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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 119 — Ela Pode Virar o Jogo!

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Aaron levou um susto. Manteve a voz baixa: "Owen, o que aconteceu?"

"Verificando!" Owen digitava com velocidade máxima, o cenho carregado.

"Merda!" Ele resmungou: "O cartão magnético tem registro. Depois de usar o acesso ao décimo quinto, o sistema espera que alguém desça do décimo quinto depois. Se não acontecer, ativa o alarme automaticamente!"

Na tela dele, os seguranças já tinham aparecido, se movendo rapidamente em direção aos elevadores.

Em outros andares, seguranças armados com armas e cassetetes desciam em direção ao sexto andar.

"Chefe, elevador A2 no sexto precisa de apoio." Owen tentava desligar o alarme ao mesmo tempo que passava a instrução pelo fone.

Mas naquele momento, o alarme parou de repente.

E o elevador começou a subir para o décimo quinto.

A voz calma de Serena chegou ao lado de Owen: "Procedam conforme o plano original."

Owen se virou curioso, e viu a tela de Serena.

Estava dividida em oito janelas: as seis de cima mostravam diferentes câmeras de monitoramento, as duas de baixo eram de código.

Com os movimentos dela, uma barra de progresso na parte inferior chegava a noventa e oito por cento.

"O que foi?" Serena de repente franziu o cenho.

Owen por instinto perguntou: "O que aconteceu?"

"Parece que meu fone está com defeito. Eles não me ouvem quando falo." Serena estava claramente contrariada.

Então, na tela, Rafael ainda estava indo apoiar Yingluò e Falcão como Owen havia instruído.

Owen foi logo pelo próprio fone: "Chefe, problema resolvido. Sigam o plano original."

"Recebido." A voz de Rafael estava calma. Sem nenhuma surpresa.

Na tela, Yingluò e Falcão já estavam no décimo quinto andar, caminhando para a sala indicada.

Ao mesmo tempo, a barra de progresso na tela de Serena chegou a cem por cento.

"Alguém usa reconhecimento de íris." Ela disse para Owen. "Qualquer um dos quatro."

Owen foi por instinto contra: "Isso não é subir pra o décimo quinto. Se ativar o alarme, eles enfrentam toda a força armada do Palácio de Salomão!"

"Não vai dar errado." Serena disse. "Assumo total responsabilidade."

Owen olhou para Serena por um instante e ficou chocado com o que viu.

A mulher ao lado parecia ter mudado completamente de presença.

Nada daquele jeito delicado de ir de mãos dadas com Rafael havia pouco. O rosto era o mesmo, mas agora ela parecia um general que havia calculado cada movimento.

Confiante, precisa, sem margem para debate.

Ele olhou para a tela, viu o segurança que já estava falando com a central de monitoramento, e cerrando os dentes disse:

"Yingluò, Aaron, qualquer um faz o reconhecimento de íris e vai para o décimo sexto."

A equipe havia trabalhado junta em missões grandes e pequenas, e a sincronia era automática.

Na mesma hora, Aaron pressionou o botão de desbloqueio. O infravermelho escaneou a íris dele.

Num instante, a tela acendeu. Todos os andares do edifício inteiro foram liberados.

Owen, que havia sido o mais tenso de todos, quase foi gritar para Aaron parar quando o botão foi pressionado.

Afinal, com mais um minuto ele também teria conseguido.

No meio daquele coração disparado, ele viu todos os botões da tela acenderem, e o choque que sentiu era incomparável.

De quinze para dezesseis era um salto qualitativo. E de dezesseis para cima, o desbloqueio era ainda mais complexo: além da íris, havia sensores de temperatura corporal e de peso...

Então aquilo tinha sido a mulher ao lado?

Yingluò e Aaron já estavam no décimo sexto, indo para a sala designada.

"Vem gente aí." Serena disse para Owen. "Eu resolvo os problemas, você passa as instruções."

Dito isso, seus dedos voaram pelo teclado. A tela foi de oito janelas para doze janelas num instante.

E então Owen assistiu a um espetáculo que sacudiu a alma dele por completo.

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