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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 148 — Fazendo a Santinha Ferver

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"Quem está aí?" Plínio se virou de repente, a frieza e a precisão nos olhos como uma lâmina.

Serena nem precisou olhar para saber quem era.

O gesto de Plínio ajudando a guardar o livro, se fotografado no ângulo certo, parecia mesmo um homem abraçando uma mulher por trás.

Rafaela estava indo mostrar aquilo para Rafael, era óbvio.

"Deixa." Serena balançou a cabeça para Plínio: "É só uma palhaçada."

Lá fora.

Rafaela segurava o celular com um sorriso nos cantos da boca.

Ela queria ver a reação de Rafael ao ver aquela foto.

E por coincidência, Rafael havia acabado a ligação de trabalho e parecia estar procurando Serena.

Rafaela foi até ele: "Rafael..."

A voz dela era suave, os olhos brilhando com aquela luz que se acende para quem é admirado.

Rafael conteve a vontade de simplesmente acabar com Rafaela ali.

Aquela mulher, morrer rápido assim seria barato demais.

O silêncio dele pareceu encorajar Rafaela.

Ela curvou os lábios num sorriso doce e continuou:

"Faz tanto tempo que não nos vemos. Você não está dormindo direito, ficou mais magro?"

Rafael olhava para ela com aquele frio que não dizia nada.

Rafaela sentiu um pique no estômago mas continuou: "Não esperava que nos reencontrássemos justamente no lugar onde a gente se conheceu..."

Ela invocou deliberadamente o

socorro

de dez anos atrás, querendo despertar em Rafael alguma lembrança boa.

Mas Rafael continuou sem reação alguma.

Rafaela respirou fundo e decidiu jogar a carta final.

Ela desbloqueou o celular, e com um ar de

ah, por acaso

:

"Que biblioteca enorme a Serena tem! Antes eu queria ver e ela nunca deixava pegar nada..."

Ela aproximou a tela quase nos olhos de Rafael.

O suficiente para que ele visse claramente a intimidade entre Serena e Plínio na foto.

Mas, contrariando todas as expectativas de Rafaela, Rafael não demonstrou nenhuma mudança de expressão.

Rafaela conhecia Rafael havia tempo suficiente para saber o quanto ele era possessivo.

Era impossível que ele não ligasse.

Ela decidiu jogar mais lenha: "Eu queria fotografar a estante, mas sem querer saíram duas fotos com pessoas..."

Ela deslizou a tela, e no lugar da imagem de Plínio abraçando Serena apareceu outra: os dois de frente um para o outro.

A luz da tarde entrando pelos quadros da janela antiga caía sobre os dois.

O tempo parecia distendido, com aquela quietude suave das fotos antigas.

E Serena estava sorrindo. O perfil dela era deslumbrante, e a pintinha vermelha no canto do olho ficava travessa e sedutora.

O fundo dos olhos de Rafael escureceu.

"Parece que eles se conhecem bem." Rafaela disse: "Ah, mas espera, eles se apresentaram hoje. Obviamente é a primeira vez que se veem. Só que o que eles estavam fazendo ali dentro..."

A frase não terminou quando Rafaela sentiu uma frieza que a atravessou de ponta a ponta.

Rafael nesses anos havia tomado decisões que não eram simples. Ele havia feito escolhas difíceis.

De repente, o rosto de Rafaela ficou branco. Ela recuou dois passos, mas ainda forçou: "Rafael, você vai tolerar ela te trair assim?"

Rafael finalmente abriu a boca.

A voz era fria com um toque de escárnio: "A senhorita deveria estar mais preocupada consigo mesma."

Pela estimativa dele, Bruno estaria lá em cinco minutos.

"E mais: eu confio que a Sere não vai me trair." Rafael semicerrou os olhos: "O que você está fazendo com tudo isso, no fundo, é só querer que eu te olhe por mais tempo."

Rafaela estava tremendo, com medo de continuar ouvindo.

"Mas mesmo sem a Serena Viana existir, eu nunca ia gostar de você."

"E depois de compará-las, percebo que olhar pra você de novo me dá náusea."

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