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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 150 — Dizem que Quando a Mulher Diz Não, É Sim

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"Só ciúme é pouco. Quer que eu acrescente pimenta?" Serena tentou.

Muito bem.

Rafael estreitou os olhos, e simplesmente a jogou no próprio ombro.

Andou alguns passos e, como esperava, havia uma caverna no caminho.

Aquele vilarejo, longe do mundo, havia mudado pouco em dez anos.

"Me coloca no chão!" Serena ficou irritada.

Ela havia ido para longe de Bruno, não para entrar na boca do lobo.

Rafael não ouviu nada, e agachando levemente entrou na caverna com ela no ombro.

A caverna às vezes servia de abrigo da chuva e de lugar para descansar, então estava razoavelmente limpa por dentro.

Perto do meio-dia, o sol estava no ponto mais alto, e só uma sombra oblíqua tocava a entrada da caverna.

O interior estava na penumbra.

Rafael a apoiou contra a parede, bloqueando toda a luz: "Você se lembra deste lugar?"

Como ela não ia se lembrar.

Naquele dia ela havia passado por ali e encontrado Rafael com o envenenamento avançado.

Havia trabalhado muito para conseguir expelir o veneno completamente.

"Parece que você se lembra." Rafael foi perto do ouvido dela: "Então decidi me entregar a você como recompensa."

"Não precisa!"

"Dizem que quando a mulher diz não, é sim."

Dito isso, Rafael mordeu levemente o lóbulo da orelha dela.

Os dedos foram roçando na bochecha com aquela leveza que deixava uma trilha de temperatura.

A temperatura da bochecha dela subiu com o toque, queimando as pontas dos dedos dele.

Rafael foi descobrindo que Serena havia sido completamente moldada pelo próprio gosto dele, e cada detalhe o deixava cada vez mais incapaz de parar.

A excitação percorreu a coluna e se espalhou por todo o corpo.

Por fim os dedos foram parar na pintinha vermelha dela.

Pressionou levemente, roçou de volta e para frente.

O sangue agitou de uma vez, a garganta de Rafael se moveu forte, a ponta da língua provando um sabor que fez tudo tremer.

O que havia começado como uma punição pequena não estava mais dentro do controle.

A palma grande deslizou. O calo no polegar da mão que empunhou armas tantas vezes raspou na pele dela que era macia e delicada, áspero demais.

Até que Serena soltou um som baixo: "Dói."

Rafael parou. A respiração estava pesada.

"Onde?" A voz saiu rouca.

"A mão." Serena ergueu o braço.

No pulso havia uma marca vermelha, com um leve arranhão. Não sabia se havia sido uma pedra da caverna.

A pele dela era delicada, qualquer marca ficava amplificada.

Rafael sentiu como se uma formiga mordesse o peito.

O desejo recuou completamente com o gemido de dor dela. Ele a ergueu e examinou com cuidado.

Abaixou a cabeça, um beijo leve pousou sobre a marca.

"Vou te levar passar pomada." Rafael assoprou levinho: "Ainda dói?"

Serena não havia esperado que ele fosse se preocupar tanto com uma coisa tão pequena. Ela mordeu o lábio: "Não dói mais. Mas não estou feliz."

"Ah?" Rafael baixou a cabeça com toda a paciência, perguntando para a mulherzinha no colo: "O que aconteceu?"

"No meu aniversário, não quero ver a Rafaela." Serena disse.

"Certo." Rafael concordou na hora, e foi logo ligar para Bruno: "Leva a Rafaela embora. Cuida dela, mas não deixa nada acontecer com ela. Amanhã leva para a

Porta da Caça

."

Serena, ao ouvir aquilo, deixou um sorriso crescer por dentro.

Rafael sabia ou não que estava afastando a própria chance de descobrir a verdade com as próprias mãos?

"Pronto, a pessoa chata foi embora. Agora a Sere pode voltar e cortar o bolo." Rafael disse com aquele jeito de quem está animando uma criança.

Dito isso, a ergueu, e com cuidado foi tirando os fios de palha seca que estavam na roupa dela.

Os dois voltaram para o quintal de Serena.

E foi naquele momento que Bruno, que havia se afastado, teve um clarão repentino.

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