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《A Noiva Fantasma do Campeão》Capítulo 30: Um Encontro do Destino no Beco

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Luccas deixou as compras de lado e entrou na cozinha, pegando a espátula das mãos de Alana e empurrando-a gentilmente para fora.

— Tem muita fumaça aqui. Saia primeiro, eu assumo o fogão.

Sem nada para fazer, Alana pegou o notebook e começou a adiantar um trabalho em grupo da faculdade.

Pouco tempo depois, Luccas serviu o jantar e a chamou para comer. A atmosfera entre os dois voltou ao que era antes: simples, doce e acolhedora.

Após a refeição, Luccas explicou para Alana toda a matéria que ela havia perdido naquela manhã e, em seguida, insistiu para que ela fosse descansar.

Alana, que tinha dormido à tarde, não sentia um pingo de sono.

Sem alternativa, Luccas teve que "convencê-la" pessoalmente a ir para a cama.

Ele a pressionou contra o sofá, beijando-a até deixá-la completamente sem fôlego e com o rosto ardendo de vergonha.

Quando ele estava prestes a avançar para algo mais, Alana o parou apressadamente.

— Eu... eu vou dormir! — exclamou ela, fugindo em direção ao quarto em pleno estado de pânico e timidez.

Luccas lambeu os lábios, sentindo o gosto residual de pêssego da pele de Alana ainda pairando no ar.

Ele acalmou seus batimentos e pegou o computador para começar a programar.

Ambos eram estudantes de Ciência da Computação e estavam entre os melhores da turma.

Na vida anterior, Luccas também escrevia códigos para ganhar dinheiro no primeiro ano, mas achava o processo lento demais e acabou focando apenas nos jogos como "pro-player" de aluguel.

Olhando para trás, percebeu que fora tolo; ele poderia ter conciliado as duas frentes em vez de apostar todas as fichas em uma só.

Assim que terminou o código, Luccas o enviou ao comprador, que pagou quase instantaneamente.

Não era uma fortuna, mas era melhor do que nada. Ele observou o saldo na conta bancária, calculando mentalmente os próximos passos.

Após alongar o corpo rígido, foi se lavar para dormir.

Ao entrar no quarto, viu que Alana já dormia profundamente.

Luccas deitou-se ao lado dela com cuidado e a aninhou em seus braços, caindo no sono logo em seguida.

A sexta-feira amanheceu tranquila. Como não tinham aulas na parte da manhã, dormiram até as dez.

Após se arrumarem, seguiram em direção à universidade.

Ao passarem por um beco estreito, avistaram um grupo de rapazes cercando e agredindo uma pessoa. Luccas percebeu que o rapaz caído parecia terrivelmente familiar.

Ele deu um passo à frente e, ao olhar de perto, o choque o atingiu: era Samuel, o futuro vice-capitão da equipe L.C. na sua vida anterior.

Naquele momento, Samuel estava sendo insultado e espancado por um grupo de delinquentes.

Luccas pediu para Alana ligar para a polícia e, sem hesitar, avançou e deu um chute certeiro no brutamontes que batia com mais violência, derrubando-o no chão.

— Parem agora! Eu já chamei a polícia, eles estão chegando! — rugiu Luccas com autoridade.

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O líder dos valentões fez um sinal para os comparsas recuarem e o grupo fugiu apressadamente.

O agressor que Luccas derrubara lançou um olhar mortal para ele antes de desaparecer, assim que o som das sirenes começou a ecoar ao longe. Luccas ajudou Samuel a se levantar do chão sujo e perguntou com preocupação:

— Samuel, você está bem? Se machucou muito?

Samuel levantou a cabeça, encarando Luccas com total estranheza.

— Como você sabe o meu nome? — perguntou ele, confuso.

Ao encontrar o olhar de um estranho, Luccas lembrou que, naquela linha do tempo, eles ainda não se conheciam.

Eles só se tornariam amigos anos depois, na equipe L.C. Luccas recordou vagamente que Samuel mencionara que, antes da fama, trabalhava como atendente em uma LAN house.

Rápido no gatilho, Luccas começou sua encenação:

— Ouvi alguém te chamando pelo nome em uma LAN house esses dias. Achei o nome marcante e acabei guardando. Mas esqueça isso, você está bem? Por que eles estavam te batendo?

Samuel achou a explicação plausível e relaxou a guarda. Ele levantou-se cambaleante e limpou a poeira das roupas.

— São uns viciados aqui da área. Foram jogar e não quiseram pagar, aí eu reclamei. Hoje eles me fecharam aqui na saída do turno.

Luccas lembrou-se do que Samuel lhe contara sobre o passado: os pais divorciados que o abandonaram, o abandono dos estudos após o ensino médio e a vida dura de trabalhos braçais onde era constantemente intimidado por marginais que roubavam seu suado salário.

Ver Samuel naquela situação precária trouxe um aperto no coração de Luccas.

Após acompanhá-lo no depoimento à polícia, Luccas anotou seu número em um papel antes de partir.

— Este é o meu número. Se precisar de qualquer coisa, me ligue. O que eu puder fazer para ajudar, eu farei.

Sem esperar pela reação de Samuel, ele segurou a mão de Alana e se afastou.

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