localização atual: Novela Mágica Moderno Romance A Noiva Substituta do Magnata ​​​​​​​Capítulo 32: A Viagem ao Parque de Diversões

《A Noiva Substituta do Magnata》​​​​​​​Capítulo 32: A Viagem ao Parque de Diversões

PUBLICIDADE

Capítulo 32: A Viagem ao Parque de Diversões

Quando a Sra. Jiang recebeu alta, a Sra. Qin também correu para o hospital. As duas se deram bem logo de cara, e a Sra. Qin insistiu fervorosamente para que a mãe de Alice se mudasse para a mansão dos Qin, dizendo que assim teriam companhia uma da outra para espantar o tédio. Alice estava preocupada sobre onde sua mãe moraria após a alta, mas diante do convite caloroso da Sra. Qin, ela acabou aceitando a mudança.

Na verdade, morar na mansão Qin era o ideal; Alice não se sentia tranquila deixando a mãe morar sozinha.

Alice voltou para a faculdade. Seus estudos progrediam rapidamente, e seus designs apareceram várias vezes no jornal da escola. Até os professores a elogiavam sinceramente, dizendo que ela certamente se tornaria uma designer excepcional. Com as aulas durante o dia e os desenhos à noite, ela estava sempre ocupada, chegando a emagrecer visivelmente.

Arthur, morrendo de preocupação, fazia de tudo para que ela comesse mais. Chegou ao ponto de ele vigiá-la em todas as refeições, com a determinação de que só sossegaria quando visse sua esposa ganhar peso. À mesa, sob o olhar severo de Arthur, Alice sentia que precisava se esforçar para dar conta do prato.

Finalmente, chegaram os tão esperados três dias de folga. Pela manhã, Arthur abriu os olhos. Alice ainda dormia profundamente ao seu lado, com a boquinha de cereja comprimida. Arthur não resistiu e deu um beijo leve.

— Querida, ainda não vai levantar? — Ele acariciou a bochecha dela.

Alice enlaçou a cintura dele e esfregou o rostinho em seu peito.

— Hoje é sua folga, vou te levar para passear.

Para ter esse tempo com a esposa, Arthur organizou todo o seu trabalho com antecedência. Alice esfregou os olhos, ainda aninhada em seus braços, relutante em sair.

— Para onde vamos?

— Você não queria ir ao parque de diversões? Vou te levar lá, que tal?

Alice despertou instantaneamente, abraçou o pescoço de Arthur e deu um beijo estalado.

— Sério? Eba!

Ela queria ir ao parque há muito tempo, mas Arthur estava sempre ocupado. Ela o arrastou rapidamente para o banheiro. Arthur soltou uma risada sonora. Alice paralisou; Arthur raramente sorria, e rir alto era algo inédito. No entanto, sua risada era clara e profunda, um som extremamente agradável aos ouvidos.

Alice tirou dois conjuntos de roupas do armário.

— Querido, que tal usarmos estes?

Eram roupas de casal que ela mesma havia desenhado: para ele, uma blusa branca com calça jeans azul; para ela, uma saia branca de tule plissada. Ambas tinham as iniciais um do outro bordadas. Arthur assentiu. Na verdade, Alice já havia feito essas roupas há muito tempo, mas como Arthur sempre usava terno para o trabalho, as oportunidades para usarem um visual combinado eram raríssimas.

Em pouco tempo, ambos estavam prontos. Alice, com um rabo de cavalo alto e o vestido branco puro, parecia um anjinho que caíra na terra, limpa e revigorada. Arthur, de branco e jeans, estava imponente e esguio; perdera um pouco do ar autoritário e ganhara o charme de um jovem radiante. Alice sorriu abertamente, com estrelas nos olhos, e segurou o braço dele, cobrindo-o de elogios.

PUBLICIDADE

— Querido, você está bonito demais!

Arthur se inclinou e beijou a covinha no canto da boca dela.

— Você também está linda, querida.

De mãos dadas, eles desceram as escadas. No parque de diversões, o movimento era intenso. Alice, usando uma tiara de chifres de cervo, puxou Arthur até uma máquina de pelúcia. Ela comprou muitas fichas e arregaçou as mangas, pronta para a ação. No entanto, até a última ficha acabar, ela não conseguiu pegar um único bichinho.

Alice franziu a testa, fazendo um biquinho de frustração. Ela deu uma ordem a Arthur:

— Querido, eu quero aquele boneco.

Minutos depois, Arthur colocou uma pilha de pelúcias nos braços dela.

— Chega?

Alice ficou estupefata. Não era possível! Ela se esforçara tanto e não pegara nada, enquanto ele pegara tantos! Ela sussurrou no ouvido dele:

— Querido, você costumava brincar disso quando era criança para ser tão bom?

Arthur deu de ombros.

— Não, é a primeira vez que brinco disso.

Alice cobriu o rosto em desespero, sentindo uma pontada de derrota. Depois das pelúcias, eles foram na montanha-russa e na roda-gigante. Enquanto a roda subia lentamente, o céu exibia cores deslumbrantes. Alice levantou a mão, como se pudesse tocar as nuvens. Quando atingiram o ponto mais alto, ela subitamente beijou o canto da boca de Arthur.

— Querido, sabia? Diz a lenda que casais que se beijam no ponto mais alto da roda-gigante ficarão juntos para sempre.

Arthur arqueou levemente a sobrancelha.

— É mesmo?

Ele segurou o queixo de Alice e a beijou suavemente. O beijo foi profundo e quente, uma troca intensa de fôlego e carinho. Alice sentiu o corpo todo formigar e a cabeça girar. Ao descerem, suas bochechas ainda ardiam e seu coração batia descompassado.

— Querida, espere um pouco — Arthur a chamou por trás.

Alice se virou, confusa. Arthur se ajoelhou diante dela para amarrar o cadarço do sapato dela, com o cenho levemente franzido.

— O cadarço des amarrou. E se você cair?

Alice bagunçou o cabelo dele e soltou uma risadinha.

— Não sou criança, não é tão fácil assim cair.

Arthur se levantou, ainda carrancudo, e estendeu a mão para ela.

— Segure minha mão e não saia correndo por aí.

Alice segurou a mão dele, com um sorriso radiante brincando em seus lábios.

Eles passearam por todo o parque e, por fim, pararam diante da Casa Fantasma. Alice franziu o cenho.

— Querido, eu quero muito entrar, mas e se eu ficar com medo de fantasmas?

Arthur apertou a palma da mão dela.

— Não tenha medo, eu te protejo.

— Mas eu grito quando fico com medo, vai ser um mico...

— Não tem problema, eu não me importo.

Com essa resposta, Alice entrou na Casa Fantasma com a determinação de um mártir. No início, tudo estava normal; escondida atrás de Arthur, ela não sentia tanto medo. Porém, conforme as criaturas se tornavam mais frequentes e assustadoras, o pavor de Alice foi amplificado, levando-a ao limite.

Arthur permanecia inexpressivo o tempo todo. Ele dava tapinhas nas costas dela e cobria seus olhos, guiando-a pelo caminho. Alice tremia tanto que acabou "pendurada" no corpo dele, sem forças nas pernas. De repente, em uma curva, um "enforcado" saltou em direção a eles.

Alice abriu os olhos por instinto e, ao ver o fantasma avançando, soltou um grito e deu um chute certeiro. O fantasma foi nocauteado no chão. O medo extremo transformou-se em fúria; Alice avançou e começou a dar socos nele.

— Quem mandou me assustar! Toma essa! Vou te dar uma lição!

O ator gritava por misericórdia:

— Eu errei, senhora! Não faço mais isso, ai, ai...

Arthur arregalou os olhos, assistindo à cena completamente atônito.

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia