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《Três Filhos, Um Segredo e Uma Vingança》Capítulo 97 — Por Que Sentiria Pena de uma Serena Sem Laços de Sangue?

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A mãe de Valentina ainda não tinha dito nada quando o pai olhou para o broche no peito de Serena e franziu o cenho.

Aquele broche era claramente de modelo antigo.

O vestido também. Aquele estilo estava ultrapassado. Quem ainda usaria algo tão comportado e sem personalidade?

Aquela menina com certeza estava passando dificuldade financeira.

Ele não soube explicar por quê, mas sentiu uma pontada de pena.

Ele tomou a pulseira da mão da esposa e colocou diretamente na palma de Serena.

Serena não tinha esperado esse gesto do pai de Valentina. Quando percebeu o que tinha acontecido, a pulseira de jade já estava na mão dela.

Situação difícil de reverter.

Ela não sabia bem como devolver.

Então o pai de Valentina virou para um jovem: "Yago, vem cá um momento."

Yago Viana era o terceiro irmão, originalmente chamado de Fumaça, mas um adivinho sugeriu a mudança para Chamas. Gêmeo com os irmãos mais velhos, tinha trinta e três anos.

"Yago, a empresa de moda que você gerencia não acabou de lançar uma linha de cartões VIP?" O pai disse. "Dá um pra senhorita Thea."

Depois explicou para Serena: "Os clientes Gold podem comprar em qualquer loja da família Viana no mundo com trinta por cento de desconto."

"Senhorita Thea, por favor aceite." Yago sorriu, o rosto bem definido e gentil, com uma elegância natural.

Serena estava confusa por dentro.

Ela não tinha vindo para fazer as pazes. Por que o pai e a mãe de Valentina estavam sendo tão gentis?

Estariam tentando usá-la para chegar à Médica Fantasma?

Ela tinha visto coisas demais para acreditar em bondade sem motivo. Mas como já estava ali, aceitou o cartão e agradeceu com sinceridade: "Obrigada, senhor. Obrigada, Yago."

Yago sorriu: "De nada. Qualquer coisa que precisar, é só chamar."

E entregou um cartão com as duas mãos.

Serena o recebeu com as duas e acenou com a cabeça.

Aquela cena, para quem estava observando, foi como uma onda quebrando por dentro.

Saindo ainda do impacto da música de piano, todos agora estavam vendo os donos da família Viana tratando Serena com aquele calor.

Os olhos estavam funcionando direito?

Ou tinham entrado no cenário errado?

Todo mundo sabia que o pai e a mãe de Valentina reservavam toda a atenção e carinho para a filha única. Para outras mulheres, raramente demonstravam qualquer afeto.

E o pai de Valentina, que era conhecido no mundo dos negócios como um velho raposo calculista, sendo espontaneamente gentil com uma moça que ele estava conhecendo agora?

Um deu pulseira, o outro deu cartão. Estava quase faltando dar carro e apartamento.

Mas os envolvidos pareciam completamente alheios às reações ao redor.

A mãe de Valentina ficou aliviada quando Serena aceitou os presentes.

Ela puxou Serena pela mão para sentar do lado dela e começou a conversar.

Todos os olhares os acompanharam.

A mãe disse carinhosamente: "Posso te chamar de Serena? Não sei por quê, mas quando olho pra você sinto uma familiaridade. Como se já tivéssemos nos encontrado em algum lugar."

Serena estava tentando entender o que estava acontecendo, mas sorriu: "Sou de um vilarejo chamado Laix. Fiquei lá por muito tempo. Só saí há alguns anos. A senhora provavelmente nunca foi até lá."

Laix. A mãe de Valentina tinha ouvido falar, uma vila bem humilde.

Ela perguntou: "E seus pais? Também estão no vilarejo?"

"Nunca os conheci." Serena disse com leveza. "Cresci com a minha avó. Quando eu tinha seis anos ela faleceu, e desde então fui por conta própria."

Ela havia crescido de favores em favores entre os moradores do vilarejo.

A mãe de Valentina ficou com o coração apertado: "Então de agora em diante venha sempre aqui. Tenho certeza que é destino, porque você me lembra tanto de mim. Trate essa casa como a sua."

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