localização atual: Novela Mágica Moderno Romance A Noiva Substituta do Magnata ​​​​​​​Capítulo 24: O Comerciante Inescrupuloso

《A Noiva Substituta do Magnata》​​​​​​​Capítulo 24: O Comerciante Inescrupuloso

PUBLICIDADE

Capítulo 24: O Comerciante Inescrupuloso

Grupo Qin.

No departamento de design, todos estavam em polvorosa. Recentemente, os negócios do grupo haviam aumentado e todos trabalhavam até ficarem tontos.

— Alice, vá ao departamento de secretariado buscar a tabela de planejamento deste ano — gritou Natália de sua sala.

— Sim, diretora!

No saguão, Alice carregava uma pilha de documentos mais alta que sua própria cabeça, caminhando de forma instável pelo corredor.

— Espere um momento.

Uma voz magnética soou atrás dela. Alice virou a cabeça com dificuldade e viu Arthur aproximando-se com um grupo de pessoas.

— Sr. Zhang, ajude a Jovem Madame a levar os documentos.

— Sim, Presidente.

O Sr. Zhang pegou a papelada e dirigiu-se ao departamento de design. Alice tentou dar meia-volta discretamente para escapar.

— Bom... eu já vou indo então.

— Espere um pouco.

Arthur aproximou-se e agachou-se à frente dela. Vestindo um terno impecável, ele dobrou o joelho como um cavaleiro orgulhoso protegendo ternamente sua princesa.

— Seu cadarço está desamarrado.

Seus dedos longos seguraram o cordão e, com um movimento ágil, fizeram um lindo laço em forma de borboleta.

Por um instante, o ar ao redor pareceu congelar. Todos olhavam para Alice estupefatos, com expressões de choque idênticas; alguns, de tão distraídos, chegaram a bater na porta. Alice ficou vermelha de vergonha e aproximou-se de Arthur, sussurrando:

— Meu Deus, estamos na empresa, você precisava ser tão exagerado?

Arthur curvou os lábios, com um brilho de diversão no rosto.

— Há algo de errado em amarrar o sapato da minha esposa? E daí que estamos na empresa? Faço questão que todos saibam que você, Alice, é a esposa de Arthur Qin.

Dito isso, ele deu uma piscadela para ela. Em seguida, levantou-se e recuperou instantaneamente sua expressão fria e indiferente — uma mudança tão rápida que deixou todos boquiabertos — e seguiu com sua comitiva para o elevador.

Observando a silhueta imponente dele se afastar, Alice sentiu um peso na testa. "Pronto, agora vou ficar famosa na empresa inteira de vez..."

Alice voltou ao departamento de design. No caminho, tentou cobrir o rosto com as mãos para passar despercebida, mas os olhares continuavam fixos nela. Assim que entrou na sala, sentiu todos os olhos cravados em seu corpo. Os documentos na mão de Vanessa caíram no chão, e sua boca se abriu tanto que caberia um ovo dentro.

Natália foi a primeira a reagir:

— Jovem Madame, você...

Alice estremeceu ao ouvir o título e balançou as mãos freneticamente.

— Diretora, por favor, continue me chamando de Alice.

Vendo que todos ainda a encaravam em choque, ela acrescentou:

— Pessoal, não liguem para mim. Continuem trabalhando, apenas trabalhem normalmente.

Ouvindo isso, todos voltaram aos seus afazeres, mas seus olhos continuavam espiando em direção a ela. Não era para menos! Uma colega com quem trabalhavam há tanto tempo era, na verdade, a Jovem Madame da empresa! Quem não ficaria chocado?

PUBLICIDADE

Alice organizava os papéis com o coração aos pulos. "Culpa do Arthur!"

Vanessa correu até a copa, pegou um copo de água quente e veio saltitante em direção a Alice com uma expressão bajuladora.

— Sabe... Jovem Madame, eu sinto muito pelo meu comportamento anterior. Peço perdão. — Ela baixou a cabeça simbolicamente. — Precisa de ajuda com alguma coisa? Deixe que eu organizo isso para você!

Um brilho de desdém passou pelos olhos de Alice. Ela detestava bajuladores. Quando era novata, Vanessa a dificultava em tudo; agora que descobrira sua identidade, corria para puxar o saco. Era nojento.

