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《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 20: Coletando Itens

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Capítulo 20: Coletando Itens

— Bingo! — Alice abriu um sorriso largo. — As regras são estáticas, mas as pessoas são vivas. Até as entidades são estáticas, por isso elas não conseguem ganhar de mim... — No meio da frase, ela parou subitamente e corrigiu: — Quer dizer, não conseguem ganhar de

nós

.

— Vocês não querem entrar no santuário para dar uma olhada? — O olhar de Alice percorreu os outros jogadores, seus olhos brilhando de excitação.

Os outros se entreolharam e balançaram a cabeça em uníssono. Eles estavam determinados a serem jogadores exemplares que respeitam as regras! Ao ver a cena, Vitor recuou um passo em silêncio, temendo que Alice o arrastasse à força para dentro do santuário no segundo seguinte. Isso sim seria o verdadeiro desespero.

DONG—

O sino tocou pela terceira vez. Desta vez, todos ouviram claramente: o som vinha de dentro do santuário. Ao olharem para o horário do sistema, ficaram chocados ao ver que o tempo saltara das seis e pouco para as sete e cinquenta da noite.

— Como o tempo passou tão rápido?

— Vamos logo para os quartos!

Se o período de caça era das sete da manhã às sete da noite, o que aconteceria após esse horário? Eles não ousavam especular; a única coisa a fazer era se esconder nos quartos. Em um consenso mudo, todos caminharam apressadamente em direção às cabanas.

No caminho, encontraram a mesma criança no mesmo lugar de antes. Ele continuava agachado no chão, mexendo naquela massa escura. Todos fingiram que não o viram, exceto Alice, que parou diante do menino. Ela se agachou para ficar na altura dele e perguntou com uma curiosidade fingida:

— Ei, garoto, de onde você tirou isso?

O menino levantou a cabeça e sorriu, revelando seus dentes negros. Ao ver a cena, Sara sentiu um calafrio percorrer o corpo inteiro.

— É da mana... a mana não foi boazinha... o cabelo foi arrancado — o menino sorriu com inocência.

— Ah — Alice estendeu a mão e puxou um tufo de cabelo da mão da criança. — Me empresta um pouco, te devolvo amanhã à noite.

O menino estacou. Como aquela moça podia sair pegando as coisas dos outros assim? No instante em que o couro cabeludo foi puxado, a

Precognição

de Alice mostrou que o menino saltaria para dar uma mordida feroz nela. Depois de morder, ele choraria copiosamente de injustiça, atraindo vários aldeões para atacarem Alice. "Um tufo de cabelo tem todo esse poder, é?", pensou ela.

No entanto, ela teve uma segunda

Precognição

. Na outra versão, o menino apenas ficava agachado, estático, continuando a brincar com o resto do cabelo... Interessante. Dois futuros diferentes; qual deles seria o real? Alice ficou intrigada e, enquanto pegava o cabelo, observava a reação dele.

O menino olhou para a mão agora metade vazia, olhou para Alice e não disse nada. Em seguida, baixou a cabeça lentamente e continuou a brincar com o que sobrou, como se nada tivesse acontecido. Alice entendeu a situação na hora.

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— Lara! — Clara sussurrou, horrorizada. — O que você está fazendo?!

Ir provocar uma criança que brinca com cabelos humanos... Clara não entendia aquela mentalidade.

— Coletando itens — Alice guardou os tufos ensanguentados no bolso e brincou: — Vai que é útil, né?

Qualquer coisa insignificante poderia ser um item. Era melhor pegar por engano do que deixar passar algo importante.

— Você não tem medo de ele te atacar de repente?

Alice levantou-se e limpou a poeira da roupa: — Eu aposto que ele não vai. — E mesmo se atacasse, ele não poderia matá-la. Na verdade, ela até desejava um ataque que pudesse realmente matá-la de vez, mas esse desejo parecia longe de ser realizado. Que decepção!

Marcos soltou um riso seco. Era a primeira vez que via alguém apostar na sorte dentro do jogo. Se o nome dela não tivesse um "Lara" no lugar, ele quase acreditaria que ela era a famosa Alice de quem falavam: as atitudes eram idênticas às fofocas do grupo.

Sara perguntou curiosa: — Quantos cenários você já venceu?

Vitor ia responder "Um...", mas Alice o atropelou: — Este é o meu sétimo.

Eles falaram simultaneamente. Alice lançou um olhar afiado para Vitor, sinalizando para ele calar a boca. Marcos olhou confuso para ele: — O que você ia dizer?

— Nada... nada demais. — Vitor coçou a cabeça, tentando disfarçar o constrangimento com um sorriso.

— Para ser sincera, joguei os seis anteriores desse mesmo jeito — mentiu Alice, ocultando o fato de ser apenas seu segundo cenário. No jogo, a identidade é você quem cria.

Os outros quatro trocaram olhares, acreditando piamente. Para sobreviver a seis cenários, ou você tinha uma sorte divina, ou um poder aterrorizante — ou era louca o suficiente para fazer os monstros sentirem medo, como ela.

Alice aproximou-se de Vitor, parou atrás dele e o arrastou com força bruta até a porta de sua cabana.

— Troca de quarto — ordenou ela.

— Não pode ser do jeito que está? — Ele tentou uma última resistência.

Alice apenas sorriu e entrou no quarto que Vitor escolhera originalmente.

BUM—

A porta se fechou na cara dele. Embora ela não tivesse dito nada, a atitude fora clara. Sem escolha, Vitor baixou a cabeça e abriu a porta do outro quarto.

NHÉÉÉC—

A porta ao lado se abriu novamente. Alice segurou o batente e colocou apenas a cabeça para fora. Vitor achou que ela mudara de ideia e sua expressão desanimada iluminou-se, mas...

— Se não quiser morrer, tranque bem a porta à noite. Não importa o som que ouvir, não responda e não abra a porta. Nem se for a minha voz.

Após o aviso curto, Alice fechou a porta com um estrondo. Vitor ficou ali, frustrado.

Dentro do quarto, Alice foi direto verificar atrás da porta. Realmente, não havia nenhum talismã ali. Por quê? Esqueceram de pendurar? Ou foi de propósito? Ela começou a revistar o local. Sob as tábuas da cama, não havia poeira, mas sim uma pilha de fragmentos de ossos. Ao pegá-los, viu que eram minúsculos, idênticos às falanges de uma criança.

Ao abrir a gaveta da mesa, encontrou um espelho de bronze virado para baixo. Movida pela curiosidade, Alice o virou. O vidro estava estilhaçado. No reflexo, seu rosto aparecia retorcido e, no lugar dos olhos, havia dois buracos negros.

— Esses cortes parecem bem intencionais — murmurou ela, piscando os olhos de propósito. Para sua surpresa, o rosto no espelho também piscou. No instante seguinte, um líquido vermelho-escuro começou a escorrer dos buracos negros.

— Esse tipo de susto só serve para criança — disse ela com desdém, devolvendo o espelho ao lugar. — Deixa para lá, hora de dormir. — Alice deitou-se confortavelmente na cama.

...

Oito da noite.

TOC... TOC... TOC...

Batidas intermitentes na porta interromperam seu sono.

— Visitante, abra a porta. Sou o Chefe da Aldeia, tenho algo importante para tratar com você.

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