localização atual: Novela Mágica Moderno Fantasia A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus Capítulo 77: A Armadilha de Açúcar da Praça de Alimentação

《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 77: A Armadilha de Açúcar da Praça de Alimentação

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Capítulo 77: A Armadilha de Açúcar da Praça de Alimentação

Enquanto a luz dentro da fenda se tornava cada vez mais intensa, Su Mu olhou para trás uma última vez para o lugar que o aprisionara por três anos e entrou nela com determinação. Ao deixar a Área de Reflexão, Alice seguiu em direção à Praça de Alimentação.

Madeirinha, pousado em seu ombro, observava fixamente o céu onde flutuavam nuvens de algodão-doce ao longe.

— Mestra, não vamos perguntar diretamente à Diretora?

— Perguntar o quê? — Alice segurava a pata do coelho Tuan Tuan, caminhando pelos azulejos coloridos com a maior tranquilidade do mundo.

— Perguntar qual é a quarta regra. Ela responderia?

— ...Não.

Alice explicou: — Antes disso, precisamos encontrar capital para fazer perguntas. Agora só restam 7 flores vermelhas, não podemos continuar perdendo pontos.

Se perdesse mais, a situação ficaria perigosa.

— Mas mestra, você tem o

【Corpo Imortal】

, deixe que ela tire as flores.

Alice ia responder, mas Tuan Tuan puxou seus dedos naquele momento. Ela olhou para baixo, seguindo a direção da pata do coelho: na entrada da Praça de Alimentação, havia uma placa enorme em formato de pirulito, onde estava escrito de forma torta:

【Especial do Dia: Algodão-Doce da Verdade】

.

【Regra: Ao comer o algodão-doce, você deve dizer uma verdade.】

【Oferta Especial: Coma três seguidos e poderá fazer uma pergunta à Diretora.】

Alice abriu um sorriso largo. — Isso é perfeito.

Era a condição ideal para fazer uma pergunta de forma lícita e dentro das normas. Madeirinha, ao contrário, parecia ansioso:

— Mestra, para comer isso tem que dizer a verdade! Se você disser o que pensa, vai matar todo mundo de susto!

Ele já tinha visto o suficiente para ficar apavorado.

— Eu não disse que era eu quem ia comer.

Alice agachou-se com desdém, encontrando o olhar de Tuan Tuan. Perguntou com um tom gentil: — Você quer comer?

O coelho ficou atônito; suas órbitas negras fixaram-se nela e as orelhas ergueram-se lentamente em confusão.

— Você pode comer o algodão-doce e fazer a pergunta por mim.

A dúvida no coração de Tuan Tuan aumentou, como se dissesse: "Eu? Tem certeza?".

Alice continuou, radiante: — Você é um NPC, as regras podem funcionar de um jeito diferente para você.

Tuan Tuan silenciou por um tempo e, dividido entre a vontade e a hesitação, assentiu com a cabeça. Alice entrou na Praça de Alimentação com um brilho nos olhos e levou o coelho até a barraca do "Algodão-Doce da Verdade".

O atendente era um urso de pelúcia vestindo roupas de chef, também feito de fondant. Tinha pelos de açúcar castanho, olhos de uva-passa e os cantos da boca costurados com fios de açúcar, iguais aos da Diretora Doce. O urso esforçou-se para tirar a voz de sua garganta de açúcar: — Bem-vinda! Qual sabor a amiguinha vai querer?

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— Três algodões-doces da verdade — disse Alice prontamente. — Para o meu coelho comer.

O urso de pelúcia virou-se para o coelho, piscando seus olhos de uva-passa várias vezes.

— O coelho... pode comer. Mas dizer a verdade não conta como "falar com o coração". Apenas a verdade dita por um "ser que fala" conta.

O coelho não falava. Alice franziu a testa; ela não tinha entendido direito. O urso completou: — Se o coelho fizer um "ato sincero" após comer o doce, também conta.

— E o que conta como um "ato sincero"?

O urso abriu a boca, arrebentando os fios de açúcar e revelando uma cavidade negra. — Por exemplo... sorrir.

