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《A Noiva Substituta do Magnata》Capítulo 46: Importante Por Causa do Bebê

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Capítulo 46: Importante Por Causa do Bebê

Alice estava faminta e limpou a tigela de mingau até a última gota. O mais estranho era que ela não sentiu nem um pingo de enjoo. Será que o bebê sabia que a mamãe estava com fome e, por isso, resolveu deixá-la comer em paz?

— Querido, por que será que não me sinto mal quando como o que você prepara? Com qualquer outra coisa, o enjoo é insuportável.

Arthur acariciou o ventre dela, com uma ternura transbordante no olhar.

— Talvez ele saiba que foi o papai quem fez.

Alice piscou os olhos, curiosa.

— Você acha que vai ser menino ou menina?

Arthur envolveu a mão dela na sua.

— Menino ou menina, eu vou amar do mesmo jeito.

Alice sorriu com os olhos radiantes.

— Eu também. Se for menino, vou vesti-lo de um jeito bem descolado, para ser charmoso como o pai. Se for menina, vou desenhar muitos vestidinhos lindos para que ela pareça uma princesinha.

Arthur tocou a ponta do nariz dela carinhosamente.

— Pare de pensar nisso por agora. Está na hora de descansar, minha senhora.

Alice deitou-se obedientemente. Arthur deitou ao lado dela e a cobriu. Ela abraçou o braço dele e logo pegou no sono. Arthur pousou a mão suavemente na cintura dela e também adormeceu em pouco tempo.

No dia seguinte, quando Alice acordou, Arthur já tinha ido para a empresa. Ela massageou a barriga levemente.

— Bebê, como é que a mamãe consegue dormir tanto? Já é quase meio-dia.

Ela se espreguiçou e levantou. Ao chegar à porta, percebeu que o corredor e as escadas haviam sido cobertos com tapetes macios; até as quinas dos corrimãos estavam protegidas com protetores fofos.

Uma empregada aguardava respeitosamente à porta.

— Jovem Madame, o patrãozinho deixou ordens expressas para que a senhora tome o café da manhã.

Alice apontou para o chão.

— Foi ele quem organizou tudo isso?

A empregada assentiu.

— Sim, Jovem Madame.

Alice ficou atônita. Ela estava apenas grávida, mas Arthur estava sendo um tanto exagerado. Naquele momento, ela finalmente entendeu o que significava ser tratada como prioridade absoluta por carregar um herdeiro.

À mesa, a empregada serviu uma tigela de mingau leve e duas panquecas de vegetais.

— Jovem Madame, o patrãozinho preparou isso pessoalmente hoje cedo e pediu que a senhora coma tudo, sem falta.

Alice sorriu e provou; era, sem dúvida, o tempero de Arthur. Após o café, ela foi caminhar no jardim. O canto dos pássaros, o perfume das flores e o ar puro deixaram seu humor maravilhoso.

Enquanto isso, na empresa, Arthur chamou o Sr. Zhang ao seu escritório.

— Avise a todos: o bônus de fim de ano de todos os funcionários terá um aumento de

10%

.

O Sr. Zhang paralisou por dois segundos, duvidando dos próprios ouvidos. Arthur ergueu o olhar.

— O que foi? Não ouviu o que eu disse?

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O Sr. Zhang ficou com o rosto vermelho de alegria.

— Obrigado, Senhor Arthur! Vou avisar agora mesmo. Mas... esse aumento repentino é por algum motivo especial?

Aumentar o salário era ótimo, mas parecia ter vindo do nada. Arthur mexeu no anel em seu dedo, com um brilho profundo nas pupilas.

— Não se surpreenda, apenas faça o que eu disse. A Jovem Madame está grávida; considere isso um benefício para os funcionários. Se quiserem agradecer a alguém, agradeçam a ela.

"A Jovem Madame está grávida..." O Sr. Zhang entendeu tudo instantaneamente. Ele fez uma reverência:

— Meus parabéns, Senhor Arthur! Vou avisar a todos imediatamente.

