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《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 47: Crimes

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Capítulo 47: Acusações

A primeira rodada terminou, e o Chef não lhes deu um segundo sequer de descanso.

— Segunda rodada, comecem!

Desta vez, os jogadores não precisavam seguir uma ordem; qualquer um podia abrir o cloche que quisesse. Alice abriu o segundo cloche da segunda fila:

【Crime: Manipular as Regras】

Ora! O sistema realmente me conhece bem.

Um livro grosso surgiu diante de seus olhos, com letras chamativas na capa:

Enciclopédia das Regras de Cenários

.

Alice sorriu de canto: — Eu confesso este crime, mas como se come um livro?

— Decida você mesma.

A atitude indiferente do Chef a irritou levemente. — Sujeito gelado — murmurou ela.

Subitamente, uma dor aguda e rápida atingiu seu pulso. O bracelete preto estava agindo. Felizmente, a voltagem era baixa, suportável.

Alice pensou por um momento, abriu o livro às pressas, arrancou a página que dizia "É proibido que jogadores causem dano mútuo", fez um aviãozinho de papel e o lançou na direção do Chef. O avião descreveu um arco perfeito e pousou aos pés do monstro.

— Eu "comi" uma falha nas regras — disse Alice. — E a punição?

O Chef olhou para o avião de papel e, sob a máscara, ouviu-se um som metálico de engrenagens girando freneticamente.

— Crime verídico. Punição... Efeito Rebote das Regras.

Imediatamente, o contador de vida no peito de Alice oscilou: 12 → 11 → 10 → 9. Perdera três pontos de uma vez.

— Isso é... — Beatriz exclamou.

Alice: — A regra está me punindo por brincar com ela. Nada mal, não foi tão pesado.

Mas o bracelete em seu pulso não aceitou a provocação. Outro choque leve percorreu seu braço.

— Sistema cachorro! — Alice rangeu os dentes. Madeirinha, em seu ombro, lamentou por três segundos: — Mestra, não tem problema, você sobreviveu mais um dia.

Sentindo uma aura assassina emanando de Alice, o boneco tratou de calar a boca.

Os outros abriram seus pratos. A garota de óculos recebeu o crime de "Indiferença" e aceitou. Sua punição foi a perda de todas as expressões faciais; seu rosto tornou-se uma máscara rígida de pôquer, e até seu piscar de olhos ficou mecânico. O brutamontes recebeu "Abuso de Violência", mas recusou, alegando que "só usava a violência quando necessário". Ele passou na análise e escapou por pouco. Beatriz recebeu "Ocultar Segredos", hesitou muito e decidiu recusar. Passou na segunda análise. Leonardo recebeu "Traição de Confiança", olhou significativamente para Alice e Beatriz e confessou: — É verídico. Sua punição foi a mais leve: a palavra "Traidor" surgiu em preto na palma de sua mão esquerda.

Terceira rodada. A última e mais crucial, que decidiria quem levaria o canhoto azul!

Antes de abrir seu cloche, Alice perguntou ao Chef: — Se o meu crime for "Prever o Futuro", isso conta como pecado?

Os olhos de gema de ovo do Chef brilharam: — Não. Habilidades não proibidas pelas regras não são crimes.

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— E se o meu crime for "Usar a premonição para destruir o equilíbrio do jogo"?

— Sim.

— Entendido — Alice assentiu e levantou a tampa número 3.

O bilhete dizia:

【Crime: Induzir Outros à Morte】

No prato havia uma peça de xadrez prateada com o símbolo de uma "Rainha" na base. Ela não entendeu o significado da peça de imediato. Alice ficou em silêncio. Aquele crime... de fato, ela já havia induzido outros à morte. No cenário anterior, ela sugeriu o sacrifício de Marcos. Embora ele tenha aceitado voluntariamente no fim, se não fosse pela sugestão dela...

— O crime é verídico? — perguntou o Chef.

Alice levantou o olhar: — Não é verídico.

— Tem certeza?

— Absoluta — Alice disse com firmeza. — Eu nunca induzi ninguém à morte. O que eu ofereço são opções, e o poder de escolha sempre pertence ao outro. Se eles escolhem o sacrifício, é por livre arbítrio, não por indução minha.

A explicação soava como um sofismo, mas logicamente era válida.

— Analisando... Analisando...

O Chef demorou mais nesta análise do que em todas as anteriores. Os retratos na parede discutiam fervorosamente:

— "Isso é indução! Se ela não desse a opção, ninguém se sacrificaria!"

— "Ela só deu as cartas, os outros poderiam ter recusado!"

— "Não, ela está jogando com as palavras!"

Finalmente, o Chef anunciou: — Análise concluída. Crime falso. Terceiro julgamento finalizado.

Alice passara por todos, mas agora restava saber quem sobraria para levar o canhoto.

Beatriz:

【Crime: Vale-tudo pela Sobrevivência】

. Ela aceitou, e três dedos de sua mão direita tornaram-se transparentes.

Leonardo:

【Crime: Abandonar Companheiros】

. Ele também aceitou. Como punição, ficou surdo do ouvido esquerdo, que começou a sangrar até perder a audição totalmente.

Os outros jogadores também terminaram. Com exceção da adolescente do urso que morrera na primeira rodada, todos os seis sobreviventes passaram. Mas a euforia foi interrompida por Alice:

— Não comemorem cedo demais. A regra diz que apenas três podem sair deste restaurante.

Restavam seis pessoas. Três ainda precisavam ser sacrificadas.

— Que estraga-prazeres... — alguém resmungou. Alice apenas riu; ela só dizia a verdade.

— Agora faremos a Avaliação Final — disse o Chef. — Cada um de vocês tem dois votos. Devem votar nas duas pessoas, exceto em si mesmos, que consideram mais dignas de receber o canhoto azul. Os três mais votados vencem.

A garota de óculos perguntou: — E se houver empate?

— Em caso de empate, haverá um julgamento adicional. Comecem a discussão. Vocês têm cinco minutos.

O Chef sentou-se à cabeceira da mesa e fechou os olhos. Os seis começaram a se avaliar mutuamente.

Passados os cinco minutos, o Chef levantou-se: — Já discutiram? Declarem seus votos.

Alice foi a primeira: — Eu voto na Beatriz e no Leonardo.

Beatriz ficou surpresa: — Você...

Alice: — Aliança temporária, lembra? Este andar ainda não acabou.

Beatriz sentiu um misto de emoções e disse seriamente: — Eu voto na Lara e na moça de óculos.

Leonardo franziu a testa.

Hein? Votou na de óculos e em mim, nada?

Ele cutucou o braço dela com o cotovelo, como quem diz: "Somos parceiros, por que não votou em mim?". Beatriz percebeu o erro: — Desculpe, acabei esquecendo de você.

Leonardo suspirou; pelo visto, sua presença era nula. Mas o voto estava dado.

A garota de óculos assentiu e retribuiu: — Eu voto na Lara e na Beatriz.

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