《Um Amor Proibido: A Noiva que Esqueceu o Seu Dono》Capítulo 11

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— Adiar? Por quê? — Stefany perguntou de repente com uma voz estridente, explodindo como um gato que teve o rabo pisado.

— Nossos pais, parentes, amigos, convidados e parceiros de negócios estão todos aqui agora, e você diz que o casamento foi adiado?

O olhar de Stefany pousou no contrato aberto sobre a mesa, onde se lia claramente: "Acordo de Transferência de Ações do Grupo Lin".

Ela soltou um riso sarcástico e disse em tom malicioso: — Essa garota realmente não tem vergonha. O tio está prestes a se casar e ela ainda não o deixa em paz. Tinha que fazer esse escândalo no casamento, como se estivesse desesperada para que todos soubessem daquela sujeira dela de gostar do próprio tio.

Ao ouvir as palavras de Stefany, os olhos sombrios de Heitor voltaram-se bruscamente para ela.

— Stefany, do que você está se queixando de forma tão tola?

Embora o tom de voz fosse baixo, ele fez um calafrio percorrer a espinha de Stefany, que instintivamente deu um passo para trás.

Heitor soltou um riso frio e repentino: — Nosso compromisso sempre foi uma união comercial, algo arranjado pelos mais velhos da família. Não há o menor sentimento entre nós... — Heitor fez uma pausa, lembrando-se de como, há poucos dias, ele também havia insistido em tentar forçar a união entre Aurora e Felipe.

Tendo crescido sob essa influência, ele acabou aprendendo, sem perceber, os métodos do seu pai.

— O casamento será adiado ou cancelado, você escolhe.

Heitor guardou o contrato, levantou-se e saiu da sala de descanso.

Agora ele precisava encontrar Aurora e não tinha tempo para discutir com Stefany.

— Heitor! — Stefany gritou para detê-lo: — O que você acha que as pessoas vão pensar quando souberem que você adiou o casamento com sua noiva por causa da sua sobrinha?

— Você é o detentor do poder no Grupo Huo, talvez ninguém se atreva a dizer nada. Mas e quanto à Aurora? E se aquela história da "sobrinha obcecada" for comentada na internet novamente?

— Você está me ameaçando? — Toda a emoção que havia surgido nos olhos de Heitor desapareceu instantaneamente, sendo substituída por uma frieza absoluta.

— Stefany. — Heitor pronunciou o nome dela friamente, alertando-a palavra por palavra: — Você representa a família Shen. Se cometer um erro, o preço será pago por toda a sua família.

Dito isso, Heitor deixou o salão de festas.

Ele ligou para o secretário e deu algumas instruções. Depois disso, não parou de ligar para Aurora, mas as chamadas não completavam.

Ao retornar à mansão, Heitor foi imediatamente ao quarto de Aurora.

O lugar estava completamente vazio, sem qualquer vestígio de que alguém tivesse morado ali.

"Tuuu..."

Após mais uma tentativa fracassada de ligação, Heitor virou-se para a governanta, que o seguia, e ordenou: — Dê-me o telefone.

Mas, como esperado, o resultado foi o mesmo: ninguém atendeu.

Heitor soltou um riso carregado de raiva. Apertando o celular entre os dedos, disse entre dentes: — Aurora, você realmente se superou.

— Sr. Heitor. — O secretário apareceu apressadamente, seguido por algumas pessoas que carregavam caixas de papelão de vários tamanhos: — As coisas que o senhor pediu para comprar chegaram...

Heitor olhou para as caixas, sentindo uma irritação ainda maior, e ordenou: — Governanta, leve-os e restaure este quarto exatamente como era antes.

Ele entregou o celular ao secretário: — Continue ligando para este número, sem parar, até que atendam.

Heitor saiu do quarto de Aurora e foi para o seu escritório.

Ele abriu vários sites em seu computador, inseriu o nome de usuário e a senha, e instantaneamente uma avalanche de mensagens e informações apareceu na tela.

— Sr. Heitor... — O secretário hesitou, parecendo querer dizer algo.

Heitor perguntou com a voz rouca: — A ligação completou?

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