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《A Noiva Substituta do Magnata》​​​​​​​Capítulo 37: Bento Desapareceu

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Capítulo 37: Bento Desapareceu

— Não! Isso eu não aceito!!

Marcos estava com os olhos injetados de sangue e, para surpresa de todos, começou a chorar.

— Querida, eu juro que aprendi a lição! Eu prometo que, de agora em diante, farei tudo o que você quiser! Por favor, não se separe de mim!

Valentina afastou com violência a mão dele que tentava alcançá-la.

— Não me toque! Esse divórcio está decidido! Nunca mais ouse interferir na minha vida ou na do Bento. Sinto náuseas só de olhar para você!

Dito isso, ela pegou o celular e ligou para a sala de segurança.

— Mandem alguns homens subirem aqui agora. Tirem esses dois estorvos da minha frente!

Em pouco tempo, vários seguranças invadiram a sala. Como Marcos fora o chefe deles até pouco tempo atrás, os guardas agiram com certa cortesia para com ele. No entanto, com Leticia, não houve delicadeza: apesar de ela espernear e arranhar, foi arrastada para fora como se fosse um saco de lixo.

Ao cair da tarde, Valentina voltou para a mansão Qin. Antes de chegar, ela fez questão de passar no shopping para comprar o robô de brinquedo prometido. Ao ver a mãe, Bento ficou radiante. Ele beijou o rosto dela e disse com sua vozinha doce:

— Mamãe, o Bento sentiu tanta saudade~

Valentina acariciou a cabecinha do filho, e uma névoa de lágrimas cobriu seus olhos.

— A mamãe também sentiu sua falta.

Arthur, parado logo atrás, observava a cena em silêncio antes de perguntar:

— Tudo resolvido?

Valentina limpou o canto dos olhos.

— Sim, pode ficar tranquilo. Está tudo resolvido.

Durante o jantar, Valentina contou sobre o divórcio. O casal de idosos ficou em choque, mas a surpresa rapidamente se transformou em fúria ao saberem da traição de Marcos. Alice permanecia sentada em silêncio; sentia um aperto estranho no coração pela situação, e Arthur segurou sua mão por baixo da mesa para confortá-la.

A Sra. Qin estava tão indignada que nem conseguia comer.

— Aquele vira-lata! Isso me deixa possessa! Filha, você fez o certo. Alguém assim merece sair com as mãos abanando, sem segunda chance!

Valentina assentiu, mas expressou uma preocupação:

— Pai, mãe, agora que voltarei a trabalhar integralmente, vou precisar que me ajudem com o Bento.

O Sr. Qin Jianguo franziu o cenho:

— Não se preocupe com isso. Temos tanta gente nesta casa, acha que não daremos conta de uma criança? Foque apenas no seu trabalho.

Alice acrescentou:

— É verdade, Cunhada. Pode descansar o coração, eu também cuidarei do Bento.

Valentina segurou a mão de Alice, os olhos cheios de gratidão. Nos momentos mais difíceis, a família é sempre o porto seguro.

No dia seguinte, Valentina saiu cedo para o trabalho. Após o café da manhã, Bento e Alice foram brincar no jardim. O sol brilhava intensamente e uma borboleta pousou discretamente em uma flor de ipomeia. Bento, com suas bochechas rosadas, aproximou-se devagar com suas perninhas curtas. Ele levantou as mãozinhas gordinhas e murmurou:

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— Borboletinha, vem morar na minha casa!

Mas a borboleta não o ouviu e, antes que ele pudesse chegar perto, bateu as asas e sumiu no céu. Alice não conteve o riso diante daquela fofura. Bento fez um biquinho, sem entender por que a borboleta não queria brincar com ele. Correu para Alice e abraçou suas pernas, balançando-as com força.

— Titia, por que a borboletinha não quer brincar comigo?

Alice apertou suas bochechas:

— Porque ela precisa voltar para casa e encontrar a mamãe dela. Se ela ficasse aqui brincando, ia ficar perdida.

O pequeno pensou por um momento, sério.

— Tá bom. Então eu brinco com ela outra hora. Não quero que ela perca a mamãe dela.

