localização atual: Novela Mágica Moderno Fantasia A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus Capítulo 41: Perguntando na cara do BOSS como matar os aliados legalmente?!

《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 41: Perguntando na cara do BOSS como matar os aliados legalmente?!

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Capítulo 41: Perguntando na cara do BOSS como matar aliados legalmente?!

【Regra 2: As regras dentro das cabines de jogo são independentes. Os infratores serão punidos pelo "Administrador" da respectiva cabine.】

【Regra 3: Apenas três passageiros poderão partir ao final da viagem.】

【Regra 4: É proibido o ataque ou assassinato entre passageiros. Infratores serão jogados ao mar para alimentar os tubarões.】

"Uma consequência bem simples e brutal", pensou Alice consigo mesma.

【Regra 5: Quando o Ghost Ruins submergir abaixo da linha do mar, aqueles que não portarem uma "Passagem" permanecerão neste navio para sempre.】

No instante em que as palavras se dissiparam, um lamento profundo ecoou das entranhas do navio.

— Passagem? — um homem de terno insistiu. — Como conseguimos uma?

A mandíbula do Capitão Olho de Sangue abriu-se em um ângulo estranho, o que aumentou a dúvida de Alice. Ele estava rindo?

— Os vencedores das cabines de jogo receberão um canhoto. Colete três canhotos de cores diferentes e poderá trocá-los por uma Passagem na bilheteria. — Ele fez uma pausa, seus olhos puramente negros varrendo o grupo. — Uma Passagem permite que apenas uma pessoa suba no bote salva-vidas.

Isso significava que, entre doze pessoas, havia apenas três vagas. Não era um jogo de equipe, era uma guerra individual?!

Diante do silêncio de todos, Olho de Sangue apontou lentamente para a entrada da cabine principal. — Todos entenderam? Então, que o jogo—

— Espere.

Alice levantou a mão subitamente. Em um instante, todos os olhares presentes convergiram para ela.

— Capitão, eu tenho uma pergunta.

— Oh? Diga!

— A regra diz para participar de "pelo menos" três jogos. Se eu terminar três jogos e ainda estiver viva, posso ganhar a Passagem antecipadamente?

Olho de Sangue a encarou e respondeu friamente: — Não. A liquidação será feita de forma unificada à meia-noite.

Alice assentiu, fingindo entender. Então o navio afundaria exatamente à meia-noite. Saber o horário exato facilitava as coisas. Ela continuou perguntando:

— A Regra 4 proíbe os jogadores de se matarem. E se eu usar as regras do jogo para causar a morte de outra pessoa? Por exemplo, se eu souber que um jogo é mortal e induzir alguém a jogá-lo, isso conta como violação?

Os outros jogadores olharam para Alice com um misto de desprezo e horror.

Essa maluca está perguntando na cara do BOSS como matar os aliados de forma legal?!

Mal começou o jogo e ela já quer eliminar os parceiros; que tipo de estratégia era aquela?

Olho de Sangue ficou em silêncio por três segundos e, de repente, soltou uma gargalhada estrondosa. — Boa pergunta! Agora, vou adicionar uma regra extra.

Jogadores: — !!!

Não era possível. Mais uma restrição! Cinco regras já eram suficientes, e agora vinha outra. Um dos jogadores lançou um olhar de ódio para Alice, resmungando: — Custava ficar de boca fechada?

Percebendo os olhares hostis, Alice ignorou-os completamente; apenas tolos se importariam com isso. Ela estava focada no que queria fazer e no que precisava perguntar. Vencedores não se distraem com a inveja alheia.

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Em seguida, uma nova linha de sangue surgiu:

【Regra 6: É proibida qualquer forma de armadilha ou sabotagem entre jogadores, incluindo a indução deliberada de outros para jogos fatais. O critério de julgamento será monitorado pelo sistema em tempo real.】

"Nada mal, não é um julgamento humano", pensou Alice. Ela sabia melhor que ninguém que o sistema, às vezes, também cometia erros.

Sob os olhares impotentes de todos, Olho de Sangue mudou o tom: — No entanto, se o óbito ocorrer por competição justa, como dois jogadores disputando uma única vaga onde o perdedor morre, isso não será considerado violação.

