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《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 48: Esfolamento Humano

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Capítulo 48: Esfolamento Humano

Leonardo, sendo um homem de espírito um tanto mesquinho, não hesitou nem por um segundo em dar seus votos para Alice e para a moça de óculos, com quem não tinha intimidade. Beatriz fez um bico e apontou para ele, como quem diz: "Tudo bem! Não votou em mim, não votou".

O brutamontes com cicatrizes soltou uma risada fria: — Eu voto na moça de óculos e no garoto de boné.

Os dois formavam um par curioso, ambos carregando acessórios distintos.

O jovem de boné mudou sua expressão desleixada para uma seriedade súbita e disse solenemente: — Eu também voto na Lara e no tiozinho com a cicatriz no rosto.

Alice: ???

Quer dizer que resolveram todos votar em mim? É essa a sensação de ser popular demais? É quase um lisonjeio assustador.

O Chef, após fazer a contagem, pegou papel e caneta para registrar o resultado:

Lara: 4 votos

Beatriz: 2 votos

Leonardo: 1 voto

Brutamontes: 1 voto

Jovem de Boné: 1 voto

Moça de Óculos: 3 votos

Dada a situação, os dois primeiros lugares já estavam claros. No entanto, houve um empate triplo para a terceira vaga. O Chef deu uma risadinha: — Os três jogadores empatados passarão agora pelo Julgamento Adicional.

— Vocês deverão revelar os crimes ocultos uns dos outros. A ordem será decidida pelo número de votos, mas como todos tiveram um voto, seguiremos a ordem original dos assentos.

O olhar afiado do brutamontes alternava entre Leonardo e o jovem. Como o primeiro a revelar, sua decisão era crucial. Quando seus olhos pousaram no jovem, o coração de Leonardo relaxou um pouco. Ele ainda não estava preparado e ser o primeiro seria um fardo pesado.

O brutamontes apontou para o jovem de boné, que permanecia em silêncio de cabeça baixa, e disse seriamente: — Eu escolho ele.

O jovem não reagiu, até que Beatriz o cutucou levemente com o cotovelo: — Ei, escolheram você.

Ao ouvir isso, o jovem de boné levantou a cabeça de forma abobalhada, exibindo um sorriso inocente, sem demonstrar pânico. Dava a impressão de que não tinha crimes a esconder, como se fosse uma folha em branco.

— Seu crime não é apenas maus-tratos a animais. Eu te vi no cenário anterior. Você pode não se lembrar de mim, mas eu lembro de você. No último jogo, o que você matou não foi um animal, foi um humano. Um humano de carne e osso.

O brutamontes enfatizou a última frase; aquela cena estava gravada profundamente em sua memória. Ele estivera lá, vendo tudo com os próprios olhos.

— Você amarrou um jogador em uma mesa de cirurgia, arrancou a pele dele vivo e até provou um pedaço.

A moça de óculos soltou vários estalos com a língua: — Quem diria... um pervertido desse nível.

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Esfolar alguém vivo não era algo que uma pessoa comum pudesse fazer. No mundo real, ela manteria distância total de alguém assim para não colocar a própria vida em risco. Os outros jogadores prenderam a respiração e afastaram suas cadeiras para a direção oposta do jovem.

Eles não sabiam, mas o que o brutamontes presenciara era ainda mais aterrorizante do que ele descrevera. O jovem esfolava a vítima lentamente, emitindo gargalhadas frenéticas, alegando que a pele humana era mais saborosa que a de qualquer animal. Após vencer aquele cenário por sorte, o brutamontes agradeceu por não conhecer tal demônio na vida real, mas não esperava reencontrá-lo aqui.

Madeirinha sussurrou um conselho: — Mestra, quando vamos sair daqui?

— O quê? Não foi você quem quis entrar tanto assim? Por que a pressa?

— É que ainda não tive a chance de ser útil para você.

Madeirinha queria provar seu valor, mas horas se passaram e ele não ajudara em nada.

— Apenas assista. O show está bom — respondeu Alice.

Esfolamento era algo que Alice vira inúmeras vezes em livros e filmes, mas presenciar algo assim de perto era inédito. Seu interesse despertou instantaneamente. Infelizmente, faltavam detalhes. Ela sentia que o brutamontes escondia a parte mais importante, mas não tinha provas.

O sorriso do jovem congelou por um instante, mas logo voltou. Ele piscou os olhos e explicou: — Você deve estar enganado. Como eu faria algo assim?

— Dessas duas bolinhas pretas no seu boné, uma delas é um globo ocular humano, removido há menos de três meses. Quer que eu peça ao Chef para periciar?

O jovem tirou o boné devagar, espanando uma poeira inexistente. Ao levantar o rosto novamente, o sorriso já não se sustentava.

— É... verídico? — perguntou o Chef, com uma excitação contida. Seu papel como Chef estava rendendo ótimas surpresas.

O jovem silenciou por alguns segundos e, vendo que fora descoberto, resolveu abrir o jogo. O olhar inocente foi substituído por um sorriso carregado de malícia: — É verídico, sim. Mas aquele tiozinho tentou me atacar primeiro, foi apenas excesso de legítima defesa.

Excesso de legítima defesa?! Esfolar o cara em "legítima defesa"!!! O senso de realidade de todos foi estilhaçado mais uma vez.

O Chef anunciou sem demonstrar emoção: — Você sentirá para sempre a dor de ser esfolado.

No instante seguinte, o jovem soltou um urro de agonia, arranhando os próprios braços freneticamente, deixando sulcos de sangue chocantes. Ele caiu no chão, rolando de um lado para o outro. O boné caiu e o globo ocular rolou, parando exatamente aos pés de Alice.

— Mestra, o olho veio te "extorquir"! — gritou Madeirinha.

O olho rolara como se fosse guiado por algo até os pés dela. Alice percebeu que o Madeirinha estava agarrando o cabelo dela com tanta força no susto que a machucou. — Solta meu cabelo, se não eu te desmonto — avisou ela. Madeirinha soltou as mãos mecânicas imediatamente: — Desculpa!

Alice abaixou-se, pegou o olho, examinou-o e devolveu ao dono original: — Guarde bem, pode ser útil.

Madeirinha sussurrou: — Por que devolveu? Coisas boas a gente devia guardar.

— Algumas coisas valem a pena guardar, outras não — respondeu Alice de forma enigmática.

O Chef fez um gesto de convite para o jovem: — Agora, é sua vez de acusar.

O jovem levantou-se com dificuldade. Seus braços estavam em carne viva pela punição, mas seus olhos estavam assustadoramente lúcidos. O brutamontes engoliu em seco, com as pernas tremendo. Ele tinha pavor de que o jovem se vingasse pela denúncia.

— Eu escolho ele! — apontou o jovem.

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