Dito isso, ele correu para um canteiro próximo para colher algumas flores.

A Sra. Qin saiu da casa.

— Alice, já de pé tão cedo? É sua folga, por que não dormiu mais um pouco?

Alice balançou a cabeça:

— Tudo bem, mãe. Não estou com sono.

A Sra. Qin, porém, a empurrou de volta para dentro.

— Vá descansar um pouco. Suas aulas são exaustivas. Eu fico aqui com o Bento.

Alice subiu as escadas sorrindo. Ela realmente tinha alguns esboços de design para terminar, então foi direto para o escritório. Perto da hora do almoço, uma empregada bateu na porta, desesperada.

— Jovem Madame! Aconteceu algo terrível! O Bento desapareceu!

Alice abriu a porta abruptamente.

— O quê? Ninguém viu nada? Para onde uma criança iria? Procuraram perto da piscina?

A empregada estava em pânico:

— Procuramos em todo lugar! Nada! A patroa estava no jardim com ele, mas ela sentiu sono e foi para o quarto descansar. Quando eu saí para ver o menino, ele já não estava mais lá!

A Sra. Qin também estava em desespero. Não conseguia entender como a criança sumira no curto espaço de tempo de um cochilo. Alice parou para refletir por um segundo.

— Sr. Wu! Vá agora checar as câmeras de segurança do portão!

— Sim, Jovem Madame.

Logo, o Sr. Wu trouxe as imagens. O vídeo mostrava que, após a Sra. Qin entrar na casa, um homem vestido de preto entrou furtivamente no jardim. A imagem não era nítida o suficiente para ver o rosto, mas o estranho era que Bento parecia conhecê-lo muito bem, pois correu e se jogou nos braços do homem. Em seguida, o homem o carregou para fora.

A Sra. Qin ficou horrorizada.

— Quem é esse homem? Onde estavam os seguranças da guarita que não viram alguém entrar?

O Sr. Wu baixou a cabeça:

— Mil perdões, senhora. Foi uma falha grave na minha supervisão.

Alice prendeu a respiração por um instante.

— Mãe, olhe bem... esse homem não se parece com o Marcos? O Bento correu para ele; só faria isso se fosse alguém muito familiar.

— Marcos? — A Sra. Qin semicerrou os olhos para a tela. — Ai, meu Deus! Com razão os seguranças não barraram, é o Marcos!

Alice ligou imediatamente para Arthur.

— Alô, querido. O Marcos levou o Bento.

Houve um silêncio pesado do outro lado da linha.

— Estou indo agora mesmo.

Em pouco tempo, Arthur e Valentina chegaram à mansão. Arthur rastreou rapidamente a rota do veículo de Marcos: ele levara o filho para o antigo apartamento da família Lin. Valentina estava pálida de medo e queria ir sozinha buscar o filho. Arthur, com o olhar sombrio, impediu:

— Se você for sozinha, ele pode não deixar você levar o menino. Vamos todos juntos.

No apartamento dos Lin, a cena era de puro abandono. Objetos estavam espalhados pelo chão e a limpeza de outrora dera lugar ao caos. No canto do quarto, pilhas de garrafas vazias acumulavam-se, e o ar estava impregnado de álcool e tabaco, fazendo Alice tossir.

Bento dormia na cama, alheio a tudo. Marcos estava sentado ao lado, exalando um cheiro forte de bebida. Quando Valentina avançou para pegar o filho, Marcos, com os olhos injetados, agarrou o braço dela com força.

— Valentina! Você não pode se divorciar de mim! O Bento é meu filho, ninguém vai tirá-lo de mim!

— Me solta! — Valentina tentou empurrá-lo, mas ele a segurava como uma ventosa.

Arthur aproximou-se com o rosto carregado. Ele agarrou Marcos pelo colarinho e desferiu um soco violento. Marcos caiu no chão, com o rosto já começando a arroxear. Arthur pisou em seu peito e disse com uma voz gélida:

— Traiu a esposa e ainda tem a audácia de ser arrogante? Quem você pensa que é para agir assim?

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