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《O Falso Amor do Meu Tutor》Capítulo 10

O vídeo havia sido extraído do gravador de um carro estacionado na rua naquele dia.

Na gravação, o pai de Mara voltava do mercado caminhando tranquilamente pela calçada quando um carro veio em direção a ele em linha reta e o atingiu de frente.

Seu Edmundo caiu no chão, o corpo se contorcendo com dificuldade.

Naquele momento, ainda havia uma chance de sobreviver.

Mas o carro deu ré e passou por cima dele mais uma vez, até que o corpo no chão ficou completamente imóvel.

Em seguida, Viviane desceu do veículo com um sorriso satisfeito, segurando uma garrafa de bebida ainda lacrada na mão.

Ela deu um chute forte no corpo que estava no chão.

"Velho inútil. Copiei um trabalhinho e você não conseguiu simplesmente fechar os olhos? Você sabe que eu estava prestes a ganhar um prêmio? Agora perdi tudo por sua causa."

Dito isso, Viviane abriu a garrafa e despejou a bebida inteira na própria garganta de uma vez.

Depois de beber, ela recompôs a expressão, pegou o celular e ligou para Rafael com uma voz cheia de desespero forjado.

"Rafa, o que eu faço? Bebi um pouco e acabei batendo em alguém sem querer. Estou com tanto medo."

Todos no salão que assistiram àquela cena ficaram indignados.

"Não dava para imaginar que Viviane fosse tão calculista. Aquilo era uma vida humana."

"As mais inocentes nessa história são Mara e o pai dela. Um morreu de forma horrível, a outra foi adotada pela própria inimiga, presa, e ainda teve o laboratório destruído."

"Isso é homicídio doloso. Rafael é cúmplice."

Rafael não conseguiu ouvir mais. Deu um passo à frente e agarrou o colarinho de Viviane com violência.

"Viviane, a morte do professor foi intencional. Você nunca estava bêbada. Planejou tudo."

Viviane sacudiu a cabeça sem parar, com pânico nos olhos.

"Rafa, faz tanto tempo. Quem pode provar que esse vídeo não é falso?"

"Mara não para de se meter entre a gente. Ela só quer se vingar, só quer que a gente sofra. Ela é nossa inimiga."

Antes que terminasse de falar, ouviu-se um estalo seco.

Rafael deu uma bofetada com força no rosto de Viviane.

"Fecha a boca."

"Foi você quem matou o pai de Mara. Foi você quem a expulsou. Tudo é obra sua."

Viviane cobriu o rosto vermelho e inchado, e a expressão foi se distorcendo aos poucos.

"Rafael, para de fingir. Não foi você quem encobriu tudo isso desde o início?"

"Não esquece que você é o verdadeiro responsável. A gente está no mesmo barco. Se eu afundar, você afunda junto."

Rafael apertou o pescoço de Viviane, os olhos injetados de raiva.

"Me ameaçar?"

Viviane o encarou sem recuar.

"Rafa, agora o mais urgente é encontrar Mara."

Ao ouvir aquilo, Rafael pareceu se lembrar de algo e soltou Viviane, virando para o segurança ao lado.

"Levem ela para casa e não deixem sair. Sem a minha ordem, ninguém a libera."

Viviane ficou desnorteada.

"Rafael, já sou sua esposa. Você não pode me tratar assim."

Mas não importava o quanto ela gritasse. Rafael não olhou mais para ela uma única vez.

Ele fechou os punhos e se voltou para o assistente.

"Ainda não há nenhuma notícia de Mara?"

O assistente balançou a cabeça com cautela.

"Já vasculhamos Pequim inteira. Não há nenhum rastro da senhorita."

Rafael sentiu o peito afundar. Ergueu os olhos para a tela já apagada.

"Rastreiem pelo ID. Sempre tem alguma pista por onde começar."

O assistente saiu, e Rafael pareceu perder toda a força de uma vez, desabando devagar.

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