localização atual: Novela Mágica Moderno Fantasia A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus Capítulo 16: Se o Talismã não estiver pendurado, a Morte é Certa!

《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 16: Se o Talismã não estiver pendurado, a Morte é Certa!

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Capítulo 16: Se o talismã não estiver pendurado, é morte certa!

A criança levantou a cabeça de repente e abriu um sorriso largo para eles, revelando dentes completamente pretos, como se tivesse mastigado carvão.

Clara desviou o olhar instintivamente para não encarar o garoto, lutando contra a náusea enquanto continuava a seguir o grupo.

Meu Deus, o que essa criança comeu?

Nenhum deles percebeu que, sob os dentes enegrecidos, algo parecia se contorcer.

— Chegamos... — O idoso parou diante de uma fileira de seis cabanas de madeira adjacentes. — Uma pessoa por quarto... Devem entrar antes do anoitecer.

As cabanas eram velhas e as portas estavam cobertas por manchas escuras que, sob um olhar mais atento, pareciam sangue seco.

— Não podemos ficar juntos? — Sara franziu a testa, desconfiada. Ficar sozinha em um ambiente desses era de dar calafrios.

O velho balançou a cabeça. — Apenas um por quarto, essa é a regra...

Todos trocaram olhares significativos. Estar separado significava que o risco de perigo aumentava drasticamente. No entanto, desafiar a regra imposta pelo ancião poderia significar a morte imediata.

— Vamos nos acomodar primeiro — disse Marcos com a voz grave. No momento, não tinham outra escolha a não ser obedecer aos moradores locais. O grupo assentiu, aceitando a situação a contragosto.

Vitor gritou propositalmente alto: — Lara, qual quarto você vai escolher?

Alice olhou para ele de cima a baixo, sem entender nada, como se perguntasse: "Que surto é esse agora?".

— Vou ficar no quarto ao lado do seu — continuou ele, em voz alta. Os outros o olharam com expressões confusas.

— Tanto faz, pode ficar onde quiser — respondeu Alice. Como a escolha era livre, ela não tinha o direito de interferir. Ela estava mais próxima da cabana central e, por conveniência, escolheu aquela.

Ao empurrar a porta, deparou-se com um chão de terra batida. Antes que pudesse analisar melhor, um cheiro forte de mofo a atingiu. Alice cobriu o nariz e a boca por instinto e vasculhou o interior. Além de uma cama de tábuas de madeira, uma mesa e uma cadeira, não havia mais nada. Teias de aranha se acumulavam nos cantos e nos pés dos móveis. Ela não imaginava que houvesse aldeias tão pobres dentro do jogo.

O sistema é realmente pão-duro!

Enquanto pensava nisso, Alice notou um prego enferrujado atrás da porta, de onde pendia um papel amarelado enrolado. Ela o pegou e o abriu. O talismã fora desenhado com cinábrio vermelho-escuro, exibindo padrões retorcidos que pareciam runas de selamento contra o mal.

Nesse instante, a visão da

Precognição

surgiu.

Meia-noite. A névoa branca, por algum motivo, tornava-se uma névoa de sangue escarlate. O vapor rubro infiltrava-se pelas frestas da porta. O talismã, que deveria estar pendurado, estava sobre a mesa velha. O som de um jogador roncando ecoava, sem que ele percebesse que o quarto fora cercado pela névoa sinistra. De repente, um braço pálido surgiu do nada e arrastou o jogador para fora da cama com uma velocidade fulminante. O jogador acordou em pânico, lutando inutilmente. Antes de ser arrastado para fora do quarto, ele tentou alcançar o talismã na mesa, mas foi puxado sem piedade para a escuridão, restando apenas um grito interrompido.

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"Pelo visto, se o talismã não estiver pendurado, é morte certa!"

Entendendo a importância do objeto, Alice o pendurou de volta atrás da porta. Na visão, ela não conseguiu identificar quem era o jogador; só podia torcer para que o azarado não fosse Vitor.

Ela revistou cada canto da cabana, mas tudo estava vazio. Porém, ao bater casualmente na parede perto da cama, notou um som oco.

Tem um compartimento!

Alice tateou a madeira até encontrar uma fresta estreita. Ela saiu, pediu uma faca emprestada a um aldeão e usou-a para forçar a tábua. Dentro, em um espaço do tamanho de uma palma, havia um caderno amarelado.

Alice o retirou com cuidado. A capa não tinha título. Na primeira página, uma caligrafia rústica dizia:

"Os aldeões sofrem a maldição do Deus da Montanha. Humanos de dia, cadáveres à noite. Apenas a Madeira do Deus da Montanha pode selar o mal. Mas há vinte anos, a madeira partiu-se em três, espalhando-se pela aldeia. Desde então, a névoa de sangue não se dissipa e a maldição se aprofunda..."

Na segunda página:

"O chefe da aldeia escondeu os fragmentos nas casas de três moradores: o Açougueiro Marcos, a Viúva Lúcia e o Menino Louco, Yan. Nenhum deles é amigável. Para obter os fragmentos, é necessário trocar algo ou lutar pela vida."

Alice tentou ler a terceira página, mas ela fora arrancada, restando apenas um pequeno pedaço. Geralmente, quanto mais algo é deliberadamente destruído, mais importante ele é.

DONG—

Um som de sino pesado ecoou do lado de fora. Não parecia o som de um martelo de madeira, mas sim de metal enferrujado batendo. Quando o som cessou, letras vermelhas surgiram sobre a mesa:

【Regra 2: É proibido entrar no Santuário do Deus da Montanha, localizado no lado leste da aldeia.】

Haveria algum segredo inconfessável lá? Antes que Alice pudesse refletir, ouviu alguém chamando por seu nome falso.

— Lara, saia depressa!

Era a voz de Sara, e ela parecia muito ansiosa. Alice guardou o caderno rapidamente e abriu a porta, fingindo que nada havia acontecido. Os outros estavam parados diante de sua cabana, visivelmente tensos.

— O que houve?

— Vocês ouviram o sino agora há pouco? — perguntou Clara, apertando a barra da roupa nervosamente.

Marcos respondeu: — Foi tão alto que acho impossível alguém não ter ouvido.

— Quem sabe? — Quem não ouve o sino ou é surdo, ou não é... humano.

— E vocês viram a Regra 2? — Clara olhou para cada um deles, testando a reação.

Alice não escondeu: — Sim, eu vi. — Os outros assentiram.

— Vocês não acham que as regras deste cenário são diferentes dos outros? — Vitor assumiu um tom sério, expondo a dúvida que carregava desde o início.

— Diferente em quê?

Seria a forma de publicação? Mas que importância isso teria? Fosse por alto-falante ou surgindo do nada, eram regras de qualquer jeito. Por que se preocupar com isso?

Vitor viu as faces confusas e tentou explicar, atropelando as palavras: — É que... as regras... elas...

— Nos cenários anteriores, as regras apareciam todas de uma vez. Desta vez, elas estão aparecendo uma por uma, com intervalos de tempo — explicou Alice, olhando de soslaio para Vitor e erguendo uma sobrancelha. — Não é isso?

— Exatamente! — Vitor assentiu várias vezes com um sorriso satisfeito. — Só você me entende.

Nada como um velho amigo de longa data!

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