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《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 14: A Vila da Névoa Oculta

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Capítulo 14: A Aldeia da Névoa Oculta

Vitor elogiou, sem esquecer de levantar o polegar para mostrar sua sinceridade: — Essa vassoura é realmente incrível.

【Bem-vindos ao Cenário de Nível C: "A Aldeia da Névoa Oculta"】

【Vocês são um grupo de turistas que, infelizmente, cruzaram com um guia mal-intencionado. Ele os trouxe para esta aldeia, que vive permanentemente sob o domínio de uma névoa densa.】

【Tempo restante: 48 horas e 59 minutos】

Letras vermelhas brilhantes flutuavam em meio à brancura total da neblina.

— Tem algo se mexendo ali no meio.

Alguém alertou, transformando instantaneamente a atmosfera relaxada em vigilância. Alice ignorou o comentário e passou os olhos pela aldeia à sua frente. As casas de madeira estavam construídas de forma irregular nas encostas da montanha, e cada uma delas tinha lanternas vermelhas penduradas na porta. À primeira vista, notava-se que a cor das lanternas já estava bem desbotada.

O estranho era que a aldeia não estava deserta. Através da neblina, eles puderam ver vultos borrados se movendo lentamente, com uma postura rígida que não lembrava a de seres vivos. Todos prenderam a respiração, observando a silhueta, que milagrosamente parou de se mover e... sentou-se?

Quando a névoa finalmente se dissipou, puderam ver a identidade da figura: um idoso vestindo roupas de pano cinza, cheias de remendos. Ele estava sentado em uma cadeira diante de uma mesa de madeira rústica, onde estavam empilhados seis lenços verdes.

Alice disse calmamente: — Vamos lá ver.

Vitor a seguiu sem hesitar. Os outros quatro jogadores se entreolharam.

— Nós vamos também?

As regras ainda não haviam aparecido; seria prudente agir precipitadamente? Eles não responderam com palavras, mas seus passos já indicavam a decisão. Por que não ir? Ficar esperando as pistas caírem do céu? No jogo, as coisas não eram tão fáceis assim.

— Vovô, desculpe a pergunta, mas o senhor é morador daqui? — perguntou um rapaz jovem, vestindo uniforme escolar, inclinando-se educadamente.

O idoso assentiu em silêncio. Em seguida, ele estendeu a mão e empurrou os lenços na direção deles.

— Estrangeiros... usem isto — a voz do velho era rouca, e seu rosto carregava as marcas profundas da idade.

— Isso... não parece uma boa ideia.

Um homem do grupo parecia desconfortável. Usar um lenço verde, na cultura dele, era um presságio terrível para o relacionamento. Como ele tinha namorada e era supersticioso, acreditava que colocar algo verde na cabeça arruinaria seu romance.

Vitor colocou o braço sobre o ombro do homem e foi direto ao ponto: — Cara, eu sei o que você está pensando. Mas deixa eu te falar: se um relacionamento é bom de verdade, não é um pedaço de pano que vai abalar. Quanto mais você evita, mais isso vira uma obsessão na sua cabeça.

Os outros entenderam o recado e soltaram risadinhas discretas. Uma das garotas murmurou: — Ele só fala verdades.

O homem recuou um passo, tirando a mão de Vitor de seu ombro. Ele franziu a testa, prestes a retrucar, mas Alice falou primeiro:

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— Olhem ali.

Seguindo o olhar dela, viram letras vermelho-sangue surgirem sobre a mesa do idoso.

【Regra 1: Diariamente, das sete da manhã às sete da noite, é o período de caça dos aldeões. Os estrangeiros devem obrigatoriamente usar o lenço verde.】

【Atenção: O lenço não pode ser manchado por nenhum vestígio de sangue.】

Assim que as letras sumiram, a

Precognição

de Alice entrou em ação. Ela viu o homem de aparência rústica e honesta colocar o lenço, mas, em seguida, passar a mão no rosto impacientemente. Sem perceber, ele havia cortado a palma da mão no caminho, e pequenas gotas de sangue mancharam a borda do lenço, ativando a Regra 1. Em segundos, ele foi arrancado dali por uma força invisível e violenta, sem chance de reagir. Gritos lancinantes ecoaram enquanto a névoa voltava a se fechar.

A visão terminou. Alice notou que vários aldeões, vestidos como o idoso, observavam o grupo com expressões de alegria e bochechas anormalmente avermelhadas. Como o velho e a regra exigiam o uso do lenço, não havia por que recusar.

— Esperem — Alice interveio antes que eles tocassem nos lenços.

— O que foi? — perguntou Vitor.

Alice estava séria: — Verifiquem se têm algum ferimento no corpo. Qualquer sinal de sangue deve ser isolado antes de tocarem no lenço.

Melhor prevenir do que remediar. Todos concordaram e começaram a se inspecionar. Enquanto eles se distraíam, Alice colocou o seu lenço. Para ela, ferimentos não eram um problema, mas para os outros, eram fatais.

O homem rústico notou, horrorizado, um pequeno corte na palma da mão que começava a sangrar.

— Droga! Devo ter me cortado vindo para cá.

Uma mulher de meia-idade, que já havia colocado o lenço após se certificar de que estava limpa, comentou aliviada pelo colega: — Sorte sua que não tocou no lenço agora, senão você seria o primeiro a morrer.

— Menina, obrigado pelo aviso. Meu nome é

Marcos

. Considere que te devo uma. Se precisar de qualquer coisa, é só falar.

Marcos sorria de forma honesta. Alice ia responder, mas Vitor se antecipou: — Com certeza, você tem que agradecer muito a ela.

Marcos assentiu várias vezes, parecendo genuinamente grato. Alice deu uma cotovelada leve em Vitor para que ele parasse de falar demais.

— Eu ainda não sei o nome da nossa salvadora — disse Marcos.

— Ela se chama

Lara

, e eu sou o

Vitor

— respondeu Vitor, usando um nome falso para Alice (Lara) para evitar que jogadores curiosos buscassem a vida dela no mundo real após o jogo.

Ao ouvirem o nome "Lara", os outros jogadores pareceram farejar algo interessante e a cercaram.

— Seu nome é quase igual ao de uma pessoa famosa no grupo de jogadores.

Alice perguntou: — De quem?

— Da

Alice

. Só muda o nome, mas dizem que ela é uma garota que, logo no primeiro cenário, roubou o item de uma entidade e ficou com ele para si.

A própria Alice deu um sorriso sem graça: — Não deve ser para tanto.

O grupo de jogadores era realmente rápido com as fofocas.

— E tem mais! — disse

Lucas

, o rapaz do uniforme escolar, aproximando-se após colocar seu lenço. — Ouvi dizer que ela espancou uma entidade, usou o item do próprio monstro contra ele... essa garota deve ser muito corajosa.

— Por que você acha isso? — Alice perguntou, fingindo desentendimento.

— Ela ousou provocar o bizarro, você acha que ela tem medo de alguma coisa?

Alice não se importava com quem espalhou a história do item, mas a parte da "provocação"... Ela lançou um olhar afiado para Vitor e, onde ninguém podia ver, deu um soco de leve nele, sussurrando entre dentes: — Foi você quem postou isso no grupo, não foi?

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