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《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 100: Um Convite Especial!

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Alice escolheu não dizer nada, usando o silêncio para escapar da pergunta. Percebendo a intenção dela, Wan Suhe não insistiu e mudou de assunto: — Você acredita nele?

— Metade sim, metade não.

— Acredita no que ele disse?

Mesmo sendo uma pergunta diferente, a resposta de Alice foi a mesma: — Acredito em metade.

— Em qual metade?

— Que ele realmente projetou o jogo — explicou Alice. — Que realmente queria aprisionar a entidade e que ele realmente me conhece.

Wan Suhe observou a reação dela e arriscou: — Você ainda está desconfiada.

— Sim.

— Desconfiada de quê?

Alice respondeu com falsa leveza: — Desconfiada se ele realmente morreu.

Se não tiver morrido, será muito interessante.

— Se a memória for real, ele é meu segundo melhor amigo. Um amigo estranho e familiar ao mesmo tempo! Se a memória for falsa... — Ela fez uma pausa. Wan Suhe adivinhou o que viria e completou por ela:

— Ele é o maior mentiroso de todos.

Um mentiroso de marca maior. Alice sorriu: — Exatamente.

Wan Suhe finalmente entendeu por que ela mantinha essa atitude de 50%. Entregar total confiança a um estranho seria arriscado; se fosse verdade, tudo bem, mas se fosse mentira, ela estaria sendo enganada emocionalmente. Ainda assim, ele queria saber o próximo passo dela.

— O que pretende fazer agora?

Alice desviou o olhar para a janela, ouvindo o chilrear dos pássaros lá fora. — Continuar entrando nos cenários em busca de respostas.

— E se nunca encontrá-las?

— Continuarei procurando.

Wan Suhe olhou para ela e soltou um riso repentino: — Você é mesmo uma louca.

— Obrigada.

Wan Suhe: !!!

"Eu te elogiei por acaso?"

Ele foi direto: — Eu não te elogiei.

— Eu sei.

Ambos olharam para a janela; o sol atravessava as nuvens, iluminando os arranha-céus. Wan Suhe alertou: — Você agora é famosa. Pode ser reconhecida se andar na rua.

— É só usar uma máscara — disse Alice com indiferença.

— Só isso?

Ela assentiu com firmeza: — Só isso.

Wan Suhe suspirou: — Tudo bem, faça como quiser. Se precisar, me chame. — Antes de sair, ele olhou para trás uma última vez e reforçou: — Lembre-se de continuar viva.

Assim que a porta se fechou, Madeirinha, que mantivera a mesma posição por muito tempo, começou a se espreguiçar na mesa. — Mestra, parece que ele se preocupa bastante com você.

— Hum.

Alice olhou para a outra tigela de

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fechada na mesa. Já que ele não comeu, seria um desperdício jogar fora. Decidiu ser uma "pessoa boa" e comê-la. Alice começou a comer o macarrão com foco e chamou: — Madeirinha.

— Sim?

— Você me acha um demônio?

O boneco estancou, confuso. — Por que a mestra perguntou isso de repente?

— Só queria saber.

Madeirinha pulou para perto de Alice, escalou com dificuldade até o ombro dela e começou a massageá-lo. — Eu não sei como é um demônio. Só sei que a mestra salvou muita gente. No meu coração, a mestra é a melhor pessoa do mundo.

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Alice rebateu prontamente: — E também causei a morte de muita gente.

Madeirinha ficou indignado e protestou: — Eles não morreram por sua culpa!

— Morreram por minha causa.

O boneco silenciou. Sua mestra era irredutível. Ele tentava elogiá-la; ela tentava se boicotar!

Alice terminou a última garfada e disse: — Na verdade, não me importo com o que pensam de mim. O que me importa é a última frase do Song Yewang.

— Que frase?

— "Lembre-se de mim". Ele era meu amigo e morreu assim; eu ficaria triste.

— E se você descobrir que ele não era?

— Então terei ficado triste à toa.

O dia clareou totalmente. Alice terminou de falar, olhou para o celular e pegou uma máscara nova na gaveta. Percebendo que a mestra ia sair, Madeirinha se escondeu rapidamente.

Alice pegou um táxi até o telhado onde Song Yewang dissera que "observavam as estrelas". Ao chegar, percebeu que era um condomínio antigo na periferia da cidade, com pouca movimentação; a maioria dos moradores já havia se mudado. Alice subiu as escadas até o topo, mas a porta do telhado estava trancada.

— Mestra, vamos voltar.

O cadeado parecia muito velho e, sem chave, como abririam? Alice não desistiu; tirou do bolso o clipe de papel que sempre carregava, inseriu-o e girou algumas vezes.

Click—!

A fechadura foi aberta. Madeirinha ficou boquiaberto.

"Mestra, você carrega até isso?"

Alice empurrou a porta. O telhado estava vazio, exceto por alguns varais e entulho. Ela caminhou contra o vento frio até a borda e sentou-se, observando a cidade ao longe. Madeirinha, em seu ombro, também apreciava a vista.

— Mestra, vocês realmente viam as estrelas aqui?

— Não sei.

Eles ficaram ali sentados a noite inteira. O sol se pôs e o céu escureceu gradualmente. As estrelas começaram a piscar no firmamento. Alice levou as mãos à boca, formando um cone, e gritou em direção à cidade:

— Song Yewang! No próximo cenário, eu com certeza vou levar o macarrão!

Décimo quinto dia após o fim do cenário.

Alice já se habituara a sair de máscara todos os dias. Na internet, o alvoroço sobre a "Mulher de Sangue" diminuía aos poucos. Não porque as pessoas tivessem esquecido, mas porque o sistema interveio! O plano de limpeza de memória não pôde apagar as imagens totalmente, mas fez a maioria das pessoas acreditar que aquilo fora uma "alucinação coletiva global".

Wan Suhe repetia as notícias para ela; ele sabia que Alice não acompanhava nada disso.

— A explicação científica diz que foi um fenômeno óptico causado por anomalias atmosféricas. Especialistas dão entrevistas falando de reflexos na ionosfera, interferência de infrassom... enfim, o povo não entende nada mesmo. — Em resumo, deixaram para os profissionais resolverem. Wan Suhe estava feliz por ela: — Você agora está segura, não será reconhecida na rua.

— Hum.

— Mas é melhor não chamar muita atenção.

— Eu sei.

A ligação terminou. Alice ia comer um pedaço de fruta quando uma linha de texto surgiu no ar diante dela:

【Atenção: Este cenário é por "Sistema de Convite Especial", restrito a jogadores específicos.】

Jogadores específicos? Convite especial?

Em tantos cenários, ela nunca vira esse tipo de configuração! Nesse momento, o bracelete preto em seu pulso vibrou várias vezes. Um cartão virtual apareceu diante de Alice e flutuou lentamente até a mesa.

【Prezada Jogadora Alice】

【Você recebeu um convite especial para o "Sanatório"】

【Convidado por: Song Yewang】

Ao ver o nome familiar, as pupilas de Alice se contraíram.

Song Yewang? Mas ele não tinha...

Como isso era possível?

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