localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O Preço do Recomeço: Fugindo do meu Ex-Marido CEO Capítulo 1: O Renascer de Maya

《O Preço do Recomeço: Fugindo do meu Ex-Marido CEO》Capítulo 1: O Renascer de Maya

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Quando Maya abriu os olhos novamente, o que viu foi o quarto nupcial decorado em um vermelho vibrante.

Ela tocou suas pernas, sentindo-as intactas, e confirmou para si mesma: ela realmente havia renascido.

Na vida passada, ela realizou o desejo de se casar com Arthur Valente. No entanto, por mais que se esforçasse, Arthur sempre foi frio e distante; ele nunca a tocou e, no fim, foi o responsável por mandar o pai dela para a prisão.

Desta vez, ela cortaria esse destino cruel com as próprias mãos.

O som do chuveiro vindo do banheiro a trouxe de volta de seus pensamentos.

Ela pegou o celular e discou um número, pedindo que alguém fosse buscar Letícia, a amiga de infância de Arthur que estava no exterior, para trazê-la de volta ao país.

Assim que desligou, ela se virou e deu de cara com Arthur, que acabara de sair do banho.

O homem usava apenas um roupão, com o cabelo semicerrado e uma expressão gélida. Ele se aproximou passo a passo, questionando:

— Você quer trazer a Letícia de volta?

Ao encontrar aquele olhar indiferente, uma dor aguda perfurou o coração de Maya.

Ela apertou o celular até os nós dos dedos ficarem brancos, mas manteve a fachada de indiferença:

— Eu sei que vocês são amigos de infância. Trazê-la de volta não é exatamente o que você quer?

Maya notou a expressão sombria do homem e continuou:

— Só agora descobri que minha mãe deu uma fortuna para ela sair do país. Quando ela voltar, vocês podem pedir a compensação que quiserem.

Os olhos de Arthur transbordaram frieza:

— Maya, você é realmente muito generosa!

Assim que terminou de falar, ele saiu do quarto a passos largos, batendo a porta com força.

Maya ficou olhando para a porta por um longo tempo. Só quando teve certeza de que ele não voltaria, ela desabou na cama, sem forças.

Na vida anterior, no terceiro ano de casados, Arthur foi reconhecido pelo patriarca da família Valente como o herdeiro legítimo.

Assim que assumiu os imensos negócios da família, a primeira coisa que fez foi mandar buscar Letícia.

Ao mesmo tempo, ele comprou a empresa da família de Maya, mandou o pai dela para a cadeia e ordenou que quebrassem as pernas dela.

Só então ela descobriu que sua mãe, para forçar o casamento, havia separado Arthur e Letícia em segredo. O ódio de Arthur por ela começou ali.

Agora que renasceu, ela só queria proteger sua família. Quanto a Arthur, ela não ousava mais desejar nada dele.

Após a briga na noite de núpcias, Arthur não voltou para casa por três dias. Hoje era o dia da visita tradicional à família da noiva, e Maya sabia que ele não a acompanharia.

Ela pegou sua bolsa, pronta para ir sozinha. Ao chegar no pátio, ouviu o grito do mordomo:

— Patrão, o senhor voltou!

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Maya parou por um instante, olhando para Arthur descendo do carro. Um sentimento indescritível subiu por seu peito. Ela pensou que ele talvez tivesse se lembrado do compromisso e ia falar com ele.

No segundo seguinte, a porta traseira do outro lado se abriu. Uma mulher jovem e bonita, vestindo um vestido branco, saiu do carro.

Era Letícia!

Maya ficou estática. Uma amargura profunda subiu por sua garganta. Ela sorriu ironicamente para si mesma: como Arthur voltaria por causa dela?

Ao ver os empregados carregando caixas de presentes atrás de Maya, Arthur, que vinha caminhando com Letícia, perguntou confuso:

— Onde você vai?

Maya levantou o olhar, encarando Letícia, e respondeu:

— Hoje é o dia da visita à minha família. Mas, já que você está ocupado, eu vou sozinha.

Arthur a observou, notando que ela não demonstrava emoção. Seus olhos estavam limpos, sem qualquer traço de mágoa.

Após os presentes serem colocados no carro, Maya caminhou direto para o portão principal, ignorando os olhares inquisidores dos dois atrás dela.

Na mansão da família Silva, Maya encontrou seus pais com os olhos marejados e depois subiu para o pequeno sótão.

Aquele era o seu refúgio, repleto de lembranças de infância e presentes de amigos. Na vida passada, após a falência da família, a casa foi vendida e ela nunca mais pôde voltar.

Ao olhar para o quarto cheio de coisas e as fotos de Arthur na parede, seus olhos se encheram de lágrimas.

Arthur parou na porta do sótão e viu Maya segurando uma caixa de música familiar, com os olhos vermelhos e o olhar perdido. O coração dele apertou de repente, e uma imagem estranha brilhou em sua mente.

Sob uma chuva torrencial, Maya, vestida em um traje luxuoso, estava ajoelhada no chão, segurando desesperadamente a barra de suas roupas.

— Arthur, meu pai é inocente! Ele nunca faria algo assim!

— Arthur, vamos nos divorciar. Eu prometo nunca mais te incomodar, só por favor, salve o meu pai!

As súplicas dolorosas pareciam ecoar em seus ouvidos. Arthur franziu a testa e massageou as têmporas.

Parecia uma alucinação; ele nunca tinha visto Maya daquela forma, mas a imagem surgiu em sua mente sem aviso.

Ele balançou a cabeça para afastar aquele desconforto e bateu na porta. Maya olhou para ele, surpresa.

Letícia tinha acabado de chegar, Arthur não deveria estar com ela? Ou seria que ele realmente se importava com a visita à família dela?

Mas, no segundo seguinte, Arthur disse:

— A Letícia não está se sentindo bem. Você poderia pedir para aquele médico tradicional que veio te atender dar uma olhada nela?

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