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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 116 — Medidas

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O helicóptero recolheu a escada e subiu rapidamente.

Dentro da cabine, Rafael sentou Serena ao lado.

Ela olhou ao redor e encontrou dois rostos desconhecidos.

O homem aparentava uns vinte e cinco anos, pele morena, físico sólido, traços marcados, uma cicatriz visível na orelha direita, e os olhos fundos como os de um falcão de caça.

A moça tinha uns vinte anos, cara redonda, simpática, um ar completamente inofensivo.

"Falcão, Yingluò." Rafael apresentou para os dois: "Minha namorada, Thea."

Namorada, quando ela tinha concordado com isso?

Serena ia esclarecer quando Yingluò se adiantou, olhinhos brilhando:

"Cunhada! Nossa, finalmente tenho uma cunhada!"

Depois virou para Falcão: "Falcão, então você e o chefe não eram um casal mesmo!"

Falcão deu um olhar de lado para ela e estendeu a mão para Serena: "Cunhada, pode me chamar de Falcão."

Serena apertou a mão dele e percebeu que também estava cheia de marcas acumuladas ao longo dos anos.

Rafael disse para Serena: "Vamos primeiro a Nangang, e de lá pegamos um voo para a cidade de Nessel no país X."

Como o helicóptero era barulhento, ninguém mais falou durante o trajeto.

Uma hora depois, o helicóptero pousou em Nangang, no maior aeroporto privado da cidade.

Os quatro passaram por um corredor especial e chegaram diante de um avião privado.

Rafael, com um movimento largo, pegou a mão de Serena e foi direto para a cabine de comando.

Serena ficou curiosa: "Você me trouxe ver a cabine de comando? Cadê o piloto?"

Rafael não respondeu. Foi ao cabide e tirou o uniforme de comandante. Só então disse: "Bem na sua frente."

Serena ficou parada por um segundo.

O homem à frente dela estava com o uniforme preto de comandante, a postura ereta, as feições esculpidas com a precisão de uma obra.

Os dedos bem definidos segurando o capacete, os olhos escuros e fundos pousados nela, com aquela seriedade que parecia enxergar até o interior das pessoas.

O uniforme escondia sete partes da selvageria e três de desejo, mas não conseguia apagar a presença que ele exalava.

Rafael viu que Serena estava olhando fixo para ele. Pousou o capacete de lado, pegou uma fita métrica.

Ele foi para atrás de Serena, abaixou a cabeça perto da orelha dela: "Sere, levanta os braços."

O calor soprado dentro do ouvido fez Serena engolir em seco por instinto.

Ela se concentrou, levantou os braços, querendo ver o que Rafael estava fazendo.

Em seguida, a fita métrica foi passada por trás da cintura dela.

Os dois lados se encontraram na altura do umbigo. Rafael olhou para baixo para a medida:

"Cintura, sessenta."

Ele estava bem atrás dela, o peito colado às costas dela.

Medir assim era como envolvê-la completamente por trás.

O ambiente inteiro cheirando ao homem, com o calor do corpo dele atravessando o uniforme.

A fita foi sendo solta, descendo devagar.

O homem atrás dela recuou levemente. A fita parou na região do quadril.

Rafael avançou um passo e olhou para baixo: "Quadril, noventa."

A fita foi retirada. Serena sentiu o braço de Rafael se movendo.

Ela foi rápida e deu um passo para frente tentando escapar.

Mas Rafael a segurou pelo ombro: "A largura dos ombros ainda falta. Pra onde você vai, Sere?"

Dito isso, foi mesmo medir os ombros, e comentou: "Quer que eu meça o busto logo? Calma, já vou."

Serena levantou o pé para pisá-lo.

Mas Rafael, como se tivesse previsto, deu um passo de lado. A fita métrica foi passada novamente por Serena, parando exatamente na altura do peito.

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