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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 125 — A Conta da Última Vez Ainda Está Aberta

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"Gosta assim?"

Rafael falou, e a pétala de rosa foi roçando entre os lábios dos dois sem cair.

No nariz havia o perfume leve das rosas, e a presença invasiva do homem que entrava por todos os lados.

"Da próxima vez a gente pega vários tipos. Alternamos."

A voz dele era rouca, os dedos traçando círculos ao redor de cada trança.

"Tá bom. Então na próxima eu quero datura." Serena disse.

"Gosta de perigo?" Rafael deu uma risadinha baixa.

Todo mundo sabia que a datura era venenosa, capaz de paralisar o sistema nervoso.

"Prefiro usar em você." Os dedos de Serena foram apertar alguns pontos nas costas de Rafael: "Não tem medo de não conseguir se mover de novo?"

"Ah, você me lembrou." Rafael se abaixou, envolveu as pernas de Serena com os braços e a levantou na vertical.

Em passos largos foi até a beira da cama e a jogou suavemente no colchão: "A conta da última vez ainda não foi acertada."

Dito isso, foi se aproximar.

Serena rolou rapidamente na cama. No último segundo antes de Rafael chegar, chegou à beira.

Mas uma mão grande veio do lado e a puxou de volta para o meio.

Rafael a prendeu entre os dois braços: "Sere sabe rolar tão bem. Rola de novo pra eu ver?"

Serena estava calculando várias saídas na cabeça, quando de repente teve uma ideia.

Ela foi logo com cara de reclamação: "Antes de sair, você prometeu uma explicação."

Rafael entendeu imediatamente o que ela estava questionando.

Então foi dar um beijo nela, e depois se deitou ao lado:

"Você conhece a estrutura da Aliança, então o Salvation não deve ser novidade pra você."

Serena fingiu ignorância total sobre a identidade de Rafael e acenou: "É, você tem a ver com o Salvation?"

Rafael disse: "Entrei no Salvation aos doze anos. Hoje sou líder do Salvation e do esquadrão de resgate aéreo da Aliança."

"Essa missão era originalmente responsabilidade do departamento de segurança da Aliança, mas eles não tinham pessoal adequado. Então a minha equipe assumiu."

"Não te avisou antes por causa do sigilo. Eu confiaria em você não contar, mas é um protocolo da Aliança que não gosto de quebrar."

Serena acenou, e virou o rosto para olhar para o homem ao lado.

Ela lembrou dos nove anos, quando estava intoxicada e o corpo sempre fraco. Presa num incêndio, sentindo que ia morrer, foi Rafael que a carregou nas costas, passo a passo, para fora do fogo.

Ela perguntou: "Por que você entrou para o esquadrão de resgate?"

O olhar de Rafael ficou mais fundo: "O meu avô. Quando eu tinha dez anos, numa briga num bairro pobre, foram os membros do esquadrão que salvaram a vida dele. Dois anos depois, passei nos testes."

Não era a primeira vez que Serena ouvia Rafael mencionar o avô.

Ela ficou curiosa: "E os seus pais? Nunca te ouvi falar sobre eles."

Rafael virou a cabeça de repente, com aquele sorriso de quem está querendo armar uma: "Com tanta pressa de conhecer os sogros?"

Serena foi logo com o punho em direção ao rosto dele.

A mão foi segurada e envolvida por uma palma grande.

Rafael deu uma risada: "Fica tranquila. No nosso casamento você vê."

Serena tentou tirar a mão e não conseguiu. Ficou frustrada.

Mas levantou os olhos com uma provocação: "Acho que o Sr. Duarte havia dito que não se casaria com mulher divorciada."

"Quando? Eu não me lembro." Rafael disse, e com o braço puxou Serena um pouco mais para perto. "Pra mostrar seriedade, quando a gente voltar, a gente faz uma coisa."

Serena teve um mau pressentimento: "O quê?"

"Registrar o casamento." Rafael disse.

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