localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O Preço do Recomeço: Fugindo do meu Ex-Marido CEO Capítulo 25: O Teste de Arthur e uma Notícia Devastadora

《O Preço do Recomeço: Fugindo do meu Ex-Marido CEO》Capítulo 25: O Teste de Arthur e uma Notícia Devastadora

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Arthur Valente cambaleou, sentindo uma pontada súbita de dor no ferimento em seu braço; o sol forte lá fora lhe causou uma breve vertigem.

Na foto, a Sofia de 17 anos tinha uma cicatriz muito evidente, mas a mulher à sua frente possuía o polegar perfeitamente liso!

Seria possível que aquela mulher não fosse Sofia?

Embora os olhos fossem diferentes, o perfil das duas era muito semelhante.

A dúvida em seu coração tornou-se ainda mais densa: a mulher diante dele tinha apenas 30% de semelhança com a foto da verdadeira Sofia, mas 60% com Maya Silva.

Era por isso que, sempre que estava perto dela, sentia como se Maya estivesse ali.

O coração de Arthur batia freneticamente, mas sua expressão tornava-se cada vez mais fria e calculista.

Uma cicatriz sozinha não provava nada; para confirmar sua suspeita, ele precisava de outras evidências.

Ele lançou um olhar profundo para a mulher que dormia na espreguiçadeira e, em seguida, deu meia-volta e retornou ao seu quarto.

Maya acordou pouco depois e sentiu uma ardência no ferimento em sua cintura.

Ao olhar para baixo, viu que o sangue havia manchado sua blusa. Ela se levantou, decidida a voltar para o quarto para trocar de roupa e aplicar o remédio. Nesse momento, a governanta se aproximou e disse respeitosamente:

— Senhorita Sofia, o Sr. Valente e a Srta. Letícia a convidam para almoçar na sala de jantar.

Maya ficou rígida. A alta antecipada de Arthur só confirmava que ela havia despertado suspeitas no hospital.

A governanta olhou para aquela mulher tão parecida com Maya Silva e soltou um suspiro interno.

Recentemente, ela fora designada por Arthur para cuidar da mãe de Maya no sanatório, mas fora convocada de volta às pressas com a nova missão de atender a essa tal Senhorita Sofia.

Ao pensar na falecida Maya e na urna de cinzas sobre a mesa de cabeceira de Arthur, a governanta sentiu uma pontada de melancolia.

No entanto, os pensamentos dos patrões não cabiam aos empregados questionar; ela não era de falar demais. Maya, para não dar mais motivos de suspeita, seguiu a governanta com o coração apreensivo.

Na Sala de Jantar.

Assim que Maya se aproximou, o brilho acolhedor nos olhos de Letícia desapareceu por um breve instante.

— Venha rápido, querida, só falta você.

Arthur não demonstrava nenhuma reação incomum.

Maya sentou-se à mesa, de frente para ele, desejando apenas que a refeição terminasse logo para poder escapar daquela atmosfera sufocante.

Arthur percebeu o nervosismo dela, e um brilho enigmático passou por seus olhos frios.

Ele inclinou levemente a cabeça, e a governanta deu um passo à frente, servindo uma tigela de sopa de "Três Tesouros Vermelhos" para Maya.

— A senhorita parece pálida, provavelmente pelo susto no cruzeiro. O médico disse que esta sopa é excelente para o sangue; por favor, beba um pouco — disse Arthur, observando atentamente cada microexpressão no rosto de Maya.

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Ele se lembrava de ter ouvido a governanta mencionar que Maya Silva não comia nada que contivesse amendoim.

Maya era altamente alérgica; bastava um traço de amendoim para que seu rosto ficasse coberto de erupções.

Naquela sopa, ele ordenara que a governanta colocasse apenas um pouco de amendoim triturado. Se ela fosse quem ele imaginava... haveria uma reação.

Maya sentiu a dor na cintura latejar.

O aroma que ela mais detestava atingiu seu olfato, e sua expressão vacilou. Ela encarou a tigela, hesitante em beber. Letícia, notando a pausa, insistiu com um sorriso:

— Beba logo, querida. Você está pálida demais, precisa se fortalecer. Se você emagrecer, o Lucas virá nos cobrar satisfações.

— A irmã está brincando — respondeu Maya, respirando fundo e forçando-se a pegar a colher, tomando pequenos goles sob o olhar vigilante de Arthur.

Ela terminou a sopa inteira sob pressão. — Obrigada pela preocupação, Arthur, Letícia. Sinto meu estômago mais aquecido agora, estou bem melhor.

Arthur viu que ela mantinha a compostura enquanto limpava a boca com um lenço e, finalmente, desviou o olhar inquisidor. Maya sentiu um imenso alívio e retirou-se apressadamente assim que pôde.

Ao chegar no quarto, Maya correu para o banheiro, inclinou-se sobre a pia e forçou o vômito, colocando tudo para fora.

Após enxaguar a boca e deitar-se na cama, ela achou estranho: nunca havia dito a Arthur sobre sua alergia. O que aconteceu no jantar fora coincidência ou um teste dele? Ela precisava ser ainda mais cautelosa...

O ferimento na cintura voltou a doer. Após o banho, ela aplicou o remédio e voltou para a espreguiçadeira no jardim, olhando para a lua.

Era noite de lua cheia, uma imagem de plenitude que, para Maya, era sinônimo de dor eterna.

A ruína da família Silva acontecera em uma noite de lua cheia. Enquanto outros celebravam a união, sua família era destruída.

Lágrimas encheram seus olhos, e ela cobriu a boca para abafar o choro. Quando estava prestes a se levantar para voltar para dentro, ouviu claramente as vozes da governanta e de uma empregada conversando ao longe:

— O Sr. Valente... ele quer mandar a mãe doente da Maya Silva para o norte de Mianmar! Que tipo de ódio profundo é esse para fazer algo tão cruel?

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