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《A Sobrevivente Imortal: Jogando no Modo Deus》Capítulo 11: Discussão no Grupo de Jogadores

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Capítulo 11: Discussão no Grupo de Jogadores

Alice curvou levemente os lábios, com um olhar de quem estava determinada a possuir a vassoura. Que bela falha técnica!

【Parabéns ao jogador por obter o Item de Nível 3: A Vassoura】

【Descrição: A vassoura é a segunda vida de um faxineiro. Cada faxineiro possui sua própria vassoura exclusiva e eles acreditam fielmente que "se a vassoura existe, o faxineiro vive; se a vassoura cai, o faxineiro morre".】

【Efeitos:

Campo de Limpeza Absoluta: Ao ser agitada, pode dissipar ilusões de impurezas de baixo nível em um raio de três metros e causar queimaduras em entidades (Nota: Ineficaz contra o "Faxineiro" que for o dono original da vassoura).

Majestade Hereditária: Ao portar a vassoura exclusiva de um faxineiro, o jogador será identificado por todos os faxineiros do cenário como um "colega", evitando ser incluído à força na lista de horas extras.

Exorcismo Físico: Ao atingir uma entidade, há 10% de chance de ativar o efeito "Varren-do para Fora", teletransportando o alvo instantaneamente para o local seguro mais próximo.】

【Aviso: Jamais danifique ou profane esta vassoura na frente de um faxineiro, caso contrário, provocará uma perseguição furiosa e implacável baseada nas regras.】

Agora, ela parecia entender por que o Faxineiro anterior estava tão desesperado para recuperá-la. Questione-o, entenda-o, não se torne ele e, acima de tudo, não devolva nada a ele.

...

Com o cenário concluído, a primeira coisa que Alice fez ao voltar para o mundo real foi encontrar um apartamento de segunda mão para morar sozinha, longe de sua colega de quarto bizarra.

Ela teve um sono maravilhoso, onde sonhava com montanhas de dinheiro que nunca acabavam e a companhia de um namorado bonitão. Infelizmente, embora o rapaz do sonho tivesse um corpo excelente, ela nunca conseguia ver claramente como era o rosto dele.

— Hora de acordar! Hora de acordar!

O toque de despertador de papagaio soava sem parar. Alice, que havia virado a noite em claro por pura empolgação, rolou na cama e cobriu a cabeça com o travesseiro. Será que não podiam deixá-la dormir?

Como ela não atendeu o telefone, as batidas na porta começaram. Alice sentou-se na cama, com o cabelo parecendo um ninho de passarinho e o olhar vago, encarando a porta. As batidas eram insistentes como um presságio fúnebre.

— Ah! — Ela soltou um grito de frustração para o teto e levantou-se contra a vontade para abrir a porta. — É bom que quem esteja aí fora tenha algo muito importante para dizer — resmungou.

No instante em que abriu a porta, a tela de um celular foi enfiada na frente de seu rosto.

— Olha só, você ficou famosa!

Alice, com as pálpebras pesadas, usou o dedo indicador para afastar o celular. Ao reconhecer quem estava batendo, ela soltou um suspiro nasalado e manteve uma expressão neutra.

— Então foi você quem atrapalhou meu sono de beleza.

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— Isso não importa.

O visitante era o vizinho de Alice e seu amigo de longa data —

Vitor

. No mundo real, Vitor era animado e sociável, um legítimo extrovertido; mas no jogo, ele se tornava o mestre da cautela. Seu único princípio: sobreviver é o mais importante! Ele preferia ser o "rato" que se esconde até o final do que ser o líder do grupo. Com essa mentalidade, ele conseguiu sobreviver a três cenários.

Ele ainda não havia recebido o convite para o quarto jogo, e sinceramente esperava que demorasse o máximo possível para ter tempo de se recuperar. Ignorando o olhar nada amigável de Alice, Vitor entrou:

— Como consegue dormir? Você não tem noção de que seu nome está bombando no grupo de jogadores!

O "Grupo de Jogadores", como o nome sugeria, era um espaço exclusivo para quem já havia entrado no jogo. A entrada era opcional. Alice já imaginava o que estavam dizendo:

— Estão falando que eu provoquei entidades e saí na porrada com elas, não é?

Ela tinha certeza absoluta de quem havia espalhado aquilo. Da "Biblioteca Proibida", além dela, apenas Júlia saíra viva. Quem mais poderia ser? No entanto, as coisas não eram exatamente como Alice pensava.

Ao notar o silêncio dela, Vitor a encarava boquiaberto, com a boca em formato de "O".

— Você... você também fez essas coisas? — perguntou ele, incrédulo.

Alice percebeu na hora que o assunto do grupo era outro. Ela caíra na armadilha de Vitor.

— Isso não importa — respondeu ela casualmente, sentando-se no sofá macio com as pernas cruzadas.

"Não importa? Então o que importa?", pensou Vitor. O choque ainda estava estampado em seu rosto e, movido pela curiosidade, ele sentou-se rapidamente ao lado dela.

— Me conta logo, como você deu uma surra em uma entidade?

Alice virou o rosto para ele com um sorriso que parecia gentil, mas escondia uma vontade de "ajudar": — Quer experimentar? — Ela já começava a fazer movimentos de aquecimento.

— Não, não, não! — Vitor balançou as mãos freneticamente. Ele não queria ser espancado por uma ex-instrutora de Taekwondo. Ela não media forças, e ele temia por seu belo rosto. Assustado, ele deu de ombros: — O que eu quis dizer é: como você conseguiu tocar neles? Geralmente as entidades são intangíveis, a gente vê mas não consegue encostar.

— Você ouve demais as fofocas alheias. Algumas coisas você só descobre se são verdade quando as experimenta pessoalmente.

Vitor teve um estalo: — Quer dizer que o fato de serem intangíveis é mentira?

— Sim — Alice assentiu, descascando uma tangerina.

— Mas o guia de novatos diz claramente que eles são intangíveis!

Vitor estava confuso. De um lado, sua melhor amiga dizendo que desceu a porrada; do outro, a explicação oficial do jogo. Era contraditório. Será que o sistema estava tentando nos assustar de propósito?

— O guia diz que "entidades não possuem corpo físico e não podem ser afetadas por meios físicos convencionais". Eu diria que essa frase é uma meia-verdade — Alice colocou um gomo de tangerina na boca. — A parte sobre "meios físicos convencionais" é a maior mentira e armadilha. Para interferirem no nosso mundo, caçarem ou devorarem presas, eles precisam se "materializar", seja de forma ativa ou passiva.

Vitor sentiu um calafrio na espinha: — Então nós...

— Cada entidade tem suas próprias regras. A parte materializada é geralmente o ponto mais frágil da regra. Atacar esses pontos não os destrói, mas pode feri-los gravemente e afastá-los temporariamente.

Vitor assentiu, começando a entender: — Entendi.

— Entendeu mesmo? — Alice perguntou diretamente.

Vitor foi honesto: — Não.

Ela suspirou. Mesmo com a experiência do jogo, a cabeça dele não girava tão rápido.

— Você vai entender quando entrar no jogo e testar na prática. — Nada era mais real que a ação. Alice franziu a testa: — Então, o que o grupo está discutindo sobre mim?

Lembrando-se do seu propósito inicial, Vitor exclamou:

— Eles estão dizendo que você roubou o item de uma entidade!

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