localização atual: Novela Mágica Moderno A Noiva Fantasma do Campeão Capítulo 40: Sombras no Beco

《A Noiva Fantasma do Campeão》Capítulo 40: Sombras no Beco

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No caminho, Luccas recebeu uma ligação de Samuel.

— Luccas, em qual quarto a mãe da Beatriz está? Quero visitá-la.

— Me espera na entrada do hospital, vamos juntos.

— Combinado.

Após desligar, Luccas e Alana seguiram de táxi. Ao se encontrarem com Samuel no portão, os três foram ao quarto da mãe de Beatriz.

Lá, ela estava recostada na cabeceira da cama conversando com a filha. Beatriz, ao vê-los, apressou-se em recebê-los.

— Samuel, Luccas, Alana! Que bom que vieram, sentem-se.

A mãe de Beatriz sorriu para os três e disse lentamente:

— Vocês devem ser os amigos da Beatriz... muito obrigada por tudo. Fiquem tranquilos, assim que eu receber alta, vou trabalhar e farei questão de lhes devolver cada centavo.

Os três balançaram as mãos em negação simultaneamente.

— Não precisa se preocupar com isso, tia — consolou Samuel. — Somos todos amigos, fizemos o que era certo. A senhora só precisa focar em se recuperar.

Os três ali não tinham nem vinte anos, e a mãe de Beatriz sabia que não era fácil para eles ganharem dinheiro.

Ela olhou para a filha ao lado e sentiu uma culpa crescente; não só estava sendo um fardo para a própria filha, mas agora também para os amigos dela.

Alana, percebendo a mudança no humor da senhora, tentou tranquilizá-la.

— Tia, não sinta essa pressão. Dinheiro a gente ganha de novo. Se a senhora ficar pior por causa de preocupação, aí sim o dinheiro terá sido gasto em vão.

Após as palavras de conforto de todos, a mãe de Beatriz finalmente começou a relaxar.

— Obrigada, crianças. Eu vou me cuidar bem. Quando eu sair daqui, faço questão de preparar um jantar para vocês.

— Combinado! — disseram os três em coro.

Eles conversaram mais um pouco e, ao notarem que ela parecia cansada, retiraram-se educadamente. Beatriz os acompanhou até a saída do hospital.

— Obrigada mesmo. Se não fossem vocês, a doença da minha mãe talvez...

Luccas a interrompeu:

— Somos amigos, não precisa falar disso. Quando sua mãe estiver bem, venha trabalhar conosco. Tenho uma função que será perfeita para você.

Sem esperar pela reação de Beatriz, ele partiu com os outros dois. Ao chegar em casa, Luccas ficou pensativo olhando para as notificações de parcelas de empréstimo em seu celular.

Alana, notando sua preocupação, sentou-se ao lado dele.

— Daqui a dois dias recebo meu salário do bico, e o joguinho que lancei começou a dar lucro. Com as suas lives, vamos quitar esse empréstimo rapidinho.

Parte do dinheiro emprestado a Beatriz viera de um empréstimo bancário; agora, além de sem reservas, eles estavam endividados. Luccas olhou para Alana com o coração pesado.

— Alana, me desculpe. Te fiz passar por dificuldades de novo.

Ela segurou o braço dele com carinho. — A Beatriz é minha amiga também. Ajudá-la era o certo. Vamos pagar tudo aos poucos. Agora, não pense mais nisso, preciso ir para o meu turno.

Alana deu um beijo em Luccas e saiu.

Luccas ficou olhando para a porta, sentindo-se culpado. Na vida passada, Beatriz o ajudara; desta vez, ele quis retribuir o favor, mas acabou envolvendo Alana nisso. Ele suspirou profundamente, afundando no sofá.

Momentos depois, ligou para Samuel para combinarem de estudar novos conteúdos para a live na LAN house.

Eles ficaram lá até as dez da noite. Ao sair, Luccas foi buscar Alana em seu trabalho. Samuel foi junto; planejavam comer algo após o turno dela.

O caminho para o local de trabalho exigia atravessar um beco estreito onde os postes estavam queimados, deixando tudo em uma escuridão total.

Luccas ligou a lanterna do celular para guiar Samuel pelo beco. Samuel estremeceu ao olhar para a penumbra.

— Luccas, isso aqui é perigoso demais. Suas lives estão rendendo bem, por que a Alana ainda vem trabalhar tão longe?

— Ela quer ajudar com as contas, não quer que eu carregue tudo sozinho — respondeu Luccas.

— Que sorte a sua. Queria encontrar uma namorada incrível assim — comentou Samuel.

Enquanto conversavam, chegaram à loja de conveniência. Alana saiu após passar o turno e sorriu ao ver os dois.

— Esperaram muito?

Luccas ajeitou o cabelo dela e disse: — Acabamos de chegar. Vamos, vamos comer algo.

Os três entraram no beco de volta. No meio do caminho, ouviram sons de correria e insultos vindo da frente.

De repente, uma sombra surgiu atrás deles, segurando um tijolo e avançando contra o grupo.

O agressor gritou enquanto atacava:

— Samuel! Finalmente te peguei, seu maldito! Vai morrer hoje!

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