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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 127 — A Ovelha Entrando na Boca do Leão

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Os gritos ao redor eram ensurdecedores. Serena foi rápida até um canto mais isolado.

Uma mulher passou por ela. Serena sorriu: "Posso pegar emprestado alguma coisa de maquiagem?"

A mulher hesitou, olhou para ela um segundo, e acabou cedendo.

Cinco minutos depois, Serena era outra pessoa.

Pele bronzeada, maçãs do rosto proeminentes, lábios mais cheios, olhos levemente puxados para cima.

Ela se olhou satisfeita no espelho, tirou duas notas do bolso: "Obrigada."

A mulher curvou os lábios, em língua internacional: "Não precisa. Este é o meu cartão. Se quiser ser amiga."

Serena não recusou: "Ótimo."

Ela deu uma olhada rápida e viu que a mulher era acionista daquela arena. Uma figura de peso.

Serena foi direto para os bastidores.

"Quero participar da rodada de combates consecutivos." Ela disse.

O responsável era um homem de uns trinta e tantos anos, que soltou uma gargalhada: "Com esse corpinho que não sabe se é homem ou mulher?!"

Serena pegou um documento de risco de vida do lado: "Com isso, é suficiente?"

"Se quer morrer, ninguém te para." O homem gritou para os fundos: "Manda esse bichinho subir! Considere um presente pro Hike hoje! Vamos ver se esse fortão aguenta 12 rodadas!"

Logo um rapaz apareceu, acenando para Serena: "Anda, vai se matar lá!"

Serena assinou o documento de risco de vida. Ao devolver o papel para o homem, deixou cair algo discretamente na mão dele.

Bichinho

, era?

Ela queria ver quem ia dançar daqui a pouco.

Quando Serena chegou nos bastidores, o público lá fora estava em delirium.

"Hike! Hike! Hike! Sequência invicta!"

O rapaz por trás dela empurrou: "Vai logo!"

Serena se virou levemente, e num movimento de quase nada, a mão delicada foi num gesto preciso nas costas do rapaz.

Igual ao que fez com o chefe de segurança no instituto, uma sequência de estalos.

No segundo seguinte, o rapaz foi ao chão como uma massa sem ossos.

"Bichinho?" Serena deu uma risada fria e foi em direção ao ringue.

Atrás dela, o rapaz ainda tinha a expressão de antes, até que a dor chegou em onda e ele começou a gritar como se estivesse sendo esfaqueado.

O grito foi imediatamente engolido pelos urros do público.

Serena chegou à beira do ringue.

No instante em que apareceu, a arquibancada em erupção foi como se alguém tivesse pressionado o botão de mudo.

Alguém poderia explicar o que aquela figura baixinha e toda trançada estava fazendo ali?

Serena estava em frente a Hike como uma ovelha em frente a um leão.

Uma ovelha na boca do leão. Era basicamente isso.

Depois do silêncio breve, o público explodiu em gargalhadas.

"Criança, você entrou na sala errada! Aqui não vende fralda!"

"Vai pra casa procurar a mamãe! Hahahaha!"

O apresentador foi ao microfone e pediu silêncio.

"O próximo desafiante é um lutador livre que vem desafiar o nosso invicto de sete rodadas, Hike!"

"Que o combate comece!"

Do público: uma vaia geral.

"Hike, rasga ele!"

"Despacha esse branquelo numa rodada só!"

"Hike, oito vitórias consecutivas!"

As apostas na tela foram atualizadas.

Do lado de Serena, havia exatamente um apostador. Ela mesma.

Era a única vez na história centenária da arena em que a proporção estava em noventa e nove ponto noventa e nove por cento contra zero ponto zero um.

Dava para imaginar que aquele combate seria mencionado na mesma respiração que a batalha lendária do

Vazio

contra o

Deus do Trovão

naquele mesmo lugar.

Só que desta vez, de cabo a rabo, seria uma piada. Uma piada lendária.

Serena foi caminhando devagar em direção a Hike.

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