Zhang saiu e, sem perder tempo, publicou a notícia na conta oficial do Grupo Qin no Weibo. Assim que os funcionários viram o comunicado, a empresa virou um alvoroço. Todos estavam tão felizes que pareciam estar flutuando.

No jardim, Alice estava em um balanço quando Clara se aproximou.

— Cunhada, você está grávida, não está?

Alice deu uma risadinha, mas não disse nada. Clara insistiu:

— Não precisa esconder! Eu já descobri tudo.

Alice olhou para ela, divertida.

— E como você descobriu?

— Aqui! — Clara mostrou o celular para Alice, exibindo a última postagem do Grupo Qin. — Meu irmão realmente não sabe ser discreto; aumentou o bônus de todo mundo.

Alice leu a postagem com atenção e viu que os comentários haviam explodido com felicitações. "Que ótimo", pensou ela, "até amanhã, metade do mundo empresarial já vai saber da gravidez". Alice balançou a cabeça, resignada. Clara fez um biquinho:

— Cunhada, eu queria tanto que você saísse comigo hoje, já que vou embora em breve. Mas meu irmão com certeza não deixaria.

Por algum motivo, Alice sentiu um desejo repentino de comer hot pot (fondue chinês). Seus olhos brilharam.

— Que tal irmos comer um hot pot?

Clara fez uma cara de desânimo.

— Esquece, cunhada. O Arthur jamais permitiria.

— É só a gente não contar para ele. Ele só volta à noite.

— Tem certeza que não tem problema?

— Vai dar tudo certo, confia em mim.

Alice pulou do balanço e segurou a mão de Clara, puxando-a para fora. As duas saíram do jardim escondidas.

No restaurante de hot pot, Alice olhou para o caldo vermelho apimentado e sentiu o apetite despertar com força. Ela colocou um pedaço de bucho na boca e saboreou com tanto prazer que seus olhos pareciam brilhar.

— Está delicioso!

Alice comia com satisfação, enquanto Clara não parava de servir o prato dela.

— Prove estes bolinhos de peixe e o bolo de coco, cunhada. São os melhores da casa.

— Clarinha, você não voltou para o país há pouco tempo? Como conhece tanto esses lugares? — perguntou Alice, curiosa.

Clara deu um sorriso bobo.

— Eu estava entediada, então já explorei tudo por aqui.

Alice riu da resposta e deu um empurrãozinho carinhoso na cabeça de Clara.

— Você é uma figura, garota.

Clara mostrou a língua e fez uma careta travessa.

Meia hora depois, Alice massageou a barriga estufada.

— Vamos? Realmente não aguento mais um pedaço.

Aquele hot pot tinha sido revigorante. Clara pegou sua bolsa e as duas, de braços dados, foram visitar uma loja de acessórios ali perto. A loja estava cheia de garotas jovens. Ao ver a multidão, Alice instintivamente protegeu a barriga com as mãos para evitar qualquer esbarrão. Ela foi até um espelho para olhar presilhas de cabelo.

De repente, Clara surgiu com um arco de orelhas de coelho exagerado.

— Cunhada, eu estou fofa?

Alice soltou uma gargalhada.

— Fofa? Você está é muito infantil!

Ela tirou o arco da cabeça de Clara e escolheu uma presilha de laço vermelho, prendendo-a no cabelo da prima.

— Veja, esta não é melhor? — Alice entregou o espelho.

Clara ficou radiante.

— É linda! Eu amei essa presilha!

O laço vermelho combinava perfeitamente com o vestido que ela usava.

— Já escolheu? Vamos voltar — disse Alice, olhando as horas. Ela já estava fora há bastante tempo.

— Tudo bem... — Clara concordou a contragosto, ainda querendo passear mais. No entanto, ela sabia que a cunhada era agora o "tesouro nacional" da família e não podia se cansar. Se algo acontecesse com Alice por culpa dela, Arthur seria o primeiro a querer sua cabeça! Só de pensar nisso, Clara sentiu um calafrio.

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