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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 144 — O Irmão Começa a se Decepcionar com Valentina

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O espaço ficou com um silêncio de morte.

E naquele momento, Renato, que havia ouvido tudo, virou para Valentina.

Ele não sabia todos os detalhes, mas o essencial dava para deduzir pelas falas das pessoas.

Os colegas do instituto não tinham conta na Aliança Médica, não saberem era compreensível. Mas a própria irmã não tinha como não saber.

E Valentina havia ficado vendo aquelas pessoas distorcerem os fatos sem dizer nada.

Renato não sabia desde quando a irmã havia ficado assim de coração pequeno.

A decepção foi subindo, e ele semicerrou os olhos, a desaprovação claramente no fundo deles.

Valentina estava mais perto de Renato do que de qualquer outro naquele momento. Olhou por instinto, e encontrou a expressão do irmão mais velho.

O coração deu uma espasmo.

As unhas foram para a palma da mão, um pontada de dor.

Por instinto ela desviou o olhar, mas percebeu que os pais também a estavam olhando com uma leve decepção.

Ainda bem que Sandro, que não suportava ver ela naquela situação, saiu em seu socorro:

"Parece que foi um mal-entendido. Se está explicado, tudo certo."

O coração de Valentina, que estava na beira do precipício, voltou devagar para o lugar.

Ainda bem. Ainda tinha irmão que a protegia.

James não estava com a menor disposição para conversar com os outros ali. Ele foi logo pedir mais detalhes do experimento para Serena.

Ele havia vindo especificamente para encontrá-la, e para aguentar a presença de Rafaela, que havia roubado o pen drive alheio, no trajeto até ali.

O clima foi se aquecendo de novo. Rafaela olhou para as costas de James, e uma frieza foi crescendo por dentro.

Como Serena podia ser assim? Ela não acreditava.

Tinham crescido no mesmo vilarejo. Não fazia sentido...

Foi então que Tiedaner ficou animado de novo: "Chegou mais gente lá fora! Um monte de avós e vovôs!"

Entre as falas, algumas picapes já tinham parado na entrada do quintal.

Os motoristas foram descarregando caixas com cuidado, pousando-as no chão.

Os velhinhos, com Bai Cong na frente, vieram todos animados:

"Mestra, viemos te dar os parabéns!"

"Pega os instrumentos!"

E então os doze velhos foram abrindo as malas.

Eram instrumentos musicais de todos os tipos, suficientes para formar uma banda inteira.

"Somos a Associação de Piano, mas tocamos outros instrumentos também!" Bai Cong estava orgulhoso, e logo modesto: "A senhorita nos corrija se necessário!"

Com um gesto dele, a música começou.

Os velhinhos, com uma vitalidade impressionante, tocaram os parabéns com um arranjo que tinha garra e grandiosidade.

Os moradores do vilarejo aplaudiram: "Muito bom!"

Entre os do instituto, vários acompanhavam música. Alguém reconheceu Bai Cong e ficou boquiaberto:

"O senhor é o diretor Bai da Associação de Piano?"

Bai Cong acenou com aquele ar de mistério cultivado: "O próprio."

"O senhor veio para o aniversário da Serena?"

Bai Cong disse: "Dar os parabéns à mestra é uma honra."

Alguém conectou os pontos imediatamente com o vídeo que havia viralizado dias antes:

"Aquela que tocou

Cinzas

no vídeo... era a Serena?!"

"Claro." Bai Cong e os outros velhinhos ficaram muito orgulhosos: "E naquele dia ela ainda tocou ao vivo pra gente!"

"Pois é, eu com esses ossos velhos, depois de ouvir aquilo fui logo curar uma infecção que tava insistindo!"

Alguém apontou para Sandro: "Ah, o jovem Viana também estava, mas ele estava do lado de fora ouvindo pela janela!"

Sandro: "..."

Ainda dava tempo de sair antes que mais gente notasse?

Valentina virou para o irmão com a voz levemente trêmula: "Sandro, você foi?"

Sandro não sabia nem como começar a explicar o episódio constrangedor. Só acenou.

O rosto de Valentina ficou de repente completamente branco.

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