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《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 38: O Aviso do Sistema

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Capítulo 38: O Aviso do Sistema

— Eu não jogo para passar de fase com segurança; eu jogo pela diversão, pela experiência. As punições que você me dá só tornam o jogo mais interessante.

O sistema permaneceu surdo aos seus comentários.

【Preço confirmado. Efetivo a partir do próximo cenário.】

Assim que a voz silenciou, um clarão branco a envolveu.

No mundo real.

Alice abriu os olhos subitamente e percebeu que estava deitada em seu sofá macio. Levantou-se às pressas para verificar seu corpo. Como o sistema dissera, em seu pulso esquerdo havia um bracelete de metal preto, sem qualquer abertura ou fecho. Sobre a mesa, repousava o manual branco.

— Este é o mundo da mestra? — Madeirinha, sentado em seu ombro e agarrando seu colarinho, observava o mundo desconhecido com curiosidade. — Não tem monstros... é silencioso demais.

Alice, com um sorriso entusiasmado, colocou o Madeirinha sobre a mesa, abriu os braços e anunciou: — Bem-vindo ao meu mundo!

Pode-se dizer que ele teve sorte; ao sair com Alice, pôde morar em sua casa nova e recém-mudada, em vez de ficar espremido em um cubículo alugado e bagunçado.

— Que legal! — Madeirinha comemorou, imitando o gesto dela. No entanto, seus membros rígidos ainda não permitiam grandes movimentos; ele perdeu o equilíbrio e caiu de cara na mesa.

Alice o pegou sem mudar a expressão, examinando-o de todos os ângulos. Felizmente, a qualidade era boa e ele não se quebrou com a queda. — Ei, fique quieto. Se cair de novo, eu não te ajudo.

Após o aviso, Alice voltou sua atenção para o manual. Um item que falava e possuía consciência espiritual era algo que ela nunca vira ou possuíra antes. Seria um parceiro útil para o futuro? Ou um fardo? Se fosse um aliado, ela adoraria tê-lo por perto; se fosse apenas para jogar conversa fora, precisaria reconsiderar se o levaria para os cenários.

Enquanto pensava, ela virou o manual e notou uma linha minúscula no rodapé da contracapa:

Departamento de Administração do Sistema

.

— Pelo visto, quem gerencia os cenários é realmente uma "organização" — murmurou Alice.

Madeirinha saltitou até ela: — Mestra, nós realmente teremos que respeitar as regras daqui para frente?

Alice deu uma risadinha: — Com certeza. — Ela caminhou lentamente até a cozinha, pegou uma lata de Coca-Cola na geladeira e a abriu com um estalo seco, dando um longo gole. O líquido gelado descendo pela garganta trouxe uma sensação de realidade há muito perdida. — Mas respeitar as regras e encontrar falhas nelas são coisas bem diferentes.

Madeirinha inclinou a cabeça: — O que quer dizer?

Alice sentou-se diante dele e ergueu o pulso com o bracelete preto: — Quer dizer que esta coisa diz: "quando você tentar violar

deliberadamente

as regras, emitirá um choque". Mas não diz nada sobre o que acontece se eu violar as regras

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sem querer

.

Madeirinha: — ... — Ele entendeu, mas não totalmente.

— O manual diz para eu decorar as regras, mas não proíbe que eu as reinterprete. As regras são estáticas, mas as pessoas são vivas. Até o sistema foi projetado por alguém, certo?

Madeirinha continuou sem entender muito bem, mas como sabia que Alice não era de ficar dando explicações repetitivas, apenas assentiu freneticamente fingindo ter compreendido. Alice sorriu e acariciou a cabecinha de madeira. "Nada como ter metade da minha alma; a capacidade de compreensão dele é igual à minha, entende tudo de primeira", pensou ela.

TOC, TOC, TOC!

Batidas urgentes na porta interromperam o momento.

— Madeirinha, não se mova quando eu abrir a porta. Finja que é um brinquedo comum, entendeu?

— Por quê? — perguntou ele.

— Só faça o que eu mando.

Embora não soubesse o nível de raridade do Madeirinha, itens eram cobiçados em qualquer mundo. Melhor do que escondê-lo era exibi-lo como um brinquedo qualquer. Alice certificou-se de que ele estava estático e abriu a porta. Antes que pudesse falar, foi envolvida por um abraço apertado.

— Que bom que você está bem!

Vitor finalmente relaxou. Antes de cruzar o portão dourado, vira Alice desaparecer subitamente. Ao voltar para a realidade, ele não aparecera no local de onde saíra, mas sim em sua própria casa. Correu para ver se Alice estava segura, mas assim que saiu, sentiu uma cólica terrível que quase o fez passar vergonha no corredor. Teve que voltar para resolver a "emergência", o que o atrasou um pouco.

— Você... — Alice estava confusa com o abraço súbito. Vitor a soltou e segurou seus ombros, preocupado: — Você voltou em segurança, custava ter me mandado um sinal? Sabe como é preocupante quando alguém some sem explicação?

— Eu não tive... — ela tentou dizer que não teve tempo, mas Vitor a interrompeu novamente: — Você não tem jeito. No jogo só pensa em morrer; na vida real, não pode se comportar? Habilidades funcionam no jogo, não aqui!

Ela queria dizer que sabia diferenciar jogo de realidade, mas ele não parava de dar sermão. Irritada, Alice soltou as mãos dele de seus ombros e recuou alguns passos.

— Já terminou?

— Não!

Ela suspirou, levando a mão à testa. Não tinha um minuto de paz.

— O que o sistema te deu como punição?

Alice arregalou os olhos: — Como você sabe da punição?

Vitor explicou: — Os administradores do jogo emitiram um comunicado oficial dizendo que o cenário "Aldeia da Névoa Oculta" foi fechado temporariamente devido à operação irregular de um certo jogador, e que uma série de punições foi aplicada como aviso. Como citaram o nome do cenário, quem mais poderia ser senão você?

Alice deu um sorriso chocado e disse algo que Vitor não esperava: — Que pena que não colocaram meu nome. Eu teria ficado famosa de novo. — Um simples comunicado já não a satisfazia mais.

Vitor comprimiu os lábios. O foco dessa mulher nunca era o mesmo que o das pessoas normais. Ele insistiu: — Qual foi a punição, afinal?

— Aquilo ali — Alice apontou casualmente para o manual sobre a mesa. — A punição é decorar as regras deste livreto.

Vitor ficou desconfiado: — Só isso? Tão simples?

Alice rebateu: — E o que você esperava? Que o sistema me fizesse gritar três vezes "Eu errei e vou fazer de novo"?

Vitor balançou as mãos, negando. Alice bateu forte na mesa, fazendo o manual e o Madeirinha saltarem: — Ou que me obrigassem a comer o manual?

— E esse bracelete no seu pulso, o que é?

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