Sorrir? O rosto de papel de Tuan Tuan não tinha boca; tinha apenas as órbitas dos olhos e um focinho rosa. Ela não conseguia imaginar como ele sorriria. O urso pegou três algodões-doces cor-de-rosa e os entregou: — Sorrir não precisa ser com a boca. Pode ser com as orelhas, com as patas ou com o coração.

Alice disse: — Ouviu? Você precisa "sorrir sinceramente uma vez".

O coelho ergueu a pata de papel e tocou levemente a mão de Alice. Então, conforme instruído, comeu os doces um a um. Ao terminar o terceiro, Tuan Tuan levantou a cabeça e suas orelhas curvaram-se lentamente, formando dois pequenos arcos. Passava a nítida sensação de que ele estava sorrindo.

O urso de pelúcia bateu palmas: — Sorriso sincero, julgamento bem-sucedido! Agora o coelho pode fazer uma pergunta em nome da amiguinha.

Alice lançou um olhar silencioso para Tuan Tuan. "Pergunte a ela qual é a quarta regra". O coelho virou-se para uma direção invisível e assentiu levemente com a cabeça. Três segundos depois, uma voz melosa ecoou de todos os lados:

— A quarta regra é... nunca houve uma quarta regra.

Alice reconheceu imediatamente a voz da Diretora Doce. Estranhamente, não havia nenhum traço de alegria no tom dela.

— Amiguinha, você realmente não se comporta, não é?

Assim que ela falou, as mesas e cadeiras de doce da praça começaram a derreter, e rachaduras se espalharam pelos azulejos coloridos. Alice virou a cabeça e viu a Diretora Doce caminhando em sua direção. Gotas de açúcar escorriam de sua pele de fondant, seu cabelo de algodão-doce colapsava e seus olhos de bala giravam freneticamente nas órbitas. Os fios de açúcar em sua boca arrebentavam e se colavam repetidamente.

— Alice, você quebrou as regras várias vezes. Tentou salvar gente na Área de Reflexão, ajudou o monstro que desenha a fugir... Você é realmente muito malcriada.

A Diretora Doce ergueu a mão lentamente e o ar ao redor congelou. O distintivo no peito de Alice começou a piscar loucamente.

【Aviso! Flores Vermelhas -1... -2... -3...】

Ela viu suas flores despencarem de 7 para...

【0】

A Diretora abriu um sorriso satisfeito que chegava às orelhas.

— Crianças que zeram as flores recebem o acompanhamento exclusivo da Diretora~ Vamos, Alice, vamos ter uma conversa particular.

Ela estendeu a mão e sua palma de fondant se abriu; Alice viu inúmeros fios de açúcar finos lá dentro, parecendo tentáculos ou vasos sanguíneos. Madeirinha gritou: — Mestra, corre!

Tuan Tuan saltou para frente, tentando morder os fios com suas patas de papel, mas o papel amolecia instantaneamente ao tocar o açúcar. Eles acharam que o fim chegara, mas a protagonista não demonstrou medo; pelo contrário, ela riu.

Finalmente chegara a este momento. Ela segurou voluntariamente a mão da Diretora Doce, sem qualquer intenção de recusar.

Pouco depois, ela foi levada para um quarto rosa minúsculo. No centro havia uma cadeira diante de um espelho, e a única luz vinha de um abajur. O bizarro era que Alice lembrava-se de ter entrado por uma porta, mas agora não havia janelas nem portas à vista.

— Sente-se — convidou a Diretora, sentando-se à frente dela com aquele sorriso doce. — Vamos conversar. Você sabe o que significa "conversa particular"?

— Você vai me comer?

A Diretora balançou a cabeça, soltando fios de seu cabelo de algodão-doce. — Não, não. Boas crianças não comem pessoas. Nós apenas... — De repente, ela se aproximou tanto que seus olhos quase tocaram os de Alice. — ...transformamos você em uma criança comportada.

Em seguida, ela tirou do bolso uma bala cor-de-rosa que emitia um brilho fraco.

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