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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 112 — O Misterioso Era Ele!

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Túlio estendeu a mão para alcançar o remédio.

As veias do braço saltavam, a pele branca contrastando com aquele relevo escuro e denso.

Com mãos que tremiam, encontrou o frasco, tirou os comprimidos e engoliu.

A mão que agarrava a beira da cama foi relaxando devagar conforme o efeito do remédio se instalava.

Ele tossiu duas vezes, um gosto amargo e metálico subindo pela garganta.

Aos poucos se levantou, subiu na cadeira de rodas e foi até a mesa.

A luz do abajur iluminou o rosto pálido, os traços ainda mais nítidos pela magreza, mas com uma sombra sombria que os marcava.

Ele abriu o computador, digitou rapidamente uma série de credenciais, e a tela exibiu a interface da Aliança.

Túlio olhou para o indicador de login no canto inferior direito.

As pupilas se contraíram de repente.

Aquela pessoa havia entrado?

Ele foi rapidamente para os itens enviados. Nenhum registro novo.

Então acessou o bloco de notas e viu o ícone de novidade.

Clicou. Uma frase apareceu na tela:

"Quem é você? Por que usou a minha conta todos esses anos, guardando silenciosamente a segurança da Aliança?"

O olhar de Túlio parou na palavra

guardando

.

No meio daquela escuridão toda, ele de repente sorriu.

Alguém havia usado essa palavra para descrever o que ele fazia?

Há quantos anos era assim. Os irmãos sentiam pena e preocupação, porque o corpo dele era fraco, e a família Viana havia trazido inúmeros médicos sem resultado.

E Valentina... ela o evitava.

Ele parecia ser um verme que não cabia no mundo da família Viana nem em nenhum outro lugar.

E havia alguém que usava uma palavra assim para falar sobre ele.

Túlio riu por um bom tempo. Até as lágrimas quase virem.

Depois de um instante, a escuridão voltou a cobrir o fundo dos olhos.

Ele digitou uma resposta:

"Sou apenas alguém que está morrendo. Se quiser a conta de volta, pode pegar."

Era mesmo alguém que estava morrendo. Mesmo com o antídoto que certo grupo enviava regularmente, as crises estavam cada vez mais frequentes e precisavam de doses maiores.

Ele sabia. O veneno havia destruído o corpo por dentro ao longo de todos aqueles anos.

Era só uma questão de tempo.

Então ele acrescentou:

"Você acha que fiz alguma coisa boa e sou uma boa pessoa? Não seja ingênua."

A escuridão dentro dele, aquele

Sem Nome

não sabia nada sobre ela.

Na manhã seguinte, Serena acordou e percebeu que estava sozinha na cama.

Vozes vinham de fora. Era Rafael com os pequenos.

Serena saiu rápido.

Encontrou Zara abraçada à perna de Rafael, dengosa:

"Papai, prometeu ficar comigo e contar história. Onde foi?"

Rafael afagou os cabelos dela: "Que tal o papai se mudar pra cá e morar com vocês?"

Serena foi logo: "Me oponho!"

Mas uma voz soou mais alto: "Concordo!"

Era Henrique.

Então, alguns segundos depois, uma voz mole e devagar: "Também concordo!"

Serena beliscou as próprias têmporas: "Então a palavra final aqui é de vocês dois?"

Rafael levantou uma sobrancelha: "Podemos colocar em votação se preferir."

Ele disse: "Pra ser justo, Sere, chama o seu filho pra votar também."

Serena acenou rápido: "Não precisa chamá-lo."

Rafael ficou tranquilão: "Tudo bem também."

Em seguida perguntou para os dois pequenos: "Quem é a favor do papai se mudar pra cá, levanta a mão!"

Os dois levantaram ao mesmo tempo. Depois Zara, percebendo que tinha sido lenta, levantou as duas mãos.

Serena ficou sem palavras.

Rafael cruzou as pernas: "Mesmo se o seu filho votar contra, fica 3 a 2."

Casa cheia de traidores. Serena ficou com raiva: "Vocês vão à escola sozinhos hoje!"

"Papai disse que leva a mim e ao irmão!" Zara anunciou com alegria: "Mamãe só precisa ficar linda!"

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