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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 103 — Irmão Lerdo

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Serena torceu o canto da boca. Sem precisar perguntar, já dava pra imaginar que o tal "pagamento" do filho não tinha nada a ver com dinheiro.

Confirmou-se logo em seguida.

A filha de seis anos do segundo irmão disse: "Eu sei um segredinho da titia!"

"Tá escrito no diário dela um nome: Ráfigo Dudarte!"

"Que burra!" O irmão de oito anos não aguentou: "Isso é Rafael Duarte! Aquele tio que estava aqui agora!"

Serena quase deixou uma risada escapar.

Ela precisava compartilhar aquela boa notícia com Rafael.

E daqui pra frente, ia chamá-lo de

Irmão Lerdo

.

Foi quando uma sequência de exclamações veio do lado do palco.

Serena se virou rápido. Parecia que alguém havia desmaiado.

"Médico da família!" Alguém chamou em voz alta.

Uma voz masculina clara respondeu. Era Sandro: "A Valentina é médica. Deixa ela olhar."

Valentina também reagiu com prontidão: "Com licença, por favor."

Serena foi junto para ver o que estava acontecendo.

No centro do palco, um homem de uns quarenta anos estava com os olhos fechados, os lábios arroxeados, claramente com dificuldade de respirar.

Ao lado, a esposa dele estava em pânico: "O Tomás nunca teve isso antes. Não tem asma, não tem nada. O que está acontecendo..."

Valentina já estava agachada, examinando a boca do paciente, a voz calma: "Pode deixar comigo."

As pessoas ao redor foram logo tranquilizando:

"Senhora, não se preocupe. A senhorita Valentina é discípula do presidente da Aliança Médica. Médica de primeira no país."

"Com ela aqui, o senhor Tomás vai ficar bem."

A mulher ficou um pouco mais aliviada, mas vendo o marido entrando em convulsão, a ansiedade voltou.

A mãe de Valentina colocou a mão no ombro dela: "Não se preocupe, a Valentina sabe o que está fazendo."

Valentina se virou para o garçom: "Traz minha mala médica. Rápido."

O garçom saiu correndo.

Valentina tirou alguns instrumentos, estava auscultando enquanto preparava para abrir a traqueia do paciente.

Serena soltou um som involuntário.

Como todo mundo estava em silêncio de tensão, aquele "hm" de questionamento foi ouvido por todos.

Valentina ergueu os olhos, fria: "Poderia não fazer barulho?"

Serena notou que os cantos da boca de Valentina estavam machucados, provavelmente de quando Túlio tinha tentado beijá-la.

Hm, que par interessante de irmãos.

Ela não disse mais nada. Ficou com os braços cruzados, observando Valentina trabalhar.

Do lado, Rafael perguntou em voz baixa: "Ela está errando?"

Serena deu de ombros: "Deixa ver. Ela é a consultora-chefe do seu instituto."

"Com ciúme?" Rafael deu uma risada baixa: "Da próxima vez dou pra você o cargo de consultora-chefe."

Serena curvou os lábios: "Pode guardar, Irmão Lerdo. Esse cargo não é pra mim."

Rafael ia perguntar o que era aquele apelido estranho quando o paciente no chão soltou uma expiração curta e brusca.

Valentina já tinha feito uma incisão na traqueia e rapidamente introduziu um tubo improvisado.

E pareceu funcionar. As convulsões cessaram logo em seguida.

Todos soltaram o ar aliviados. Até a esposa, com os olhos marejados: "Que sorte ter a senhorita Valentina aqui!"

Valentina manteve aquela postura de sempre, como se tivesse feito algo simples: "Agora podem chamar o hospital para vir buscá-lo. Eu só garanti a respiração por enquanto. Sem os equipamentos necessários aqui..."

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