localização atual: Novela Mágica Moderno A Noiva Fantasma do Campeão Capítulo 28: Carne de Porco Agridoce e Planos para o Futuro

《A Noiva Fantasma do Campeão》Capítulo 28: Carne de Porco Agridoce e Planos para o Futuro

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Luccas apressou o passo para alcançar Alana.

Ele tentou segurar sua mão, mas ela se esquivou rapidamente. Ele deu um passo à frente, bloqueando seu caminho, e disse:

— Alana, por favor, vamos conversar abertamente. Não vamos ficar nesse silêncio punitivo, isso só desgasta o que sentimos um pelo outro.

Ao ouvir isso, Alana parou e ficou encarando Luccas.

Na verdade, ela não estava genuinamente furiosa com ele; estava apenas magoada por ele não ter ficado do seu lado na frente do professor, e ainda estava processando esse sentimento.

— Eu não quero falar sobre isso agora. Só quero ficar sozinha um pouco.

Luccas percebeu pelo tom de voz dela que a raiva já estava passando, restando apenas um resto de mágoa.

Ele pegou a bolsa das mãos dela e disse suavemente:

— Tudo bem. Não vou te incomodar. Quando você estiver mais calma, a gente conversa.

Dito isso, ele abriu caminho para ela passar.

Alana não disse mais nada e seguiu direto para casa.

Luccas, fiel ao seu propósito, a seguiu de perto, sem se afastar um centímetro.

Como não tinham aulas à tarde, ambos voltaram para o apartamento alugado.

Assim que entraram, Alana foi direto para o quarto.

Luccas conteve o impulso de ir consolá-la imediatamente; em vez disso, deixou a bolsa de lado e foi para a cozinha preparar o almoço.

Quando terminou de cozinhar, abriu a porta do quarto e caminhou silenciosamente até Alana.

Ela estava deitada na cama, coberta até a cabeça, remoendo suas frustrações.

Luccas sentou-se na beirada da cama, puxou gentilmente o cobertor que escondia o rosto dela e disse com ternura:

— Alana, vamos comer, sim? Fiz aquele porco agridoce que você tanto gosta.

Alana havia saído cedo para o trabalho sem tomar café da manhã.

Depois de um turno inteiro e uma aula longa, ela já estava morrendo de fome no caminho de volta.

Agora, sentindo o aroma da comida invadindo o quarto, seu estômago deu um sinal de vida difícil de ignorar.

Luccas notou que ela engoliu em seco discretamente. Segurando o riso, ele apelou para o lado emocional:

— Faz esse favor para mim, vai? Para fazer esse prato, acabei me queimando com uns pingos de óleo quente na mão... ainda está ardendo bastante.

Mais uma vez, ele usou a tática do "golpe de misericórdia emocional", e Alana, como de costume, não resistiu.

Ela descobriu o rosto, levantou-se da cama e, antes de ir para a cozinha, buscou uma pomada para queimaduras e a jogou no colo de Luccas, dizendo com um tom severo fingido:

— Passa isso você mesmo. Eu vou comer.

Ela saiu do quarto em direção à sala de jantar.

Luccas olhou para a pomada em sua mão e sentiu um calor reconfortante no coração.

Alana era assim: por mais brava que estivesse, no momento em que ouvia que ele se machucara, deixava toda a irritação de lado para cuidar dele.

Luccas aplicou a pomada nos pontos vermelhos e inchados da mão e foi se juntar a ela.

Alana comia os pedaços de porco agridoce com satisfação, e sua irritação já havia evaporado quase por completo.

Vendo que ela estava gostando da comida, Luccas relaxou. Ele se sentou à mesa e serviu uma tigela de sopa para ela.

— Coma devagar. É tudo seu.

Enquanto falava, ele a observava com um olhar transbordando carinho.

Alana sentiu-se um pouco sem jeito sob aquele olhar intenso, colocou um pedaço de carne na tigela dele e murmurou, tentando disfarçar a timidez:

— Eu não consigo comer tudo isso sozinha.

Luccas desviou o olhar para não deixá-la mais encabulada e focou na própria refeição.

Após o almoço, ele insistiu em lavar a louça enquanto Alana se sentava no sofá para ver TV.

Embora seus olhos estivessem na tela, sua mente ainda repassava os eventos da manhã.

Depois de organizar a cozinha, Luccas sentou-se à frente de Alana.

Percebendo que ela estava perdida em pensamentos, desligou a televisão e olhou fixamente para ela com seriedade.

— Alana, precisamos conversar de verdade.

Ela voltou à realidade, encontrou o olhar solene de Luccas e assentiu. Ele então começou:

— Alana, por favor, pare com esses trabalhos extras. Não é apenas por causa da faculdade; o que mais me preocupa é a sua saúde. Você mal começou o primeiro ano e já está se esgotando desse jeito. Como vai ser daqui para frente?

— Eu sempre concordei com tudo o que você quis antes. Mas, desta vez, eu te peço: confia em mim e me escuta, está bem?

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