localização atual: Novela Mágica Moderno Romance A Noiva Substituta do Magnata ​​​​​​​Capítulo 51: Vingança Contra o Papai

《A Noiva Substituta do Magnata》​​​​​​​Capítulo 51: Vingança Contra o Papai

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Capítulo 51: Vingança Contra o Papai

Hugo cuspiu o café, e até Alice, que estava comendo ao lado, acabou se engasgando e tossindo.

— Dá... Dá o quê?

Que confusão era aquela? Alice lançava olhares desesperados para a amiga, como quem diz: "Amiga, dá para ser um pouco mais normal? Que história é essa de

Dámei

?"

Yolanda ignorou Alice, mantendo uma expressão de total indiferença. Ela olhou para Hugo e, do nada, disparou:

— Senhorito Hugo, ninguém nunca te disse que seus olhos são minúsculos?

Alice sentiu o coração disparar. Por que ela tinha que tocar logo no ponto fraco? Se continuassem assim, os dois acabariam saindo no tapa.

Hugo ficou furioso, mas não podia perder a compostura na frente de estranhos; teve que engolir o sapo. No entanto, aquele comentário tinha sido um golpe baixo. Seus olhos pequenos eram, de fato, a maior mágoa de sua vida. Ele já tinha se perguntado mil vezes por que os olhos dos outros eram grandes e os dele pareciam fendas.

Dizem que comer uvas durante a gravidez faz o bebê nascer com olhos grandes e brilhantes. A Sra. Chu jurava que, para garantir isso, tinha comido caixas e caixas de uvas. Mas agora, Hugo suspeitava seriamente que sua mãe não tinha comido uvas frescas, mas sim uvas-passas, de propósito, só para se vingar do seu pai.

Ele lançou um olhar enviesado para a mulher à sua frente:

— Meus olhos são pequenos, sim, mas os da Senhorita Chen são enormes, hein? Parece até um panda.

Suas palavras estavam carregadas de sarcasmo, mas Yolanda apenas deu de ombros, nem aí:

— Fazer o quê? São grandes desde pequena. Beleza natural.

Hugo soltou uma risada sarcástica. Já tinha visto gente cara de pau, mas como aquela, nunca. Ele olhou para o celular e levantou-se. Já que tinham se encontrado, sua missão estava cumprida. Ele ainda tinha um compromisso com amigos.

— Senhorita Chen, vejo que não tem o menor interesse em mim. Se não houver mais nada, eu me retiro.

Yolanda acenou e ainda mandou um beijo meloso no ar, só para dar aquele último toque de nojo antes de ele ir:

— Tchauzinho!

Hugo sorriu amarelo e saiu da cafeteria. Alice puxou os cabelos em desespero. Aquele fora, provavelmente, o encontro às cegas mais rápido do mundo. Mas também, com aquele visual da Yolanda, era um milagre não ter espantado o rapaz logo no primeiro segundo.

À noite, no apartamento dos Chu. A Sra. Chu cutucou o braço do filho, cheia de expectativa:

— E aí, filho? Como foi o encontro? Correu tudo bem? A senhorita Chen é bonita?

Hugo lembrou-se do visual bizarro da garota e balançou a cabeça:

— Bonita? Ela estava vestida como se fosse se apresentar num circo. Não pergunta mais, mãe, ela não gostou nem um pouco de mim.

A Sra. Chu franziu o cenho:

— Como assim não gostou? Você fez alguma coisa para irritá-la?

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Hugo sentiu-se injustiçado:

— Nada disso. A garota disse que meus olhos são pequenos demais.

— Olhos pequenos? — A Sra. Chu segurou o rosto dele para analisar. — É, são um pouquinho pequenos mesmo... mas qual o problema? São pequenos, mas têm expressão!

— Espera aí, vou procurar outra pretendente para você. Se essa não deu certo, a gente tenta a próxima.

Hugo rapidamente pegou o celular da mão dela:

— Mãe, me poupe, por favor! Uma vez já foi o suficiente. Deixe que eu mesmo encontre uma namorada, pode ser?

