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《A Noiva Substituta do Magnata》Capítulo 13: Caído aos Pés de uma Garota

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Capítulo 13: Caído aos Pés de uma Garota

Ao cair da tarde, Arthur voltou para a mansão. Como estava dentro do carro, Bia não o viu. Durante todo o trajeto, o Assistente Zhang manteve-se em alerta máximo, temendo que aquela mulher surgisse de algum canto escondido; ele realmente passara a ter pavor dela.

No quarto, Alice estava encolhida no sofá, passando o tempo desatenta ao celular. Arthur entrou e, para sua surpresa, sentou-se ao lado dela. Desde que se mudara para lá, ele nunca havia se sentado no sofá.

Arthur fixou o olhar em Alice. Seus olhos profundos pareciam menos gélidos que o costume. Alice sentiu um calafrio com a intensidade do olhar e virou o rosto para evitá-lo. Ela ainda estava furiosa com os acontecimentos da noite anterior.

"Sério!", pensava ela. "Dizem que a primeira vez de uma garota é um tesouro inestimável, e eu acabei entregando a minha assim!"

Alice fechou os olhos, sentindo um arrependimento profundo. Embora ele fosse um homem rico e atraente que todas desejariam, isso não diminuía em nada a sua raiva. Nem um pouco!

— Eu sei que você está brava. Fique tranquila, eu assumirei a responsabilidade por você — disse Arthur, erguendo as sobrancelhas ao notar o bico que ela fazia e sua expressão enfurecida. — Tome este cartão. Compre o que quiser de agora em diante.

Ele colocou um cartão preto na palma da mão de Alice.

— E você não precisa mais trabalhar.

"Um cartão preto? Ele está tentando me comprar?", pensou ela. Ele achava que ela fizera aquilo por dinheiro? Aquilo era um insulto à sua dignidade! Alice empurrou o cartão de volta, com firmeza:

— Não vou comprar nada, não preciso de tanto dinheiro. E eu faço questão de trabalhar; afinal, meu sonho é ser uma designer de sucesso. Se você está dizendo isso só por causa de ontem, acho desnecessário. Eu sei que você foi vítima de uma armadilha e não teve escolha. Não te culpo, vamos apenas agir como se nada tivesse acontecido.

Arthur olhou para ela com indiferença antes de se levantar.

— O cartão é seu, faça o que quiser com ele. E você pode trabalhar, mas apenas no Grupo Qin; não permitirei que vá para outro lugar.

Alice refletiu por um momento. O Grupo Qin era um excelente lugar para aprender, ela não seria boba de pedir demissão.

— Tudo bem! Eu aceito!

Pela manhã, Alice se arrumou e saiu para trabalhar. Arthur também saiu cedo para a empresa. Era um dia de tempo excepcional, com o céu azul sereno e o sol filtrando pelas janelas.

No imenso escritório, Arthur estava sentado à mesa, encarando o computador em silêncio. Com o cenho levemente franzido, ele batucava os dedos na mesa, como se analisasse um problema complexo. O Assistente Zhang mantinha-se em silêncio absoluto; por experiência, sabia que o chefe devia estar analisando um contrato vital e não podia ser interrompido.

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Porém, ao espiar acidentalmente a tela do computador, Zhang quase deixou os olhos caírem no chão. O quê?!

Arthur estava concentrado... nas câmeras de segurança! Zhang olhou mais algumas vezes e confirmou: eram as câmeras do Departamento de Design! "O Departamento de Design... claro! A Jovem Madame está lá!", pensou ele, tendo um estalo de compreensão. O chefe estava "espiando" a esposa!

Ao ver a seriedade de Arthur, Zhang conteve o riso. Parece que o temido e poderoso mestre também estava caído aos pés de uma garota.

No design, Alice organizava arquivos quando o telefone tocou.

— Alô?

— É a Srta. Alice?

— Sim, é ela.

— Srta. Alice, por favor, venha ao hospital imediatamente. O estado de sua mãe piorou subitamente e ela está na sala de reanimação! Venha agora mesmo!

Os documentos caíram no chão. No segundo seguinte, ela saiu correndo desesperada.

— Ei, Alice! Onde você vai? — gritou alguém, mas ela não ouviu. As palavras da enfermeira ecoavam em sua mente.

Não! Não podia ser! Se a mãe se fosse, ela estaria completamente sozinha neste mundo frio. Se fosse assim, preferia morrer com ela. Ela rezava intensamente enquanto corria para fora do prédio. Alice tentava desesperadamente parar um táxi na rua, mas parecia que o destino estava contra ela; nenhum carro parava.

— O que eu faço?! O que eu faço?! — gritava, vendo o tempo passar. De repente, ela se lembrou: Arthur!

Ela voltou correndo para o prédio e apertou o botão do elevador para a cobertura. A porta do escritório se abriu bruscamente e Alice apareceu, com a voz rouca:

— Arthur, eu te imploro, me leve ao hospital...

Arthur a observou. Ela parecia ter perdido a alma. Diante do silêncio dele, ela tentou pegar as chaves do carro sobre a mesa para sair.

— Alice!

As pessoas do lado de fora assistiam à cena atônitas. Arthur segurou o pulso dela para impedi-la de sair e percebeu que ela estava pálida e com o olhar vago. Ele nunca a vira tão em pânico. Um rastro de hesitação passou por seus olhos profundos.

— Tudo bem. Eu te levo.

No hospital, diante da sala de emergência, Alice mantinha os olhos fixos na placa sinalizando a operação. Seus olhos estavam vermelhos e cheios de lágrimas, mas ela mantinha a cabeça erguida, recusando-se a deixá-las cair. Ela parecia tão pequena e frágil ali parada, imóvel por duas horas.

Arthur sentia um aperto estranho no peito ao vê-la assim. Ele ouvira Lucas mencionar que a mãe de Alice estava internada, mas não imaginava que fosse tão grave. Talvez, casar-se com ele tenha sido realmente apenas pela mãe.

Ele tentou segurar o braço dela para que se sentasse, mas Alice o repeliu, afastando-se.

— Não toque em mim!

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