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《O Falso Amor do Meu Tutor》Capítulo 12

Casa de Rafael.

Quando Rafael abriu os olhos, já estava de volta ao quarto familiar.

Dona Sônia estava sentada à beira da cama com os olhos tão inchados de tanto chorar que mal conseguia ver. Ela segurava a mão do médico com desespero.

"Doutor, pelo amor de Deus, salva o meu filho."

O médico suspirou com uma expressão pesada.

"Já procuramos em todo o país. Não encontramos nenhum doador compatível com o Rafael."

Dona Sônia tropeçou nos próprios pés e caiu sentada no chão, os olhos tomados pelo desespero.

"Eu não devia ter tratado Mara daquele jeito. Se eu tivesse sido mais boa para ela, talvez ela não tivesse sumido. Talvez meu filho ainda tivesse uma chance."

O choro rasgado de Dona Sônia ecoou pelo quarto, e o coração de Rafael doeu como se estivesse sendo partido ao meio.

Ele se sentou na cama com dificuldade e olhou para o assistente.

"O que você descobriu?"

O assistente pegou o tablet e entregou nas mãos de Rafael.

"Rastreamos o ID que invadiu nosso sistema até um país estrangeiro, mas para descobrir a cidade exata, ainda precisamos acionar os contatos de lá."

Rafael fechou os dedos ao redor do tablet com força.

"Precisa ser rápido."

Quando o assistente saiu, Dona Sônia se sentou à sua frente com o rosto coberto de tristeza.

"Filho, agora só a Mara pode te salvar. Você precisa encontrá-la."

"Tudo culpa daquela Viviane maldita. Se não fosse ela, você não estaria nessa situação."

Mal Dona Sônia terminou de falar, Rafael avistou uma sombra rondando furtivamente pela porta. O olhar se fechou.

"Quem está aí?"

Uma empregada deu um passo à frente, apavorada.

"Rafael, tenho algo que preciso te contar."

Dito isso, ela caiu de joelhos no chão.

"Na época em que você mandou a senhorita Mara receber a punição da família, Viviane mandou mergulhar o chicote em água salgada. Por isso as feridas nas costas de Mara demoraram tanto para cicatrizar."

Ao ouvir aquilo, Rafael sentiu uma raiva tão intensa que pareceu estar prestes a explodir.

"Quem deu coragem a ela para tratar Mara assim?"

A imagem de Mara olhando para ele com aquela expressão de quem havia decidido de uma vez por todas ainda estava viva na sua memória, como uma faca enterrada no peito.

Rafael encarou a empregada com um olhar pesado.

"O que mais Viviane fez? Me conta tudo."

A empregada abaixou a cabeça com medo.

"Também ouvi Viviane ligando para o hospital psiquiátrico, pedindo para dar uma lição na senhorita."

Os tendões das mãos de Rafael saltaram. O branco tomou conta dos seus olhos.

A imagem de Mara pulando desesperada da janela do hospital ainda o fazia gelar por dentro, mesmo agora.

"Viviane, você queria matar Mara."

A empregada não ousou nem levantar a cabeça, e a voz saiu trêmula.

"No dia do seu casamento, foi a própria Viviane quem comeu manga e teve a reação alérgica. O vestido foi ela mesma quem cortou. Tudo para que você punisse a senhorita Mara."

Rafael não conseguiu ouvir mais. Agarrou o colarinho da empregada com força.

"Por que você só está me contando isso agora?"

A empregada mal conseguia olhar para os olhos de Rafael, que naquele momento pareciam os de um demônio.

"Viviane usava o meu filho como ameaça. Me obrigou a dar falso testemunho. Eu não tinha escolha."

Rafael largou a empregada com um gesto brusco, o rosto sombrio de uma forma que assustava.

"Viviane, tudo o que você fez contra Mara, vou fazer você pagar um por um."

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