A Sra. Chu lançou-lhe um olhar de total descrença:

— Você está tentando sozinho há anos, e cadê a namorada?

Ela apontou para a cabeça do filho:

— Olhe para o Arthur, já vai ser pai! A Sra. Qin tem quase a minha idade e já vai ser avó! E olhe para você. Se eu depender da sua iniciativa, quando é que vou carregar um neto no colo?

Ela ficou toda melancólica ao mencionar o assunto. E pronto, lá se abriam as cortinas para mais um drama de "pressão para casar". Hugo devolveu o celular para a mão dela:

— Tá bom, mãe. Pode procurar quem você quiser, eu aceito o que a senhora mandar, tá feliz?

Dito isso, ele se retirou para o quarto, conformado com o destino, e fechou a porta. A Sra. Chu revirou os olhos:

— Esse menino... eu só quero o bem dele...

Logo chegou o dia do primeiro exame pré-natal de Alice. Pela manhã, Arthur beijou a testa dela:

— Querida, hoje é dia de fazer os exames.

Alice virou para o outro lado e cobriu a cabeça com o edredom, claramente ainda com sono. Sem saída, Arthur esperou pacientemente ao lado dela. Só meia hora depois é que ela despertou de fato. Alice se espreguiçou e ficou manhosa, agarrada a Arthur.

— Querido, posso ir amanhã? Estou com tanto sono.

Arthur afastou o cabelo do rosto dela:

— Não pode. Você dorme quando voltarmos.

— Está bem... — Alice levantou e esfregou o rosto, forçando-se a acordar.

O carro seguiu veloz para o hospital. Lá, enquanto o médico fazia os exames, Arthur permaneceu ao lado dela o tempo todo. Ao ver a enfermeira preparar a seringa para tirar sangue, Alice olhou assustada para Arthur. Ele se posicionou atrás dela e cobriu seus olhos com as mãos:

— Não tenha medo.

Em pouco tempo, todos os resultados ficaram prontos. No consultório, a médica observava os exames com uma expressão séria, em um silêncio prolongado. Alice estava nervosíssima, temendo que algo estivesse errado.

— Doutora, há algum problema com o bebê?

A médica ajeitou os óculos:

— Problema nenhum. No entanto, Jovem Madame, há dois embriões no seu útero.

Alice olhou para ela, confusa:

— Dois embriões? O que isso significa?

— Significa que a senhora está grávida de

gêmeos

— explicou a médica com um sorriso.

— Gêmeos?

— Sim. O que você precisa fazer agora é se cuidar e reforçar a nutrição.

Alice tocou a barriga, olhando para Arthur em choque. Dois bebês? No caminho de volta, Arthur manteve a mão sobre o ventre dela o tempo todo, com um sorriso que não saía de seus olhos. Alice nunca o tinha visto tão radiante.

Desde que souberam dos gêmeos, a proteção sobre Alice tornou-se ainda mais rigorosa. Para sair de casa, ela precisava de acompanhantes; até dentro de casa, os empregados não saíam de perto dela. Além das refeições obrigatórias, surgiram canjas e suplementos de todos os tipos. Alice olhava-se no espelho e sentia que seu rosto estava ficando mais redondinho.

À noite, a Sra. Qin segurou as mãos dela no sofá:

— Alice, daqui a alguns dias será o aniversário da empresa. Quero aproveitar a ocasião para dar uma festa e anunciar essa notícia maravilhosa.

Alice entendeu o recado. A Sra. Qin adorava um evento social e, com a notícia dos gêmeos, ela certamente queria que todos soubessem. Ela sorriu:

— Mãe, a senhora decide. Eu concordo com o que a senhora preferir.

Assim, no dia seguinte, a Sra. Qin começou os preparativos para o banquete. O local escolhido foi o Maple Leaf Hotel, o mais luxuoso de Haishi, com um salão magnífico capaz de acomodar centenas de pessoas.

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