localização atual: Novela Mágica Moderno Romance Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança Capítulo 100 — Chama de Rafael, Te Escondo

《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 100 — Chama de Rafael, Te Escondo

PUBLICIDADE

Rafael foi até o lado de Lorenzo para continuar observando o filho.

Aquele menino estava errado em tudo.

Enquanto isso, uma dança havia terminado e Valentina foi ao banheiro retocar a maquiagem.

Ao sair, viu no corredor um homem numa cadeira de rodas. Rosto pálido, expressão sombria, completamente fora de lugar naquele ambiente suntuoso.

"Quarto irmão." A expressão de Valentina ficou levemente estranha, como se não quisesse prolongar o contato.

Ela foi passando rápido, mas o homem atrás dela abriu a boca. A voz saiu fria e tranquila:

"Aquela mulher te incomodou?"

Valentina virou a cabeça de repente.

"Vou ajudar." O homem disse isso e começou a mover a cadeira de rodas.

O corredor voltou ao silêncio.

No salão lá fora, as luzes, os vestidos, o som das taças.

Muitos convidados estavam ali exatamente para fazer conexões.

Serena, com medo de ser puxada de novo pela mãe de Valentina para conversar, olhou para o filho que estava se divertindo com as outras crianças e decidiu ir ao jardim tomar ar.

Era noite e o vento estava fresco. Ela ficou um pouco e estava prestes a voltar quando todas as luzes do jardim se apagaram de repente.

Ela estreitou os olhos, aguçando os sentidos ao redor.

No escuro absoluto, havia um farfalhar.

Como cobras deslizando pela grama, fazendo a nuca arrepiar.

Então, no meio do silêncio, uma flauta soou.

E com aquele som, o farfalhar ao redor acelerou e convergiu todo em sua direção.

Serena prendeu a respiração e estava prestes a dar um salto quando um braço surgiu do nada, envolveu a cintura dela e puxou.

O cheiro familiar invadiu o nariz, e Serena foi de encontro ao peito de Rafael.

Ele a segurou pela cintura com uma mão enquanto com a outra tirou algo rapidamente.

Em seguida, vários sons finos e rápidos se sucederam, e o farfalhar cessou de repente.

Rafael se moveu com Serena em algumas viradas, e quando aterrissaram, estavam na porta de uma adega.

Com a visibilidade melhor, Serena podia ver o jardim escuro lá de onde tinham vindo.

Ela ergueu os olhos e encontrou o olhar de Rafael. Havia uma preocupação ali dentro.

"Você se machucou?" Ele perguntou em voz baixa.

Serena balançou a cabeça.

Ficou espantada. Naquele escuro total, como Rafael tinha conseguido eliminar todas as cobras de uma vez?

Naquele momento, o jardim foi iluminado novamente. Uma empregada passou.

E logo um grito sufocado: "Cobras!"

Dois minutos depois, Valentina saiu do salão e viu as empregadas recolhendo as cobras.

O rosto dela mudou. Ela franziu o cenho: "Quando vocês encontraram isso?"

"Foi agora... senhorita, isso deve ser comunicado ao senhor e à senhora?"

"Não precisa. Recolham tudo e limpem bem." Valentina deu a instrução e então foi andando em direção à adega.

Serena viu Valentina se aproximar e foi puxar Rafael.

Mas Rafael não se apressou. Mordeu o lóbulo da orelha dela: "Me chama de Rafael, eu te escondo."

Serena pisou no pé dele e no segundo seguinte o enlaçou: "Rafael."

A garganta de Rafael se contraiu forte, e o fundo dos olhos escureceu alguns tons.

Ele envolveu a cintura dela e os dois subiram para as vigas da adega, nas sombras.

Momentos depois, Valentina entrou.

Logo em seguida, o som de uma cadeira de rodas.

Valentina virou para o homem que entrou, e não conseguiu segurar: "Quarto irmão, você enlouqueceu? Como podia soltar cobras?"

"Minha boa irmã, estava te ajudando a se vingar." Túlio curvou os lábios num sorriso que não chegava aos olhos, que estavam cheios de uma malícia escura.

"Não precisava." Valentina respirou fundo: "Estou dizendo pela última vez. O que é meu, você não precisa se meter. É a última vez."

Dito isso, ela nem esperou a reação de Túlio. Virou e foi.

Na penumbra variável da adega, Túlio se apoiou nos braços da cadeira e foi devagar se levantando.

Ele deu alguns passos na direção de Valentina, e quando ela virou, ele parou bem perto dela.

"O que você está fazendo?" Valentina recuou assustada, empurrando ele: "Você enlouqueceu?"

"Não enlouqueci. Estou muito lúcido." A voz de Túlio parecia vir de um lugar muito fundo: "Nós podemos..."

"Eu sou sua irmã!" Valentina lutava para se soltar: "Túlio, que nojo!"

"Irmã?" Túlio deu uma risada fria: "Se você diz, então tudo bem."

Ele se inclinou para baixo.

Serena, que estava espiando lá de cima com os olhos arregalados, teve os olhos cobertos por uma mão de repente.

Ela ficou ansiosa, sem saber o que estava acontecendo lá embaixo.

Mas a outra mão de Rafael sustentou a nuca dela, e então os lábios dele cobriram os dela.

PUBLICIDADE

você pode gostar

compartilhar

compartilhar liderança
link de cópia