localização atual: Novela Mágica Moderno Romance O Cativeiro do Amor Tóxico Capítulo 14

《O Cativeiro do Amor Tóxico》Capítulo 14

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O casal à frente estacou. Dante virou-se, com a voz gélida, enquanto colocava Nara protetoramente atrás de si.

— Giovanni, se você se atrever a desafiar meus limites mais uma vez, creio que terei que reconsiderar as parcerias recentes com a sua família.

O sorriso no rosto de Giovanni desapareceu. Ele encarou Dante com um brilho de indignação, mas ao olhar para Nara logo atrás, sua raiva subitamente se dissipou.

Dante era um tolo. Uma mulher mentirosa e cruel fora capaz de seduzi-lo a ponto de deixá-lo completamente desorientado. Enquanto isso, a mulher que Giovanni admirava era o cisne branco, intensa em seus amores e ódios. Uma pena que...

A frustração de Giovanni diminuiu consideravelmente; pelo menos no quesito "bom gosto", ele era muito superior a Dante.

— Certo, Sr. Rocha. Passar bem.

Giovanni acenou com desdém e partiu.

Dante levou Nara para fora. Ao chegarem ao estacionamento, ele disse de repente:

— Nara, por que suas mãos estão tão suadas?

Nara sobressaltou-se e olhou instintivamente para ele, mas encontrou apenas um par de olhos frios, desprovidos da ternura habitual. Ele finalmente suspeitara. Ela havia apostado e perdido; superestimara o que ele sentia por ela.

O coração de Nara nunca batera tão rápido. Ela observava o olhar do homem tornar-se cada vez mais distante e gélido. Como se não conseguisse mais se sustentar, ela baixou a cabeça e deixou a voz embargar:

— Ele tem razão. Eu não estou grávida. Eu menti para você.

Dante ficou paralisado. Inicialmente, ele pretendia apenas perguntar por que ela se oferecera tão prontamente para cuidar de Maya. Jamais imaginou que descobriria, por acaso, a verdade sobre a falsa gravidez.

Ao olhar para Nara agora, além da decepção, Dante sentiu uma pontada de desolamento que não conseguiu conter. Antes disso, Nara era como uma joia perfeita em sua mente. Agora, essa joia apresentava uma rachadura profunda. Entre eles, parecia ter surgido uma fenda irreparável.

Ao perceber a mudança na expressão dele, o pânico de Nara cresceu. Ela segurou a mão dele, e as lágrimas começaram a cair instantaneamente.

— Dante, me perdoa... eu não queria te enganar. Mas eu sou sua noiva, e não suportava a ideia de que a Maya e o filho dela roubassem o seu amor.

Ela chorava copiosamente, e as feições de Dante suavizaram-se levemente ao ver as lágrimas dela.

— Mas se aquela criança nascesse, seria sua. Você seria a mãe dela.

— Nunca seria meu filho de sangue. Enquanto ele existisse, você nunca esqueceria a Maya.

O olhar de Nara tornou-se melancólico, e ela apertou a mão dele com força. Dante afastou a mão dela, com a voz carregada de cansaço:

— Nara, desta vez você errou.

— Eu sei... não importa o que eu diga, você achará que é apenas uma desculpa. — O rosto de Nara estava manchado de lágrimas e um brilho de ressentimento cruzou seus olhos. — Mas, Dante, ninguém quer compartilhar o que lhe pertence por direito.

Dito isso, ela entrou no carro e partiu bruscamente.

Dante permaneceu imóvel no mesmo lugar. Se Nara não tivesse mentido sobre a gravidez, Maya não teria sido provocada ao extremo e, talvez, nada disso estivesse acontecendo...

Somente quando o motorista chegou é que Dante entrou no carro e soltou um suspiro pesado, tentando liberar a angústia em seu peito. Por um momento, ele já não sabia se o que sentia por Nara era real ou ilusório. Também não sabia quantas outras coisas ela escondia; apenas pelo episódio da gravidez, ficava claro que ela não era tão pura e inocente quanto aparentava.

Dante massageou as têmporas latejantes e fez uma ligação.

— Alô? Preciso que você investigue uma coisa para mim.

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