Alice resumiu: — Pode-se competir até a morte, mas não sabotar por baixo dos panos.

Parecia justo o suficiente.

— Mais alguma pergunta? — Olho de Sangue varreu os doze convidados. Como ninguém falou, ele anunciou: — Então, que comece o jogo!

【Contagem Regressiva: 11:59:59】

O antigo sino do navio badalou e as luzes de cada andar acenderam-se em ordem, como se controladas por mãos invisíveis. Os jogadores dispersaram-se rapidamente. Alguns correram para a porta mais próxima, outros ficaram observando e alguns começaram a sussurrar para formar alianças.

Alice permaneceu imóvel. Em seu ombro, o Madeirinha sussurrou: — Mestra... há um rancor muito profundo aqui. O navio inteiro está vivo.

— Eu percebi.

Alice caminhou até o parapeito esquerdo e passou o dedo pelo corrimão; sob a ferrugem, havia uma substância viscosa e vermelho-escura. Ela esfregou as pontas dos dedos e levou-as ao nariz. Ferrugem, sal e... cheiro de cinzas de incenso.

— Ei.

Alice virou a cabeça. Era o homem de terno de antes, com uns trinta e poucos anos e olhar astuto. Ao acenar, ela notou uma aliança de casamento novinha em seu anelar esquerdo. Devia estar recém-casado.

— Meu nome é Leonardo. Quer formar uma equipe? Achei sua jogada de agora há pouco incrível. Você é veterana, não é?

Alice o avaliou e disse secamente: — Eu posso acabar matando você.

Leonardo respondeu: — A Regra 6 diz que não se pode sabotar, e as regras não proíbem formar equipes.

Ela sorriu de canto: — Mas também não dizem que formar equipe seja útil. No final, apenas três podem partir. Aliados podem virar competidores a qualquer momento.

— Pelo menos no início e no meio do jogo, quanto mais gente, maior a taxa de sobrevivência. Quando chegar a hora de nos enfrentarmos, aí cada um por si.

O argumento de Leonardo fazia sentido, mas Alice preferia agir sozinha. Antes que ela pudesse recusar, outra voz feminina interveio: — Me incluam nessa.

Era uma mulher alta, com longos cabelos pretos presos em um rabo de cavalo prático. Em sua cintura, carregava uma adaga embainhada. — Sou Beatriz. Sou especialista em reconhecimento e combate corpo a corpo. Este rapaz tem razão: podemos decidir as coisas por nós mesmos no final, mas, já que só existem três vagas, por que não cooperamos para garantir que essas três vagas fiquem conosco?

— Mestra, acho que essa moça bonita tem razão. Cooperar no início é uma escolha melhor do que lutar sozinhas — comentou Madeirinha.

Alice olhou de soslaio para ele: — Você só acha isso porque ela é bonita, não é?

Ela o conhecia bem: diante do perigo, se tivesse que escolher entre fugir ou se esconder atrás de uma mulher bonita, ele escolheria a segunda opção. Madeirinha soltou um risinho e não negou.

Alice voltou a si; cooperaria primeiro e veria o que fazer depois. Ela se apresentou: — Lara. Cooperaremos temporariamente. Mas aviso logo: meu estilo de jogo é bem livre. Se não conseguirem acompanhar e morrerem, não me culpem.

Leonardo e Beatriz trocaram um olhar e disseram simultaneamente: — Fechado.

Assim, os três formaram uma aliança. No convés restavam apenas eles e um jogador solitário: um jovem magro de óculos que mal falara desde o início. Quando o jogo fora anunciado, ele se agachara em um canto para estudar as manchas escuras nas frestas do convés.

Alice quis ir até ele, mas a pergunta de Beatriz a distraiu: — Em qual andar vamos primeiro?

Já que eram uma equipe temporária, precisavam decidir juntos. Alice olhou para a placa de sinalização acima da entrada da cabine; as letras estavam desgastadas pela corrosão marinha.

1º Andar: Cassino / Bar (Canhoto Vermelho)

2º Andar: Restaurante / Cozinha (Canhoto Azul)

3º Andar: Teatro / Galeria (Canhoto Amarelo)

4º Andar: Área de Cabines (Área de Descanso, sem canhoto)

5º Andar: Cabine de Comando (Entrada Proibida)

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