localização atual: Novela Mágica Moderno Romance A Noiva Substituta do Magnata ​​​​​​​Capítulo 12: Pagando o Preço

《A Noiva Substituta do Magnata》​​​​​​​Capítulo 12: Pagando o Preço

PUBLICIDADE

Capítulo 12: Pagando o Preço

— Você tem noção de que o Arthur espalhou que quer você fora do mundo da moda para sempre? Ele encerrou todas as parcerias com a agência Lejia! Você acha que o patrão vai te perdoar?!

O rosto de Carla estava vermelho como uma beterraba e seu corpo tremia. Ela não estava realmente preocupada com Bia, mas sabia que, se Bia caísse, ela, como sua empresária, seria arrastada junto. Seria o fim de tudo!

As palavras de Carla explodiram na mente de Bia como um raio. Pálida de terror, ela agarrou o braço da empresária.

— Como isso pôde acontecer?! Eu... eu no final nem consegui entrar no quarto! Não pode ser! Não pode ser!!

Bia cobriu a cabeça com as mãos, agachando-se no chão em agonia.

— Agora a única saída é eu tentar segurar as pontas na Lejia enquanto você vai implorar ao Arthur para que ele retire essa decisão!

— Implorar? Eu... com que cara vou implorar? Eu nem consigo vê-lo...

— Como não consegue?! Vá para a porta da empresa e espere por ele! Bia, a essa altura, a sua dignidade não vale nada! Se deixarmos isso continuar, estaremos as duas arruinadas, entende?!

Bia levantou-se cambaleando e ajeitou o cabelo.

— Certo! Vou agora mesmo para o Grupo Qin! Vou encontrar o Arthur!

No Grupo Qin, era horário de almoço e os funcionários entravam e saíam do prédio em pequenos grupos. Bia invadiu o saguão e correu direto para os elevadores.

— Senhorita, aqui é uma empresa, você não pode entrar assim — barrou o segurança da entrada.

— Saia da frente! Tenho negócios urgentes com o Sr. Arthur! Se você me atrasar, vai arcar com as consequências?!

— Senhorita, você tem hora marcada? Sem agendamento, não pode subir!

O segurança segurou o braço dela, mas Bia reagiu como uma megera, arranhando e gritando.

— Tire suas mãos sujas de mim! Preciso ver o Sr. Arthur!

No saguão, formou-se uma roda de fofoca.

— Ei! Aquela não é a modelo Bia?

— É ela mesma! Como ela ficou assim?

— Ela sempre parece tão elegante, por que está agindo como uma louca?

— Alguém como ela tem coragem de procurar o Sr. Arthur?

Ao ouvir os comentários, o rosto de Bia passava do azul para o branco de raiva.

— Estão olhando o quê?! Sumam daqui!! Se disserem mais uma palavra, eu acabo com vocês!

Bia tentou intimidar a multidão, mas seus gritos atraíram ainda mais gente. Vendo que estava sendo cercada e que o segurança não soltava seu braço, ela chegou ao ápice da humilhação; livrou-se do casaco para escapar do aperto e correu para dentro do elevador.

Na porta da presidência, o Assistente Zhang barrou Bia, praguejando mentalmente contra a má sorte. Como os seguranças puderam deixá-la subir? Se o chefe visse aquilo, seria um desastre!

— Srta. Bia, o Sr. Arthur está ocupado e não recebe estranhos!

PUBLICIDADE

— Saia da frente! Não me impeça!

— Srta. Bia, se não sair agora, chamarei a segurança!

Ouvindo a algazarra lá fora, Arthur franziu a testa e saiu do escritório. Ao vê-lo, o Assistente Zhang baixou a cabeça imediatamente.

— Sinto muito, Sr. Arthur! Foi uma falha minha! Vou chamar os seguranças agora mesmo... — disse ele, já pegando o telefone.

Ao ver Arthur, Bia caiu de joelhos aos seus pés.

— Sr. Arthur! Eu errei! Eu não deveria ter batizado a bebida! Foi um momento de loucura! Por favor, não encerre a parceria com a Lejia!

— Momento de loucura? — Arthur olhou para ela de cima, como se visse um inseto insignificante. — Se teve coragem de fazer o que fez, deveria estar preparada para as consequências.

— Mas... mas eu nem consegui entrar! Aquela vagabunda trancou a porta, eu nem cheguei a entrar no quarto!

Bia não sabia que a mulher que entrara era Alice, a nova esposa de Arthur; ela achava que alguma oportunista tinha passado a sua frente. O Assistente Zhang levou a mão à testa, soltando um suspiro interno. "Ela não está falando da Jovem Madame, está? Essa Bia é mesmo burra... chamar a esposa do patrão de vagabunda na cara dele... agora nem Deus salva essa mulher."

Como esperado, a expressão de Arthur congelou instantaneamente e uma aura gélida emanou dele.

— Você acha que tem o direito de mencionar o nome dela? Pelo visto, a sua punição ainda não foi suficiente.

O tom de voz dele era calmo, mas carregava uma ameaça explícita. A fúria súbita de Arthur deixou Bia estática. "Eu disse algo errado?", pensou ela. De repente, lembrou-se do que Carla dissera: Arthur estava casado. Seria a mulher daquela noite... a Jovem Madame dos Qin?!!

— Eu errei, Sr. Arthur! Eu não sabia que quem entrou era a Jovem Madame, senão eu jamais teria tentado impedir!

Bia agarrou a mão dele, tentando se explicar desesperadamente. O nojo no olhar de Arthur aumentou; ele soltou o braço dela bruscamente, pegou alguns lenços para limpar a mão detalhadamente e os jogou no chão. Nesse momento, vários seguranças chegaram correndo.

— Joguem-na para fora. Se alguém permitir que ela entre de novo, não precisa vir trabalhar amanhã!

— Sim, senhor!

Os seguranças agarraram Bia, que agora abraçava a perna de uma mesa, recusando-se a soltar. Não restava um pingo da dignidade de uma supermodelo.

— Sr. Arthur! Eu nunca mais farei isso! Por favor, me dê outra chance! Eu ralei por anos para chegar onde estou, o senhor não pode fazer isso comigo!

O Assistente Zhang teve que ajudar a arrastá-la para fora. Na porta do Grupo Qin, Bia foi descartada como um fardo de mercadoria. Zhang limpou o suor frio da testa. Ufa! Finalmente se livraram dela.

— Fiquem de olho! Se ela entrar de novo, vocês vão ver só!

— Sim, senhor! — responderam os seguranças em uníssono.

Desta vez, ninguém ousou vacilar. Onde havia um segurança, agora havia três. Bia massageou os braços e levou um tempo para conseguir se levantar do chão. Seu cabelo estava um ninho e suas roupas amarrotadas. Ela caminhou cambaleante até a porta, ainda batendo no vidro com insistência.

— Deixem-me entrar! Deixem-me entrar! Vocês não podem me tratar assim!

Bateu por um longo tempo sem resposta. Exausta, Bia sentou-se na calçada e se recusou a sair.

— Se não me deixarem entrar, eu não saio daqui!

Ela ficou lá até escurecer, mas não viu nem a sombra de Arthur.

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia