localização atual: Novela Mágica Moderno Fantasia Romance Destino Trocado: O CEO e a Garota Misteriosa Capítulo 15: Conhecendo a Família

《Destino Trocado: O CEO e a Garota Misteriosa》Capítulo 15: Conhecendo a Família

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Arthur folheou o contrato em mãos e comentou com total frieza: — Este é um contrato cheio de furos, onde a maioria das cláusulas não possui qualquer validade jurídica. Alice: “...”

Ele fechou o documento e levantou o olhar para ela: — O que você quer dizer com isso? “O que o quê?” Alice demorou um segundo para perceber que ele já estava lendo as falas do roteiro. — O que quero dizer? É exatamente o que você está vendo. Seja minha esposa, e eu te darei o dinheiro.

— Heh! — Arthur soltou um riso frio. — Sua esposa? Dom Diogo, se você realmente precisasse de uma esposa, bastaria gritar no meio da rua e tenho certeza de que haveria uma fila interminável de voluntárias. Por que gastar tanto dinheiro comigo? Ou será que você está brincando comigo?

— Eu, Dom Diogo, nunca brinco com as pessoas — Alice ergueu o queixo com arrogância. — Só espero que, ao receber o dinheiro, você tenha bom senso. Quando o tempo acabar, pegue o que é seu e suma. Não ouse cobiçar quem não lhe pertence. Assim que aqueles 15% de ações estiverem nas minhas mãos, nós nos divorciaremos.

Ding!

【Cristal sentiu uma tentação vergonhosa. Embora este homem falasse de forma detestável, ele foi sua única esperança quando ela estava no fundo do poço. A doença de sua mãe não podia mais esperar; ela não teve escolha senão aceitar os termos dele.】

【Um casamento de conveniência mútua, nada mais. Quando chegasse a hora, ela sairia de cena rapidamente, sem causar o menor incômodo.】

Arthur pegou a caneta e assinou rapidamente o nome de Cristal. Ele jogou o contrato sobre a mesa e relaxou um pouco: — Pronto, o casamento resolve tudo? Alice assinou o próprio nome logo abaixo, pensando:

Garoto, você é tão ingênuo.

Em que mundo a "esposa do CEO" não precisa fugir pelo menos três vezes para a história render?

O contrato foi assinado à tarde e, à noite, Alice já estava levando Arthur para conhecer o avô de Dom Diogo. Ela passou o braço pela cintura dele e olhou para o lado. Sendo um palmo mais alta que ele agora, ela conseguia ver os cílios de Arthur baixos e sua expressão serena. Ele realmente parecia uma "flor de lótus" pura e isolada do mundo.

【Dom Diogo observava a mulher ao seu lado; o vestido branco realçava sua beleza. Sob as luzes da noite, ele se sentiu completamente atordoado por ela.】

Arthur levantou a cabeça, e suas pupilas claras brilharam como âmbar sob os postes de luz. Ele levantou um pouco a saia branca, revelando os pés delicados. O peito do pé estava arqueado, com veias azuladas visíveis sobre a pele que parecia ainda mais branca que o tecido do vestido. Ele olhou para Alice, piscou devagar com os cílios tremendo, apertou os lábios pintados de batom e disparou:

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— Alice, vem cá. Me explica uma coisa: eu sou um homem, por que diabos você me fez colocar isso aqui? Como você espera que eu caminhe?

Alice olhou para os saltos agulha nos pés dele e coçou o nariz, culpada: — Mas quem usa um vestido desses com sapato baixo? Arthur apoiou-se no ombro de Alice e chutou a saia longa: — Esse troço é tão comprido que já está arrastando no chão e ficando preto. Ninguém vê nada aqui embaixo. Eu podia estar de tênis ou até de calça que ninguém ia notar!

Alice não permitia que sua imagem fosse arruinada: — Não vai demorar muito, aguenta firme. Arthur não queria aguentar firme; no primeiro passo que deu com o salto, quase torceu o tornozelo. Antes que pudesse protestar, um senhor de cabelos brancos saiu da mansão. Era o Mordomo Geral, que ficou radiante ao ver Alice: — Jovem Mestre Diogo, o senhor voltou! — Ele parou ao notar Arthur e arregalou os olhos ao ver a postura íntima dos dois: — E esta senhorita é...?

Alice apertou a cintura de Arthur, fazendo-o se apoiar nela: — Minha namorada. Vim apresentá-la ao meu avô. — Sério... sério mesmo? — O velho mordomo estava em choque. — O patrão estava justamente reclamando sobre o seu futuro. Se ele souber que o senhor já tem uma namorada, ficará felicíssimo!

Alice sorriu: — Exatamente. Viemos fazer uma surpresa para ele. O mordomo foi à frente guiando o caminho, enquanto Alice ajudava Arthur, cochichando no ouvido dele. Arthur: — Escuta, o velho acabou de dizer que você precisa casar para ganhar as ações e, logo em seguida, você aparece com uma namorada. Não é óbvio demais? Alice: — Quem sabe? Nestas novelas de romance meloso, a lógica é a última coisa que importa.

Arthur tropeçou e, se não fosse pelo reflexo de Alice em segurá-lo, teria beijado o chão. Ele deu um pisão na própria saia, furioso: — Quem foi o sádico que projetou esse troço anti-humano? Alice não respondeu. Depois de um tempo, ela soltou um suspiro e sugeriu: — Que tal... você tentar andar sozinho um pouco? Arthur a encarou com olhos semicerrados. Alice deu um sorriso amarelo: — É que eu cansei um pouco. — Ah... — Arthur soltou — Você está fraca, hein? Alice ficou irritada: — Como você pode ser tão ingrato? Eu estava aqui te carregando! — Quando este corpo era meu, eu carregava duas de você e nem suava. Você me segura por cinco minutos e já cansa? Se isso não é estar fraca, eu não sei o que é. Alice soltou o braço dele na hora: — Então anda sozinho! E outra coisa: antes eu subia seis lances de escada sem perder o fôlego. O corpo é SEU, se ele cansa rápido, o fraco é você!

Arthur ficou parado, espumando de raiva: — ALICE! — O QUÊ! — rebateu ela. — Nem andar você sabe, seu inútil! Arthur fechou a cara: — Quem disse que eu não sei andar? Ele levantou a saia com as duas mãos e saiu marchando para frente, sem olhar por onde ia.

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E então... Alice acabou agachada na frente dele, massageando seu tornozelo inchado. Arthur soltou um ganido de dor: — Devagar, devagar... isso é um tornozelo, não um pé de porco! Alice lançou um olhar mortal para ele: — E desde quando pé de porco não é... pé de porco? Arthur: “...” O herdeiro orgulhoso da família Diogo calou-se, com o rosto amarrado.

O mordomo apareceu atrás deles com um par de chinelos: — A senhorita está bem? Querem que eu chame o médico da família? — NÃO! — Arthur respondeu imediatamente. Nem pergunte; era puro orgulho ferido. Alice girou levemente o pé dele: — Tenta mexer. Consegue? Arthur testou o movimento e assentiu com uma expressão pesada. Alice soltou o pé dele: — Menos mal, não quebrou nada. Só inchou. Descanse dois dias e passa. Ela enfiou os chinelos nos pés dele: — Pronto, Jovem Mestre, agora está do jeito que você queria, não está? Arthur: “...”

E foi assim que o poderoso Dom Diogo apresentou seu primeiro par romântico à família... em uma cadeira de rodas. Enquanto Arthur era empurrado pela mansão sob os olhares curiosos de todos, ele só queria cavar um buraco e se esconder. Para piorar, o mordomo parecia determinado a fazê-lo morrer de vergonha alheia, descrevendo a cena lá fora com um drama digno de Oscar:

— Eu estava bem ali, na frente do Jovem Mestre, quando de repente a Senhorita Cristal soltou um grito. O Jovem Mestre, com a velocidade de um raio, voou para o lado dela e a envolveu nos braços! — A situação era crítica! Se o Jovem Mestre não tivesse chegado a tempo, as consequências seriam terríveis. Ele se ajoelhou diante dela, sem se importar com a poeira que manchava sua calça de grife única no mundo. Ele pegou os pés da senhorita com suas mãos nobres... — Eu juro, foi a primeira vez que vi o patrão com um olhar de pura dor. Seus olhos melancólicos só viam a Senhorita Cristal, e ele até perguntou se doía... — Ao chegar nessa parte, o mordomo tirou um lenço para enxugar as lágrimas, profundamente emocionado.

Arthur: “...”

Deus, se eu soubesse que minha teimosia resultaria em ouvir esse discurso, eu teria deixado a Alice rir de mim o dia todo.

Com exceção de Arthur e Alice, todos na mansão foram contagiados pelo relato dramático do mordomo. Arthur chegou a ouvir os sussurros das empregadas atrás dele: — Meu Deus! O patrão se ajoelhou por ela? E ainda deixou que ela entrasse em uma cadeira de rodas para ver o velho patrão? — Que absurdo! O que essa mulher tem de tão especial para o patrão se sacrificar tanto? — Pois é, tropeçar logo no primeiro dia... nota-se que não tem classe. Ouvi dizer que é a bastarda renegada dos Cristais. Não sei o que o patrão viu nela. — Todo mundo achava que seria a Beatriz... — Ou a Senhorita Sofia, que ainda não voltou da Europa...

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Cof, cof!

Uma tosse rouca interrompeu as fofocas. Arthur levantou a cabeça e viu o senhor de terno chinês tradicional sentado à frente. Sem dúvida, era o avô de Dom Diogo. O velho o analisou de cima a baixo e abriu um sorriso satisfeito: — E quem temos aqui? Alice declarou: — Vovô, esta é Cristal, minha namorada. Se tudo der certo, pretendemos nos casar em breve.

O velho hesitou: — Da família Cristal? Arthur achou que o disfarce tinha caído. Afinal, a alta sociedade é um ovo; ele ter espancado o pai de Cristal no dia anterior já deveria ser notícia. — Tudo bem... — O velho assentiu sorrindo diante do olhar tenso de Arthur. — Parece uma boa moça. Se o Diogo gosta, é o que importa. Status social não é tudo.

Como Alice dissera, a lógica passou longe dali.

— EU NÃO CONCORDO! Um grito repentino assustou a todos. Uma mulher elegantemente vestida entrou pela porta, jogando sua bolsa caríssima no sofá e encarando Arthur com total desprezo. — Eu não aceito esse relacionamento! Meu filho é um prodígio, quem é essa aí? Acha que tem nível para ser a nora da família Diogo? — Ela elevou a voz: — Segurança! Tirem essa mulher oportunista da frente do meu filho agora mesmo!

Alice colocou-se na frente de Arthur: — Mãe, o que a senhora pensa que está fazendo? — Diogo... — A mulher correu e segurou a mão dela. — Você perdeu o juízo? Ela não passa de uma bastarda expulsa pelos Cristais, como pode estar com você? — Você sabe quem você é? Você é o grande Dom Diogo, herdeiro do império Diogo, o homem mais poderoso do mundo! Sua beleza faz as mulheres do planeta inteiro desmaiarem aos seus pés! Há milhares de herdeiras ricas morrendo por você... por que diabos você escolheria logo uma bastarda?!

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