localização atual: Novela Mágica Moderno Romance A Noiva Substituta do Magnata ​​​​​​​Capítulo 9: Bebedeira é Coisa Séria

《A Noiva Substituta do Magnata》​​​​​​​Capítulo 9: Bebedeira é Coisa Séria

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Capítulo 9: Bebedeira é Coisa Séria

As colegas se reuniram para fofocar.

— Ei, o que aconteceu?

— Ouvi dizer que a Beatriz apagou os arquivos da Alice escondido para tentar vencer.

— Isso é passar dos limites!

O burburinho tomou conta do setor. Beatriz levantou-se bruscamente, chutando a cadeira.

— Não têm mais o que fazer? Que falta de assunto! — disse ela, antes de correr para o banheiro cobrindo o rosto.

As outras apenas a olharam com desprezo.

— Ah, agora que fez a sujeira, não aguenta ser criticada?

— Se fosse eu, já teria pedido demissão por vergonha. Eu não conseguiria encarar ninguém.

— Esquece isso, Alice. Não dê ouvidos a ela, ela é assim mesmo.

Alice apenas balançou a cabeça. Beatriz estava colhendo o que plantou.

No último andar do prédio, no imenso escritório da presidência, Arthur estava concentrado em alguns documentos. Mariana entregou uma pasta ao Assistente Zhang.

— Assistente Zhang, este é o projeto do Departamento de Design para a

StarRiver

. Foi desenvolvido pela assistente Alice. Por favor, leve ao presidente para revisão.

— Com certeza. — Zhang pegou a pasta. "Alice? A Jovem Madame?", pensou ele, surpreso. Ele bateu cautelosamente na porta.

— Entre.

— Presidente, este é o projeto enviado pelo design.

Arthur folheou as páginas e percebeu que o estilo era muito diferente do habitual.

— Foi a Mariana quem desenhou?

— Não, foi a assistente de design, Alice.

Arthur franziu a testa.

— Alice? A minha esposa?

— Acredito que sim, senhor — respondeu Zhang.

"Então ela está trabalhando como assistente no design?", pensou Arthur. Ao analisar o material detalhadamente, viu que o conceito era brilhante e o plano estratégico estava impecável. As chances de fechar o contrato eram altíssimas. Um brilho de reconhecimento passou pelos olhos de Arthur; aquela mulher realmente tinha talento.

Três dias depois, a notícia do fechamento do contrato com a

StarRiver

se espalhou, e o setor de design entrou em festa quando Mariana confirmou a informação. Todos estavam radiantes, especialmente pelo bônus da folga remunerada.

— Alice, você é incrível! Sou sua fã!

— Foi fantástico! Sensacional!

Alice foi cercada pelas colegas, que comemoravam sinceramente. Apenas Beatriz permanecia em um canto, emburrada. Mariana continuou:

— Amanhã todos terão folga, então sugiro que hoje à noite vamos todos jantar! Eu pago!

— Com certeza!

— Maravilha! Vamos beber até cair!

Mariana era uma solteira independente e bem-sucedida, sempre generosa com sua equipe. Na hora da saída, Alice foi levada pelo grupo.

— Diretora, para onde vamos?

— Ei! Vamos para um bar!

— Isso! Um bar!

No

Western Bar

, as luzes de laser azul eram ofuscantes e a música, ensurdecedora. Na pista, pessoas dançavam freneticamente. O grupo se reuniu para beber e comer. Algumas garotas mais animadas foram dançar. Alice, que nunca frequentara bares, não pretendia beber, mas acabou cedendo à insistência das colegas e exagerou um pouco.

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A festa durou até a madrugada. Mariana e as outras se ofereceram para levar Alice, mas ela, com medo de descobrirem que morava na mansão dos Qin, preferiu pegar um táxi sozinha.

Alice subiu as escadas furtivamente, cambaleando levemente pela embriaguez. Ao entrar no quarto, jogou o casaco e os saltos de lado e desabou na cama. Arthur, que já havia acordado com o barulho, massageou as têmporas e acendeu a luz.

— Alice!

Ela exalava um leve cheiro de álcool; as bochechas estavam coradas e a alça do vestido preto escorregara pelo ombro, revelando sua pele clara. Arthur deu leves tapinhas no rosto dela.

— Quanto você bebeu?

Alice abriu os olhos com dificuldade, o olhar perdido.

— Quem é você...? — perguntou ela, grogue.

Arthur cerrou os dentes. "Ótimo, ela nem sabe mais quem eu sou", pensou. Com o frio da madrugada, Alice puxou o cobertor e se enfiou debaixo dele. No segundo seguinte, ela abraçou a cintura de Arthur, movendo as mãos inquietas sobre o corpo dele e esfregando a cabeça em seu peito.

Arthur segurou as mãos dela, temendo que ela fizesse algo ainda mais impróprio. Mas, de repente, Alice começou a chorar.

— O que foi? Eu te machuquei? — perguntou ele. Antes que ela respondesse, percebeu que ela já havia adormecido profundamente em seus braços.

Arthur ficou imóvel por um longo tempo. Só quando teve certeza de que ela estava em sono pesado, ele se afastou lentamente. Seus olhos escuros brilharam com uma agitação contida; o toque dela despertara nele desejos inesperados.

— Droga — resmungou, indo para o banheiro.

Após o banho, ele voltou para a cama e, olhando para a garota que dormia tranquilamente, cobriu-a bruscamente antes de finalmente pegar no sono.

Pela manhã, Alice acordou e percebeu, horrorizada, que estava abraçada ao braço de Arthur, dormindo na cama com ele. Ela deu um salto, sentando-se imediatamente. Arthur acordou com o movimento, exibindo olheiras profundas; na verdade, ele mal dormira algumas horas devido à "agitação" dela.

Alice se cobriu rapidamente com o edredom, gaguejando:

— Me... desculpe! Não foi minha intenção dormir na cama...

"Meu Deus, o que eu fiz ontem à noite?!", pensava ela, desesperada. Arthur olhou para ela com uma expressão péssima.

— Se beber de novo, vai dormir no quarto de hóspedes.

Alice assentiu, atônita.

— Está bem...

Arthur se vestiu e saiu. Dona Helena o olhou com surpresa; normalmente ele já teria saído de casa àquela hora. Ao notar as olheiras de cansaço no filho, o casal de idosos trocou olhares cúmplices. Helena, radiante, ordenou imediatamente que a cozinha preparasse uma canja de galinha reforçada.

Quando Alice desceu, Dona Helena colocou a canja na frente dela. Alice tomou apenas um gole quando Helena comentou:

— Beba tudo, Alice. Faz bem para o corpo. Eu ainda quero segurar meus netos nos braços!

Alice sentiu o rosto queimar e quase engasgou com a sopa. Parece que o mal-entendido dos sogros era mais profundo do que ela imaginava. Ela sentiu um suor frio de constrangimento.

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