Ela afastou a mão de Vanessa.

— Não preciso de ajuda, cuide do seu trabalho. E mais uma coisa: daqui para frente, trabalhe com seriedade e atenção. Se eu descobrir que está sendo negligente ou trapaceando de novo, serei a primeira a demiti-la. Afinal, o Grupo Qin não sustenta gente ociosa, não concorda?

O rosto de Vanessa empalideceu.

— A Jovem Madame tem toda a razão! Vou trabalhar duro, com certeza!

Os outros colegas, presenciando a cena, exibiram expressões de desprezo, sentindo o vexame de Vanessa. Naquele dia, Vanessa foi raramente diligente e trabalhou até as oito da noite antes de sair.

Ao entardecer, Alice saiu do prédio conversando distraidamente com outros colegas. Um Rolls-Royce estava parado na porta e, ao vê-la, o Sr. Zhang abriu a porta traseira.

— Jovem Madame, por aqui.

Enquanto os outros olhavam com inveja, Alice despediu-se com um sorriso e entrou no carro. Mal atravessou a porta, um par de mãos fortes envolveu sua cintura.

— Sobre o que estavam conversando para você rir tão feliz? — havia um leve traço de ciúme na voz de Arthur.

Alice revirou os olhos e sorriu de forma travessa, com o charme típico de uma jovem.

— Elas me perguntaram como encontrar um bom marido como você.

— Ah? E o que você respondeu?

— Eu disse que não é nada difícil; basta brigar e implicar com ele todo dia que ele acaba caindo na rede sozinho!

Arthur deu um leve beliscão na bochecha dela.

— Engraçadinha.

Logo chegaram à mansão. Após o jantar e o banho, Alice deitou-se na cama para mexer no celular. O camisolão de seda verde-escuro contrastava com sua pele branca como a neve; suas curvas eram acentuadas e o cabelo ainda úmido caía em fios sobre as orelhas.

Arthur entrou trazendo um secador de cabelo.

— Venha aqui.

Alice obedeceu prontamente. Arthur ligou o aparelho e secou o cabelo dela com cuidado. Os fios eram macios e sedosos ao toque; ele não resistiu em acariciá-los e, ao ver o pescoço liso dela, engoliu em seco.

— O que está olhando com tanto foco? — Arthur franziu o cenho; desde que chegaram, ela não parava de olhar para o celular e não lhe dera a mínima atenção.

— Estou pesquisando sobre a Semana de Moda.

Recentemente, a cidade de Haishi sediaria um grande desfile de moda de verão, onde muitos designers renomados apresentariam novas coleções. Alice estava muito interessada.

— Quer comprar roupas novas? — Arthur pensou que, de fato, ela não tinha muitas peças. — Amanhã vou te levar para fazer compras. Você tem que comprar pelo menos dez peças, ou não voltamos para casa.

Seu tom não admitia recusas. Alice arregalou os olhos.

— Não precisa, eu não sinto falta de roupas. — Dona Helena já tinha lhe dado tantas que ela mal as usava.

Arthur estreitou levemente os olhos.

— Você vai.

Alice enlaçou o pescoço dele e disse com uma voz manhosa:

— Então, se eu não for trabalhar amanhã, você não pode descontar do meu salário.

Como uma trabalhadora da nova era, Alice dava muita importância ao seu pagamento.

— Você se importa tanto com esse pouquinho de dinheiro?

— Claro, é o dinheiro suado que ganhei com o meu esforço.

— O salário eu vou descontar, mas posso te dar o meu cartão.

— Não quero cartão, quero o meu salário.

Arthur inclinou-se e a pegou no colo.

— Vamos lá, esposa.

O rosto de Alice ficou rubro.

— O que... o que está fazendo?

Arthur piscou, e seus olhos foram tomados por um brilho de desejo.

— Já que não vou descontar seu salário, você não tem que me compensar de alguma forma?

Alice entendeu o que ele queria dizer e sentiu uma pontada de indignação divertida.

— Comerciante inescrupuloso!

Arthur a carregou em direção à cama, e a noite foi de pura paixão.

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia