.

Provavelmente era um problema na internet da pousada. Como Aurora não havia contratado um plano de dados, seu celular agora não servia para nada além de fazer chamadas e enviar mensagens.

Lucas bateu duas vezes na porta e entrou trazendo uma tigela de sopa de macarrão com wonton: — Café da manhã.

— Obrigada. — Aurora deixou o celular de lado e deu uma mordida em um wonton.

Lá fora, já se ouviam as vozes de outros hóspedes reclamando da falta de internet.

— Proprietário, por que a rede caiu?

— Como esta pousada pode ser assim? Não dá nem para usar o Wi-Fi.

Os hóspedes da pousada estavam em polvorosa. Aurora perguntou timidamente: — Houve algum problema com a rede da pousada?

— Sim — Lucas respondeu sem mudar de expressão. — O roteador deu defeito; talvez só consertem amanhã ou depois.

Discretamente, ele deu dois chutes leves para a frente e um pequeno cachorrinho amarelado rolou até parar nos pés de Aurora.

— Um cachorrinho?

Os olhos de Aurora se iluminaram instantaneamente, e o tédio de não poder usar o celular desapareceu.

Ela se abaixou alegremente para pegá-lo no colo. Lucas não saiu de imediato; ficou ali de braços cruzados, observando.

Aurora acariciou o queixo do filhote e perguntou a Lucas: — Ele tem nome? Está tão limpinho que não parece um cachorro de rua.

Lucas olhou para Aurora por alguns segundos antes de responder: — Mimi.

— Hein? — Aurora arregalou os olhos, olhando para Lucas sem acreditar. Ouvir esse nome saindo da boca de um homem de um metro e noventa era, no mínimo, inesperado.

Lucas arqueou levemente a sobrancelha e, mantendo a seriedade, repetiu: — O nome dele é Mimi.

No hospital.

Heitor estava trocando os curativos e, ignorando a dor, folheava os comentários sob os assuntos mais falados do momento.

— Uau, não achei que a segunda parte do diário da obcecada sairia tão rápido.

— O comentário que eu estava escrevendo naquele último post foi apagado; tem o dedo de figurões nisso.

Será o tio Huo ou a herdeira obcecada?

— Vocês acham que aquela notícia sobre o adiamento do casamento do CEO do Grupo Huo com a herdeira Shen foi por causa dessa sobrinha?

— Se for isso, então essa sobrinha e o tio que a desencaminhou são feitos um para o outro. Coitada da Stefany, que estava prestes a entrar para a família.

Naquela manhã, o diário de Aurora fora novamente exposto na internet e impulsionado de forma premeditada para os tópicos mais comentados.

Heitor fechou a página e perguntou ao telefone: — Foi a Stefany quem fez isso?

A voz do outro lado respondeu: — É quase certo. O endereço de IP da conta que postou essas imagens localiza-se na residência da família Shen.

— Ela realmente não aprende — Heitor murmurou com raiva. — Entregue as provas à polícia e use o nome do Grupo Huo para pressioná-los. Exijo que a pessoa responsável seja processada.

Heitor desligou o telefone, contendo a fúria. Se ele tivesse agido assim da primeira vez, Aurora não estaria sofrendo este segundo ataque agora.

— Secretário, derrube esses posts e diga ao pessoal no país para começar a atacar as empresas da família Shen.

O secretário hesitou por um momento: — Sr. Heitor, um movimento dessa magnitude... e se o Velho Sr. Huo descobrir?

Heitor lançou um olhar gélido para a tela do computador:

— Que ele descubra.

No máximo, ele cortará os laços comigo e eu renunciarei à herança.

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