localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O Preço do Recomeço: Fugindo do meu Ex-Marido CEO Capítulo 30: A Verdade Vinda das Trevas

《O Preço do Recomeço: Fugindo do meu Ex-Marido CEO》Capítulo 30: A Verdade Vinda das Trevas

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Maya paralisou por um instante, antes de bater o copo com força na mesa de cabeceira e dizer friamente:

— Arthur, não temos mais nada a dizer um ao outro.

Arthur olhou para os olhos dela, que transbordavam rejeição, e sentiu uma pontada no peito.

Mesmo que ele tivesse inúmeras justificativas, como as feridas no coração de Maya poderiam ser apagadas? Ele a encarou profundamente uma última vez, levantou-se e saiu sem olhar para trás.

Letícia estava diante do espelho tirando a maquiagem quando uma empregada entrou correndo, radiante, fechando a porta com um ar misterioso. Vendo aquele comportamento suspeito, Letícia franziu a testa:

— O que foi agora?

A empregada aproximou-se e sussurrou em seu ouvido:

— Ouvi da governanta que o Sr. Valente viajou para o exterior a negócios. Ele ficará fora por uma semana.

— Sério? — Letícia perguntou, surpresa e entusiasmada.

A empregada sorriu:

— Eu vi com meus próprios olhos o secretário colocando as malas no carro e saindo com o patrão.

Um brilho de malícia passou pelos olhos de Letícia, e um sorriso sinistro surgiu em seus lábios.

Maya Silva, enquanto Arthur Valente estiver fora, eu farei você desaparecer deste mundo sem deixar vestígios!

Letícia ordenou à empregada:

— Invente uma desculpa para afastar a governanta por dois dias.

A empregada riu com soberba:

— A governanta já foi enviada ao sanatório por ordem do patrão.

Letícia exultou. Ela pegou o celular, enviou uma mensagem e, após receber uma confirmação, começou a planejar com a empregada a eliminação de Maya. Quanto antes, melhor; temendo qualquer imprevisto, decidiu agir naquela mesma noite.

Tarde da noite, Maya rolava na cama sem conseguir dormir. Ela se sentou e tomou um gole de água. Abraçando os joelhos, observava a luz do luar que entrava pela janela, mas seu coração estava na penumbra. Naquele quarto silencioso, as palavras de Arthur ecoavam sem parar:

"Maya... se chegar o dia em que a verdade for revelada, você me daria a chance de explicar tudo? Mesmo que você não consiga me perdoar."

A verdade revelada? Haveria realmente algo oculto?

Enquanto pensava, ouviu vozes baixas na porta. Ela pensou ser Arthur, mas, para sua surpresa, a porta foi aberta por Letícia, acompanhada de empregados e seguranças. Ao ver os seguranças armados com porretes de madeira, Maya foi atingida por lembranças traumáticas da vida passada. Seu peito doeu.

— Maya Silva, de que adiantou você voltar? Você vai morrer do mesmo jeito — disse Letícia, revelando que já sabia a identidade de Maya. Sua voz doce estava carregada de deboche e triunfo.

Maya ficou rígida. Ela não esperava que Letícia já soubesse de tudo!

— Para te agradar, o Arthur realmente te conta tudo, não é? — ironizou Maya com frieza.

Ao ouvir o nome de Arthur, Letícia demonstrou um momento de fúria, mas logo se acalmou. Se Maya morresse hoje, ela seria a única ao lado dele. Letícia encarou Maya com um prazer sádico:

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— Maya, você sabe o que vim fazer aqui?

— Eu posso imaginar.

Aqueles seguranças eram os mesmos que, na vida passada, quebraram suas pernas e atearam fogo ao quarto. Maya encostou-se na cabeceira, encarando Letícia sem hesitar:

— Vai quebrar minhas pernas e me queimar viva de novo? Você e o Arthur realmente se merecem; os métodos são sempre tão baixos.

Letícia estacou, surpresa por Maya conhecer seu plano. Mas de que adiantava saber? Arthur estava fora do país e ninguém viria salvá-la. Letícia cobriu a boca e começou a rir, chegando a chorar de tanto riso.

— Maya Silva, eu sempre soube que você era burra, mas não tanto. — Ela ria com desdém e olhou para Maya com uma falsa piedade. — Hoje, vou ser generosa e deixar você morrer sabendo a verdade.

O coração de Maya deu um salto. Letícia aproximou-se, olhando-a de cima para baixo:

— Seu pai realmente foi injustiçado. Aquela artista e eu armamos tudo juntas. A falência da sua família também foi obra de pessoas que eu contratei.

— O quê?! — Maya exclamou, em choque.

Letícia assumiu uma expressão maníaca, encarando Maya com ódio:

— Arthur e eu crescemos juntos. Se você não tivesse me mandado para o exterior, eu já seria casada com ele! — Ela endureceu o olhar. — No cruzeiro eu quase te matei, mas você teve sorte. O Arthur levou a facada por você e ainda pulou no mar para te salvar! Por que... por que ele ainda se apaixonou por você? Se eu não te matar, nunca terei paz!

Maya ficou em choque absoluto! Ela não imaginava que Letícia nutria tanto ódio por ela e por sua família. Letícia exibiu um sorriso cruel:

— Maya Silva, você escapou da primeira vez, mas acha que escapará da segunda?

Dito isso, ela fez um sinal. Os seguranças avançaram com os porretes. Maya estremeceu, tentando se encolher. Um dos homens a imobilizou no chão.

— Não! Soltem-me! — ela gritou desesperada.

Mas sua força não era páreo para a dos homens. Ela viu, impotente, o outro segurança erguer o porrete, mirando em suas pernas.

BUM!

Um estrondo ecoou quando a porta foi arrombada com um chute. Todos no quarto levaram um susto. Letícia virou-se, aterrorizada.

Arthur Valente entrou no recinto com uma expressão indescritível, seguido pela polícia. Ele fixou os olhos em Letícia, com um tom de voz que transbordava decepção absoluta:

— Realmente foi você.

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